<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3473018777318958726</id><updated>2011-07-29T00:01:20.153-07:00</updated><title type='text'>VI ENCONTRO NACIONAL DE ATENDIMENTO ESCOLAR HOSPITALAR - Niterói, 2009.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://viencontronacional.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Escola no hospital</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3473018777318958726.post-5515308967782082488</id><published>2009-09-26T13:27:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T13:29:43.888-07:00</updated><title type='text'>Pesquisa da A REDE LATINOAMERICANA E DO CARIBE PELO DIREITO À EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS HOSPITALIZADOS OU EM TRATAMENTO (REDLACEH)</title><content type='html'>Prezado(a) Professor(a)  da Escola no Ambiente Hospitalar/Domiciliar&lt;br /&gt;     Receba, antes de tudo, sincera, cordial e respeitosa saudação!&lt;br /&gt;     A REDE LATINOAMERICANA E DO CARIBE PELO DIREITO À EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS HOSPITALIZADOS OU EM TRATAMENTO (REDLACEH) se dirige a V.Sa. para solicitar que complete o instrumento de coleta de dados em anexo cuja finalidade é a de conhecer a realidade das escolas hospitalares e domiciliares do Brasil, assim como o tipo de formação que possuem os professores que atuam nessa modalidade específica de ensino.&lt;br /&gt;      Este instrumento faz parte de uma investigação que está sendo realizada em toda a América Latina, graças a qual conheceremos as características da atenção escolar hospitalar/domiciliar em nossos países.  Vossa colaboração no preenchimento dos dados é sumamente importante para nossa investigação, razão pela qual agradecemos, de antemão, sua colaboração.&lt;br /&gt;      Pedimos que V.Sa. não deixe de nos informar seus dados pessoais (nome completo, e-mail) assim como profissionais (escola hospitalar/domiciliar onde atua, telefone de contato) para que, posteriormente, possamos entrar em contato. Uma vez que V.Sa. tenha preenchido o instrumento, agradecemos por enviá-lo para o e-mail &lt;a href="mailto:info@pedagogiahospitalaria.net" target="_blank"&gt;info@pedagogiahospitalaria.net&lt;/a&gt; com a maior brevidade possível já que temos até 15 novembro/2009 para concluir a análise dos dados oriundos desse instrumento. Informamos também que os resultados deste estudo serão enviados a todos que dele participaram bem como estarão disponibilizados na página da REDLACEH.&lt;br /&gt;      Sem mais para o momento e agradecendo a V.Sa. por sua valiosa colaboração, atenciosamente me despeço.  &lt;br /&gt;                                                                  Pia Cardone de Bove                                                &lt;br /&gt;                                                              Comissão de Investigacão&lt;br /&gt;                                                                        REDLACEH &lt;br /&gt;&lt;a name="0.1_graphic04"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS&lt;br /&gt;INSTRUMENTO DIRIGIDO A PROFESSORES QUE ATUAM EM&lt;br /&gt;ESCOLAS HOSPITALARES E DOMICILIARES LATINOAMERICANAS&lt;br /&gt;PARTE A: DADOS PROFISSIONAIS E IDENTIFICAÇÃO GERAL&lt;br /&gt;Nome completo: ___________________________________________________________&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Endereço: __________________________________________________________________&lt;br /&gt;__________________________________________________________________________  &lt;br /&gt;Cidade: ___________________ País: ____________________________________________     &lt;br /&gt;Telefone de contato:______________ Correio electrônico____________________________&lt;br /&gt;1. ÚLTIMO TÍTULO ACADÊMICO OBTIDO&lt;br /&gt;(  ) EDUCAÇÃO BÁSICA            (   ) ENSINO MÉDIO     (   ) ENSINO MÉDIO C/ MAGISTÈRIO&lt;br /&gt;(   ) CURSO NORMAL            (   ) TÉCNICO SUPERIOR        (   ) LICENCIATURAS (FÍSICA, PORTUGUÊS, GEOGRAFIA, EDUCAÇÃO FÍSICA, etc)&lt;br /&gt;(   ) PEDAGOGIA (GERAL, EDUCAÇÃO INFANTIL, EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, etc) __________________  &lt;br /&gt;(   ) PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL: ÁREA _____________________________________ &lt;br /&gt;(   ) PSICOPEDAGOGO (   ) ESPECIALIZAÇÃO   (   ) PSICÓLOGO   (   ) PSIQUIATRA    &lt;br /&gt;(   ) MESTRADO em _______________________________________________________________&lt;br /&gt;(   ) OUTRO_______________________________________________________________________    &lt;br /&gt;2. EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO E DADOS GERAIS DA ESCOLA HOSPITALAR/DOMICILIAR&lt;br /&gt;a) Em Educação (Pública ou Privada) entre   0 - 5 anos  (   )&lt;br /&gt;                         5 - 10   (   )&lt;br /&gt;                                    10 - 15   (   )&lt;br /&gt;                                    15 - 20   (   )&lt;br /&gt;                                    20 - 25   (   )&lt;br /&gt;                                    25 anos ou mais (   )&lt;br /&gt;b) Na área administrativa _________ anos&lt;br /&gt;3. EXERCE ATUALMENTE A FUNÇÃO DE PROFESSOR DE ESCOLA HOSPITALAR/ DOMICILIAR? NÃO___ SIM ___. EM CASO AFIRMATIVO, INDIQUE A VINCULÃÇÃO:&lt;br /&gt;(   ) Escola Hospitalar/Domiciliar Municipal&lt;br /&gt;(   ) Escola Hospitalar/Domiciliar Estadual&lt;br /&gt;(   ) Escola Hospitalar/Domiciliar Federal&lt;br /&gt;(   ) Escola Hospitalar/Domiciliar Privada&lt;br /&gt;(   ) Outra, especifique ___________________________________________ &lt;br /&gt;4. SOB QUAL MODALIDADE FUNCIONA A ESCOLA HOSPITALAR/DOMICILIAR?&lt;br /&gt;(   ) Educacão formal&lt;br /&gt;(   ) Educação Especial (Área de Impedimentos Físicos)&lt;br /&gt;(   ) Atendimento integrado&lt;br /&gt;(   ) Outra, especifique ___________________________ &lt;br /&gt;5. A QUAL INSTITUIÇÃO, PÚBLICA OU PRIVADA, A ESCOLA DEVE SEU FUNCIONAMENTO?:&lt;br /&gt;(   ) Ministério da Educação&lt;br /&gt;(   ) Governo Estadual&lt;br /&gt;(   ) Fundação privada, especifique ___________________&lt;br /&gt;(   ) Ministério da Saúde&lt;br /&gt;(   ) Direção do Hospital&lt;br /&gt;(   ) Iniciativa privada individual ________________________&lt;br /&gt;(   ) Outra, especifique: _____________________&lt;br /&gt;6. a) Quantos anos de fundada tem a escola hospitalar/domiciliar? ________ anos&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;b) NOME DA ESCOLA HOSPITALAR/DOMICILIAR: ______________________________________&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;c) HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: ___________________________________________&lt;br /&gt;d) QUEM FORNECE OS MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA O FUNCIONAMENTO DA ESCOLA?&lt;br /&gt;(   ) Ministério de Educação&lt;br /&gt;(   ) Governo Estadual&lt;br /&gt;(   ) Fundação privada, especifique ___________________&lt;br /&gt;(   ) Ministério da Saúde&lt;br /&gt;(   ) Direção do Hospital&lt;br /&gt;(   ) Iniciativa privada individual ________________________&lt;br /&gt;(   ) Outro, especifique: _____________________&lt;br /&gt;7.- DADOS GERAIS DO HOSPITAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) NOME DO HOSPITAL: ______________________________________________&lt;br /&gt;b) ESTADO: __________________________PAIS: __________________________&lt;br /&gt;c) ENDEREÇO COMPLETO, TELEFONE E CORREIO ELETRÔNICO: __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;d) DEPENDE DE ALGUM INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL, como os antigos IAPC, IAPTEC&lt;br /&gt;(   ) SI  (   ) NO&lt;br /&gt;Se sim, qual _______________________________________________________________________&lt;br /&gt;e) HOSPITAL PEDIÁTRICO (   ) SIM (   ) NÃO&lt;br /&gt;f) ÁREAS ATENDIDAS NO SERVIÇO DE PEDIATRÍA OU NO HOSPITAL PEDIÁTRICO&lt;br /&gt;(   ) Traumatologia&lt;br /&gt;(   ) Nefrologia&lt;br /&gt;(   ) Oncologia&lt;br /&gt;(   ) Hemato-oncología&lt;br /&gt;(   ) Unidade de queimados&lt;br /&gt;(   ) Cardiologia&lt;br /&gt;(   ) Cirurgia&lt;br /&gt;(   ) Dermatologia&lt;br /&gt;(   ) Psiquiatria infantil&lt;br /&gt;(   ) Traumatismos cerebrais&lt;br /&gt;(   ) Outras, especifique: ____________________________________________________________  &lt;br /&gt;PARTE B: Continuando, uma série de itens são apresentados para que você selecione entre eles a opção mais adecuada à sua realidade de trabalho escolar hospitalar/domiciliar. Na parte B1 as opções se apresentam como Muito, Pouco e Em Nada (não) e na parte B2 como Sempre (1), Quase sempre (2), Algunas vezes (3), Quase nunca (4) e Nunca (5). &lt;br /&gt;Parte B1&lt;a name="0.1_table01"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nr&lt;br /&gt;Ítens&lt;br /&gt;Muito&lt;br /&gt;Pouco&lt;br /&gt;Em Nada&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt;Considera que seu trabalho contribua para a recuperacão da crianza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;Acredita que seu trabalho na escola hospitalar/domiciliar contribua positivamente para o tratamento médico da criança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;Considera que as atividades escolares durante a permanência da criança no hospital passa a ela uma mensagem positiva que contribui para com a recuperação da saúde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11&lt;br /&gt;Você percebe a criança mais relaxada frente a um procedimento médico quando este se dá durante uma atividade escolar ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Parte B2&lt;a name="0.1_table02"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nr&lt;br /&gt;Itens&lt;br /&gt;Sem-pre (1)&lt;br /&gt;Quase sempre (2)&lt;br /&gt;Algumas vezes (3)&lt;br /&gt;Quase nunca (4)&lt;br /&gt;Nunca &lt;br /&gt;(5)&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;Você estabelece comunicação constante com a familia da crianza hospitalizada ou em tratamento médico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13&lt;br /&gt;Você explica à familia sobre a nova situação de hospitalização ou doença vivenciada pela criança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14&lt;br /&gt;Você realiza atividades educativas (sobre respeito, valores, nutrição, etc) dentro do hospital?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15&lt;br /&gt;Seu trabalho escolar tem contribuido para a continuidade/ progressão escolar das crianzas atendidas pela escola hospitalar/ domiciliar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16&lt;br /&gt;Você tem tido êxito em estabelecer contato com a escola de origen da criança doente.?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17&lt;br /&gt;Você mantem comunicação constante com os demais profissionais que atuam no tratamento da criança doente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18&lt;br /&gt;No hospital se realizam palestras ou reuniões periódicas para um intercâmbio entre os profissionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19&lt;br /&gt;Você participa das ‘rondas’ (visitas) médicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20&lt;br /&gt;Você adapta as atividades escolares em relação a doença do aluno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21&lt;br /&gt;São avaliados, de modo interdisciplinar, os avanços e/ou estado da criança doente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;PARTE C: Abaixo temos itens relacionados à formação para o trabalho no ambiente hospitalar/domiciliar e você debe selecionar a alternativa que mais se ajusta à realidade do seu fazer docente.   &lt;a name="0.1_table03"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nr&lt;br /&gt;Ítens&lt;br /&gt;SIM (1)&lt;br /&gt;NÃO (2)&lt;br /&gt;MAIS OU MENOS&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;Você possui informação médica sobe as patologias apresentadas pelos alunos atendidos na escola hospitalar/domiciliar onde exerce a função de professor(a)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;Há uma equipe interdisciplinar apoiando o trabalho escolar que você como professor(a) hospitalar/domiciliar realiza (terapeuta ocupacional, psicólogo, psicopedagogo, médico, etc.)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24&lt;br /&gt;Em seu processo de formação para a docência, recebeu informação sobre atendimento escolar hospitalar/domiciliar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt;Você recebeu algum tipo de orientação dentro do hospital para poder trabalhar na escola hospitalar/domiciliar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26&lt;br /&gt;No transcorrer de seu exercício profissional, participou de algum curso ou oficina relacionado com o atendimento escolar hospitalar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27&lt;br /&gt;Dentro do Hospital há momentos para uma formação interdisciplinar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt;Você conhece as implicações médicas das possíveis doenças crônicas que podem afetar os alunos, pacientes pediátricos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29&lt;br /&gt;Você domina estratégias pedagógicas específicas para uma intervenção psico-cognitiva adaptada às sequelas das diversas patologias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30&lt;br /&gt;Você domina estratégias pedagógicas para o trabalho em sala com diversas idades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31&lt;br /&gt;Você domina as ferramentas necessárias para sobrepor-se às situações dolorosas durante seu trabalho em sala de aula da escola hospitalar/domiciliar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32&lt;br /&gt;Você domina suficientemente os aspectos psicológicos para as atividades escolares com adolescentes na sala de aula da escola hospitalar/domiciliar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33&lt;br /&gt;Lhe parece difícil lidar com suas emoções nas situações limites que geralmente se apresentam no hospital?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34&lt;br /&gt;Você se sente suficientemente preparado (a) para lidar com o ambiente que o hospital representa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35&lt;br /&gt;Você considera pertinente a criação de um modelo de estratégias para a formacão de docentes para escolas hospitalares/domiciliares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Em muito agradecemos sua colaboração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3473018777318958726-5515308967782082488?l=viencontronacional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viencontronacional.blogspot.com/feeds/5515308967782082488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/09/pesquisa-da-rede-latinoamericana-e-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/5515308967782082488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/5515308967782082488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/09/pesquisa-da-rede-latinoamericana-e-do.html' title='Pesquisa da A REDE LATINOAMERICANA E DO CARIBE PELO DIREITO À EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS HOSPITALIZADOS OU EM TRATAMENTO (REDLACEH)'/><author><name>Escola no hospital</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3473018777318958726.post-5483981608135955971</id><published>2009-09-18T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T12:57:07.233-07:00</updated><title type='text'>Anais do VI Encontro Nacional de Atendimento Escolar  - Niterói - 2009</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Anais do VI Encontro Nacional de Atendimento Escolar&lt;br /&gt;Hospitalar - I Encontro Internacional de Atendimento Escolar&lt;br /&gt;Hospitalar - I Encontro Fluminense de Atendimento Escolar –&lt;br /&gt;Hospitalar - Niterói - 2009&lt;br /&gt;Apresentação&lt;br /&gt;O VI ENCONTRO NACIONAL SOBRE ATENDIMENTO ESCOLAR&lt;br /&gt;HOSPITALAR tem como objetivo reunir profissionais da educação básica e do ensino&lt;br /&gt;superior, pesquisadores e acadêmicos das áreas de educação, serviço social, psicologia,&lt;br /&gt;medicina, enfermagem, dentre outras áreas de conhecimento, para que apresentem,&lt;br /&gt;conheçam, troquem e produzam experiências voltadas para a garantia do direito de acesso à&lt;br /&gt;escolaridade a todas as crianças e adolescentes em situação de hospitalização ou em&lt;br /&gt;tratamento domiciliar.&lt;br /&gt;Os Encontros anteriores foram realizados em 2000, no Rio de Janeiro, 2002 em Goiânia,&lt;br /&gt;2004 em Salvador, 2005 em Porto Alegre, e em Curitiba no ano de 2007. Em 2009&lt;br /&gt;acontece em Niterói - Rio de Janeiro, nos dias 8, 9, 10 e 11 de setembro, na&lt;br /&gt;UNILASALLE, situada à Rua Gastão Gonçalves, nº 79, Santa Rosa, Niterói/RJ. O VI&lt;br /&gt;Encontro Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar sediará ainda, reuniões e a&lt;br /&gt;assembléia geral da REDE LATINOAMERICANA E DO CARIBE PELO DIREITO À&lt;br /&gt;EDUCAÇÃO DA CRIANÇA OU JOVEM HOSPITALIZADO OU EM TRATAMENTO,&lt;br /&gt;com sede na cidade de Santiago no Chile.&lt;br /&gt;Organização&lt;br /&gt;Comitê Gestor:&lt;br /&gt;Armando C. Arosa&lt;br /&gt;Ana Lucia Schilke&lt;br /&gt;Lauane Baroncelli&lt;br /&gt;Comissão Organizadora:&lt;br /&gt;Amália Covic&lt;br /&gt;Ana Lucia Schilke&lt;br /&gt;Angelina Rojas&lt;br /&gt;Alessandra Barros&lt;br /&gt;Armando C. Arosa&lt;br /&gt;Eneida Fonseca&lt;br /&gt;Eliana da Silva e Souza&lt;br /&gt;Elizabeth Leitão&lt;br /&gt;Fabio Paraíso&lt;br /&gt;Fátima Júlia Martins&lt;br /&gt;Fátima Pimenta&lt;br /&gt;Janete Ucoha&lt;br /&gt;Jocélia Linhares Granemann&lt;br /&gt;Lauane Baroncelli&lt;br /&gt;Mariângela Mazolli Veiga&lt;br /&gt;Maria das Graças S. Santos&lt;br /&gt;Mirta Pacheco&lt;br /&gt;Nelma Pintor&lt;br /&gt;Patrícia Ponte&lt;br /&gt;Rosana Ribeiro&lt;br /&gt;Rosely Sardinha&lt;br /&gt;Simone Botelho&lt;br /&gt;Tyara Oliveira&lt;br /&gt;Victor Vita&lt;br /&gt;Roseni M. Freitas&lt;br /&gt;Comitê Científico:&lt;br /&gt;Alessandra Barros&lt;br /&gt;Amália Covic&lt;br /&gt;Ana Lucia Schilke&lt;br /&gt;Armando C. Arosa&lt;br /&gt;Daniela Patti do Amaral&lt;br /&gt;Eneida Fonseca&lt;br /&gt;Elizete Mattos&lt;br /&gt;Ercilia Maria Angeli Teixeira de Paula&lt;br /&gt;Lauane Baroncelli&lt;br /&gt;Maria Celeste Ramos da Silva&lt;br /&gt;Comitê Financeiro:&lt;br /&gt;Editora Intertexto&lt;br /&gt;Formas de Participação&lt;br /&gt;A participação no Encontro ocorre de duas maneiras:&lt;br /&gt;I - Participantes sem apresentação de trabalhos;&lt;br /&gt;II - Participantes com apresentação de trabalhos: palestrantes, conferencistas e expositores&lt;br /&gt;de pôster comentado.&lt;br /&gt;Os trabalhos estão classificados em três modalidades:&lt;br /&gt;I - Comunicações orais realizadas por encomenda e organizadas em conferências ou mesas&lt;br /&gt;redondas. Nesta modalidade, profissionais que tenham experiência e/ou saberes&lt;br /&gt;reconhecidos no meio acadêmico e/ou profissional serão convidados a desenvolver&lt;br /&gt;temáticas específicas definidas pelo Comitê Científico.&lt;br /&gt;II - Pôster Comentado a partir de submissão de proposta encaminhada pelo interessado ao&lt;br /&gt;Comitê Científico do Encontro. Tal proposta está circunscrita a um dos cinco eixos&lt;br /&gt;temáticos do Encontro (conforme especificado abaixo).&lt;br /&gt;III – Exposição de quadros a partir de trabalhos realizados com as crianças/adolescentes&lt;br /&gt;que participaram diretamente de atendimento pedagógico em ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;Eixos Temáticos&lt;br /&gt;1 - Currículo - trabalhos que versam sobre a questão da organização curricular do trabalho&lt;br /&gt;pedagógico-educacional realizado em ambiente hospitalar;&lt;br /&gt;2 - Avaliação - trabalhos que apresentem reflexão teórico-metodológica sobre os processos&lt;br /&gt;de avaliação da aprendizagem na prática cotidiana da escola no hospital;&lt;br /&gt;3 - Mediação - trabalhos que apresentem análise crítica sobre práticas pedagógicoeducacionais&lt;br /&gt;desenvolvidas em ambiente hospitalar;&lt;br /&gt;4 - Gestão - trabalhos que discutam questões sobre práticas gestoras no âmbito das políticas&lt;br /&gt;do sistema educacional e da gestão das práticas pedagógico-educacionais desenvolvidas em&lt;br /&gt;ambiente hospitalar;&lt;br /&gt;5 - Formação de Professores - trabalhos que abordem reflexões acerca da formação dos&lt;br /&gt;profissionais de educação que atuam em classe hospitalar ou em atendimento pedagógico&lt;br /&gt;domiciliar.&lt;br /&gt;Programação&lt;br /&gt;PRÉ-ENCONTRO:&lt;br /&gt;Dia 06, 07 e 08/09/2009&lt;br /&gt;9h-12h/14h-18h - Reuniões e Atividades dos membros da Rede Latinoamericana e do&lt;br /&gt;Caribe pelo Direito à Educação da Criança ou Jovem Hospitalizado ou em Tratamento&lt;br /&gt;(REDLACEH). A participação é restrita aos membros da organização e convidados.&lt;br /&gt;Local: Hotel Mercure&lt;br /&gt;ENCONTRO:&lt;br /&gt;Dia 08/09/2009&lt;br /&gt;14h - Credenciamento e montagem de posteres.&lt;br /&gt;18h - Abertura oficial&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;18h e 30 mim – Conferência de Abertura&lt;br /&gt;Educação e Saúde em Debate&lt;br /&gt;Conferencista: Prof. Dr. Jairo Werner (UERJ, Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Mediador: Fátima Pimenta (Instituto Superior La Salle/Niterói)&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;19h e 30 min - Lançamento de Livros e Vernissage&lt;br /&gt;Exposição: “Arte e Vida: A Poética da cor na dor&lt;br /&gt;Local: Térreo – Galeria e Livraria Portinari&lt;br /&gt;Dia 09/09/2009&lt;br /&gt;9h-11h - Reunião da REDLACEH&lt;br /&gt;(participação restrita a membros e convidados)&lt;br /&gt;Local: Anfiteatro – 3º andar sala 303&lt;br /&gt;9h-11h- Conferência:&lt;br /&gt;Os desafios da Avaliação nos diversos contextos escolares.&lt;br /&gt;Conferencista: Prof ª Drª Maria Teresa Esteban (UFF, Niterói)&lt;br /&gt;Mediador: Anna Esther Araújo e Silva (FMS, Niterói)&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;13h e 30min -16h - Mesa-redonda:&lt;br /&gt;O Atendimento Escolar Hospitalar: fundamentos legais e políticas públicas.&lt;br /&gt;Palestrantes:&lt;br /&gt;Representante do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Chyntia Vernizi Adachi de Menezes (Secretaria de Estado da Educação - Paraná)&lt;br /&gt;Armando C. Arosa (Fórum Estadual de Atendimento Escolar Hospitalar - RJ)&lt;br /&gt;Mediador: Tyara Oliveira (UERJ, Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Debatedor: Maria Celeste Ramos da Silva (UFBA/SMEC, Bahia)&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;16h e 30mim – 18h e 30mim- Mesa-Redonda:&lt;br /&gt;O Atendimento Escolar Hospitalar: situação no Brasil e em outros países.&lt;br /&gt;Palestrantes:&lt;br /&gt;Eneida Simões da Fonseca (UERJ, Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Sylvia Riquelme Acuña (REDLACEH, Chile)&lt;br /&gt;Pia Cardone de Bove (Aula dos Sonhos, Venezuela)&lt;br /&gt;Elizabeth Leitão Ramos Luiz (Escola Hospital Municipal Jesus, Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Mediador: Veruska Yokoshiro&lt;br /&gt;Debatedor: Maria Alice de Moura Ramos&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;Dia 10/09/2009&lt;br /&gt;9h-12h - Mesa-redonda:&lt;br /&gt;Estratégias educativas no espaço hospitalar: perspectivas em debate&lt;br /&gt;Palestrantes:&lt;br /&gt;Mary Villasboas (Instituto Superior La Salle/Niterói)&lt;br /&gt;Rosa Mitre Coordenadora Saúde Brincar (IFF/FIOCRUZ, Rio de Janeiro)&lt;br /&gt;Ercília Maria Angeli Teixeira de Paula (UEPG, Paraná)&lt;br /&gt;Eva Maria Feseitz (UFSC)&lt;br /&gt;Mediador: Angela Saveiro (Instituto Superior La Salle/Niterói)&lt;br /&gt;Debatedor: Angelina Rojas (Instituto Superior La Salle/Niterói)&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;9h-12h – Assembléia Geral da REDLACEH&lt;br /&gt;(participação restrita aos membros e convidados)&lt;br /&gt;Local: Anfiteatro – 3º andar sala 303&lt;br /&gt;13h 30min-16h – Mesa-redonda:&lt;br /&gt;Pesquisa na área de Formação dos Professores para atuação em ambiente hospitalar&lt;br /&gt;Palestrantes:&lt;br /&gt;Alessandra Santana Barros (UFBA, Bahia)&lt;br /&gt;Ana Lúcia Tarouquela Schilke (FME, Niterói)&lt;br /&gt;Amália Covic (UNIFESP, São Paulo)&lt;br /&gt;Mediador: Patrícia Ponte (FME, Niterói)&lt;br /&gt;Debatedor: Armando C. Arosa (Fórum Estadual de Atendimento Escolar Hospitalar - RJ)&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;16h e 30min-18h e 30min - Mesa-redonda:&lt;br /&gt;A práxis pedagógico-educacional em espaço hospitalar&lt;br /&gt;Palestrantes:&lt;br /&gt;Mirta Pacheco (Escola Hospital Erasto Gaertner, Paraná)&lt;br /&gt;Valíria Rodrigues (Santa Catarina)&lt;br /&gt;Victor Vita (Escola em hospital, FME / Niterói)&lt;br /&gt;Fabiana Neves (SME, Curitiba)&lt;br /&gt;Mediador: Luciana Campos (FME, Niterói)&lt;br /&gt;Debatedor: Jucélia Linhares Granemann (SEE, Mato Grosso do Sul)&lt;br /&gt;Local: Auditório - 3º andar&lt;br /&gt;Dia 10/09/2009&lt;br /&gt;16h e 30min-18h e 30min –&lt;br /&gt;Apresentação de pôster&lt;br /&gt;Eixo: Avaliação&lt;br /&gt;TRAB 16 AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS HOSPITALARES: PERSPECTIVAS PARA&lt;br /&gt;UMA AÇÃO EDUCATIVA EFICAZ&lt;br /&gt;- PATRÍCIA TRINDADE NAKAGOME,&lt;br /&gt;- FABIANA APARECIDA DE MELO OLIVEIRA&lt;br /&gt;-GRACIELLA WATANABE,&lt;br /&gt;TRAB 17 IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA PEDAGÓGICO-EDUCACIONAL&lt;br /&gt;À BEBÊS PRÉ-TERMOS E COM BAIXO PESO NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;- JUCÉLIA LINHARES GRANEMANN,&lt;br /&gt;- ALEXANDRA AYACH ANACHE,&lt;br /&gt;TRAB 22 A PRÁTICA AVALIATIVA EM CONTEXTO HOSPITALAR&lt;br /&gt;- FÁTIMA JULIA MARTINS DA SILVA&lt;br /&gt;- PATRÍCIA PONTE METZ&lt;br /&gt;TRAB 25 METODOLOGIA EDUCACIONAL NO CENTRO DE TRATAMENTO DE&lt;br /&gt;QUEIMADOS&lt;br /&gt;- TERESINHA DE JESUS ABREU DE SOUZA,&lt;br /&gt;- MARINA BIGATON SABADOTTO,&lt;br /&gt;- NAIRA SILVA GUIMARÃES&lt;br /&gt;MEDIADOR: LAUANE BARONCELLI&lt;br /&gt;Local: Anfiteatro – 3º andar sala 303&lt;br /&gt;Dia 10/09/2009&lt;br /&gt;16h e 30min-18h e 30min –&lt;br /&gt;Apresentação de pôster&lt;br /&gt;Eixo: Gestão&lt;br /&gt;TRAB. 13 O SIGNIFICADO DO ABANDONO ESCOLAR PARA ADOLESCENTES&lt;br /&gt;COM CÂNCER&lt;br /&gt;- CRISTINA BRESSAGLIA LUCON&lt;br /&gt;TRAB. 19 CLASSE HOSPITALAR: UM DIREITO DO ALUNO HOSPITALIZADO&lt;br /&gt;- JUCÉLIA LINHARES GRANEMANN&lt;br /&gt;TRAB.30 CLASSE HOSPITALAR: UM DIREITO PARA TODAS AS CRIANÇAS&lt;br /&gt;HOSPITALIZADAS?&lt;br /&gt;- TYARA CARVALHO DE OLIVEIRA&lt;br /&gt;- AMÉLIA ESCOTTO DO AMARAL RIBEIRO&lt;br /&gt;- ROBSON CAVALCANTE&lt;br /&gt;TRAB. 35 OLHAR SOBRE A CLASSE HOSPITALAR DO CPPHO/UFBA.&lt;br /&gt;- ALINE DAIANE NUNES MASCARENHAS&lt;br /&gt;MEDIADOR: ANA GEMAL&lt;br /&gt;LOCAL: SALA 507&lt;br /&gt;19h – 23 h - Happy Hour com Jantar de Confraternização (por adesão)&lt;br /&gt;Local: Hotel Solar do Amanhecer&lt;br /&gt;Av. Prefeito Silvio Picanço, 839 Charitas – Niterói&lt;br /&gt;Tel. (21)26105221&lt;br /&gt;Dia 11/09/2009&lt;br /&gt;9h-12h – Apresentação de Pôster&lt;br /&gt;Eixo: Formação de Professores&lt;br /&gt;TRAB. 09 O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO HOSPITALAR E A SUA FORMAÇÃO:&lt;br /&gt;EXPERIÊNCIAS COM ESTUDANTES NA ALA DA ENFERMARIA DO HOSPITAL&lt;br /&gt;UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE&lt;br /&gt;- MYRIAN SOARES DE MORAES&lt;br /&gt;- CARLA DANIELA KOHN&lt;br /&gt;TRAB. 20FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ESPAÇO HOSPITALAR:&lt;br /&gt;PERSPECTIVAS TEÓRICAS E PRATICAS&lt;br /&gt;- LAUANE BARONCELLI NUNES&lt;br /&gt;- MARIA DAS GRAÇAS SIQUEIRA DOS SANTOS&lt;br /&gt;TRAB 23 PEDAGOGIA HOSPITALAR: O DIÁLOGO EDUCAÇÃO E SAÚDE&lt;br /&gt;REDIMENSIONANDO A FORMAÇÃO DOCENTE&lt;br /&gt;- LEDA VIRGÍNIA ALVES MORENO,&lt;br /&gt;TRAB 24 A INTERDISCIPLINARIDADE COMO PROPOSTA AO TRABALHO&lt;br /&gt;DOCENTE EM AMBIENTE HOSPITALAR&lt;br /&gt;- PATRÍCIA TRINDADE NAKAGOME&lt;br /&gt;- FABIANA APARECIDA DE MELO OLIVEIRA&lt;br /&gt;- GRACIELLA WATANABE&lt;br /&gt;TRAB. 26 ENCONTROS NACIONAIS SOBRE ATENDIMENTO ESCOLAR&lt;br /&gt;HOSPITALAR: UMA PRIMEIRA ANÁLISE&lt;br /&gt;- AMANDA CARNEIRO DE OLIVEIRA,&lt;br /&gt;- BÁRBARA BRAGA WEPLER&lt;br /&gt;- ENEIDA SIMÕES DA FONSECA&lt;br /&gt;Mediador: Fátima Júlia&lt;br /&gt;Local: Sala 501&lt;br /&gt;Dia 11/09/2009&lt;br /&gt;9h-12h – Apresentação de Pôster&lt;br /&gt;Eixo: Mediação Pedagógica II&lt;br /&gt;TRAB 02 TUTORIA ENTRE IGUAIS: RESSIGNIFICANDO O PAPEL DO ALUNO E&lt;br /&gt;DO PROFESSOR NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;- MARIA CELESTE RAMOS DA SILVA&lt;br /&gt;TRAB 04 A ESCRITA APLICADA NO DIA-A-DIA DO DESENVOLVIMENTO DA&lt;br /&gt;ATIVIDADE PROFISSIONAL DE DIFERENTES PROFISSIONAIS DO HIJG –&lt;br /&gt;GÊNEROS TEXTUAIS&lt;br /&gt;- ROSÂNGELA BENTA DE SOUZA DA SILVEIRA&lt;br /&gt;TRAB 10 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ESPAÇO HOSPITALAR:&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÕES DE TESES E DISSERTAÇÕES- 2000 A 2008&lt;br /&gt;- ELISMARA ZAIAS&lt;br /&gt;- ERCÍLIA MARIA ANGELI TEIXEIRA DE PAULA&lt;br /&gt;TRAB 21 A ARTE COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA&lt;br /&gt;- ANA LÚCIA T. SCHILKE&lt;br /&gt;- SIMONE BOTELHO&lt;br /&gt;TRAB 28 PRÁTICA PEDAGÓGICA EM CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;- SUZY DE CASTRO ALVES&lt;br /&gt;TRAB 32 HUMANIZANDO O CUIDAR DA CRIANÇA NO HOSPITAL:UMA&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÃO À EDUCAÇÃO ESPECIAL.&lt;br /&gt;- MARIA DAS GRAÇAS QUEIROZ MACHADO&lt;br /&gt;Mediador: Lauane Nunes&lt;br /&gt;Local: Anfiteatro – 3º andar sala 303&lt;br /&gt;Dia 11/09/2009&lt;br /&gt;9h-12h – Apresentação de Pôster&lt;br /&gt;Eixo: Mediação Pedagógica I&lt;br /&gt;TRAB 05 A VOZ DAS CRIANÇAS COMO INSTRUMENTO METODOLÓGICO&lt;br /&gt;PARA REPENSAR A EDUCAÇÃO NO CONTEXTO HOSPITALAR&lt;br /&gt;- TANIA Mª F. GEREMIAS&lt;br /&gt;TRAB 06 RELATO DE EXPERIÊNCIA - JORNAL “NOTÍCIAS DA CLASSE&lt;br /&gt;HOSPITALAR”&lt;br /&gt;- ANGELA MARIA SANCHEZ&lt;br /&gt;- MARIA APARECIDA DE L. RIBEIRO ROVERAN&lt;br /&gt;TRAB 12 PEDAGOGIA HOSPITALAR E RESILIÊNCIA: ORIENTAÇÕES&lt;br /&gt;CURRICULARES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL VARELA&lt;br /&gt;SANTIAGO DE NATAL&lt;br /&gt;- CLÁUDIA REGINA SILVA DE AZEVEDO&lt;br /&gt;- ANTONINO CONDORELLI&lt;br /&gt;- SIMONE MARIA DA ROCHA&lt;br /&gt;TRAB 14 PROJETO PEDAGÓGICO “RODAS DE LEITURA”&lt;br /&gt;- CRISTIANE DE JESUS,&lt;br /&gt;- PRISCILA AMORIM&lt;br /&gt;-VALNICE DAVID&lt;br /&gt;TRAB 15 A CLASSE HOSPITALAR E A PROMOÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA&lt;br /&gt;- EDSON VANDERLEI ZOMBINI&lt;br /&gt;- MARIA CECÍLIA FOCESI PELICIONI&lt;br /&gt;TRAB 33 A ESCOLA HOSPITALAR: UM ESTUDO SOBRE O ACOMPANHAMENTO&lt;br /&gt;PSICOPEDAGOGÓCO E O DESENVOLVIMENTO ESCOLAR DE CRIANÇAS&lt;br /&gt;HOSPITALIZADAS POR TEMPO PROLONGADO&lt;br /&gt;- FRANCISCA MARIA DE SOUSA&lt;br /&gt;TRAB 36 O TRABALHO DA CLASSE HOSPITALAR DO INCA COM CRIANÇAS&lt;br /&gt;SUBMETIDAS A TRATAMENTO PÓS – CIRÚRGICO&lt;br /&gt;- Izabel Christina Machado de Oliveira&lt;br /&gt;-Gabriela Porto Guedes&lt;br /&gt;- Rosane Martins dos Santos&lt;br /&gt;Mediador: Victor Vita&lt;br /&gt;Local: Sala 502&lt;br /&gt;Dia 11/09/2009&lt;br /&gt;9h-12h – Apresentação de Pôster&lt;br /&gt;Eixo: Currículo&lt;br /&gt;TRAB 01 O PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA NA ENFERMARIA DA&lt;br /&gt;HEMODIALISE DO HOSPITAL ANA NERI&lt;br /&gt;- JANÚSIA CONCEIÇÃO TEIXEIRA MACHADO&lt;br /&gt;TRAB 03 PROJETO QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA!&lt;br /&gt;- ROSANA SOUSA DE OLIVEIRA DA SILVA&lt;br /&gt;TRAB 18 CURRÍCULO DA CLASSE HOSPITALAR DO HOSPITAL REGIONAL DE&lt;br /&gt;MATO GROSSO DO SUL -HRMS&lt;br /&gt;- SIMONE PAIM ALMEIDA,&lt;br /&gt;- MARISTELA FERNANDES LISBOA,&lt;br /&gt;- CLEMENTINA OLIVEIRA LOURENÇO&lt;br /&gt;TRAB 29 PROGRAMA PROSSEGUIR: EDUCAÇÃO HOSPITALAR NA REGIÃO&lt;br /&gt;METROPOLITANA DE BELÉM/PARÁ&lt;br /&gt;- GILDA MARIA MAIA MARTINS SALDANHA&lt;br /&gt;− IZABEL CRISTINA FERREIRA OLIVEIRA&lt;br /&gt;TRAB 31 ADAPTAÇÃO CURRICULAR NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;- CLÁUDIA PINTO CARVALHO ARAÚJO;&lt;br /&gt;- GEANE APARECIDA DE VASCONCELOS YADA&lt;br /&gt;- PATRÍCIA VASCONCELOS ALVES&lt;br /&gt;TRAB 34 EDUCAÇÃO FÍSICA EM AMBIENTES HOSPITALARES: INDICATIVOS&lt;br /&gt;PARA O ENSINO NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL&lt;br /&gt;- LISANDRA INVERNIZZI&lt;br /&gt;- ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ&lt;br /&gt;MEDIADOR: FÁTIMA JÚLIA MARTINS&lt;br /&gt;Local: Auditório - 3º andar&lt;br /&gt;Dia 11/09/2009&lt;br /&gt;13h e 30min -16h –&lt;br /&gt;Plenária sobre atendimento escolar hospitalar&lt;br /&gt;Coordenadores: Comitê Gestor&lt;br /&gt;Informações sobre filiação e intercâmbio com a REDLACEH&lt;br /&gt;Elaboração e aprovação da Carta de Niterói&lt;br /&gt;Definição da próxima cidade a sediar do Encontro&lt;br /&gt;Avaliação do Encontro e sugestões para o próximo&lt;br /&gt;Assuntos Gerais&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;16h - Encerramento do encontro&lt;br /&gt;Atividade Cultural: Orquestra do Projeto Aprendiz (FME- Niterói)&lt;br /&gt;Local: Auditório – 3º andar&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 1 - O PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA NA ENFERMARIA DA&lt;br /&gt;HEMODIALISE DO HOSPITAL ANA NERI&lt;br /&gt;Autor(es) - Janúsia Conceição Teixeira Machado&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 2 - TUTORIA ENTRE IGUAIS: RESSIGNIFICANDO O PAPEL DO ALUNO E&lt;br /&gt;DO PROFESSOR NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es) - Maria Celeste Ramos da Silva&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 3 - PROJETO QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA!&lt;br /&gt;Autor(es) - Rosana Sousa de Oliveira da Silva&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 4 - A ESCRITA APLICADA NO DIA-A-DIA DO DESENVOLVIMENTO DA&lt;br /&gt;ATIVIDADE PROFISSIONAL DE DIFERENTES PROFISSIONAIS DO HIJG –&lt;br /&gt;GÊNEROS TEXTUAIS&lt;br /&gt;Autor(es) - Rosângela Benta de Souza da Silveira&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 5 - A VOZ DAS CRIANÇAS COMO INSTRUMENTO METODOLÓGICO&lt;br /&gt;PARA REPENSAR A EDUCAÇÃO NO CONTEXTO HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)-Tania Mª F. Geremias&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 6 - RELATO DE EXPERIÊNCIA JORNAL “NOTÍCIAS DA CLASSE&lt;br /&gt;HOSPITALAR”&lt;br /&gt;Autor(es)- Angela Maria Sanchez e Maria Aparecida de L R.Roveran&lt;br /&gt;TRAB. 7 - O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO HOSPITALAR E A SUA&lt;br /&gt;FORMAÇÃO: EXPERIÊNCIAS COM ESTUDANTES NA ALA DA ENFERMARIA DO&lt;br /&gt;HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE&lt;br /&gt;Autor(es)- Myrian Soares de Moraes e Carla Daniela Kohn&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 8 - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ESPAÇO HOSPITALAR:&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÕES DE TESES E DISSERTAÇÕES 2000 A 2008&lt;br /&gt;Autor(es)- Elismara Zaias e Ercília Maria Angeli Teixeira de Paula&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 9 - PEDAGOGIA HOSPITALAR E RESILIÊNCIA: ORIENTAÇÕES&lt;br /&gt;CURRICULARES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL VARELA&lt;br /&gt;SANTIAGO DE NATAL&lt;br /&gt;Autor(es)- Cláudia Regina Silva de Azevedo, Antonino Condorelli, Simone Maria da&lt;br /&gt;Rocha&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 10 - O SIGNIFICADO DO ABANDONO ESCOLAR PARA ADOLESCENTES&lt;br /&gt;COM CÂNCER&lt;br /&gt;Autor(es)- Cristina Bressaglia Lucon&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 11 - PROJETO PEDAGÓGICO “RODAS DE LEITURA”&lt;br /&gt;Autor(es)- Cristiane de Jesus Silva, Priscila Amorim Santos e Valnice David de Souza&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 12 - A CLASSE HOSPITALAR E A PROMOÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA&lt;br /&gt;Autor(es)- Edson Vanderlei Zombini , Maria Cecília Focesi Pelicioni&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 13 - AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS HOSPITALARES: PERSPECTIVAS PARA&lt;br /&gt;UMA AÇÃO EDUCATIVA EFICAZ&lt;br /&gt;Autor(es) - Patrícia Trindade Nakagome, Fabiana Aparecida DE MELO Oliveira E&lt;br /&gt;Graciella Watanabe&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 14 - IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA PEDAGÓGICOEDUCACIONAL&lt;br /&gt;À BEBÊS PRÉ-TERMOS E COM BAIXO PESO NA CLASSE&lt;br /&gt;HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Jucélia Linhares Granemann, Alexandra Ayache Anache&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 15 - CURRÍCULO DA CLASSE HOSPITALAR DO HOSPITAL REGIONAL DE&lt;br /&gt;MATO GROSSO DO SUL –HRMS&lt;br /&gt;Autor(es)- Simone Paim AlmeidaLMEIDA, Maristela Fernandes Lisboa e Clementina&lt;br /&gt;Oliveira Lourenço&lt;br /&gt;________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 16 - CLASSE HOSPITALAR: UM DIREITO DO ALUNO HOSPITALIZADO&lt;br /&gt;Autor(es)- Jucélia Linhares Granemann&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 17 - FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ESPAÇO HOSPITALAR:&lt;br /&gt;PERSPECTIVAS TEÓRICO-PRÁTICAS&lt;br /&gt;Autor(es)- Lauane Baroncelli Nunes e Maria das Graças Siqueira dos Santos&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 18- A ARTE COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA&lt;br /&gt;Autor(es)- Ana Lúcia T. Schilke e Simone Botelho&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 19- A PRÁTICA AVALIATIVA EM CONTEXTO HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Fátima Julia Martins da Silva e Patrícia Ponte Metz&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 20- PEDAGOGIA HOSPITALAR: O DIÁLOGO EDUCAÇÃO E SAÚDE&lt;br /&gt;REDIMENSIONANDO A FORMAÇÃO DOCENTE&lt;br /&gt;Autor(es)- Leda Virgínia Alves Moreno e Regina Lucia Gifoni Luz de Brito&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 21 - A INTERDISCIPLINARIDADE COMO PROPOSTA AO TRABALHO&lt;br /&gt;DOCENTE EM AMBIENTE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Patrícia Trindade Nakagome, Fabiana Aparecida de Melo Oliveira E Graciella&lt;br /&gt;Watanabe&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 22 - METODOLOGIA EDUCACIONAL NO CENTRO DE TRATAMENTO DE&lt;br /&gt;QUEIMADOS&lt;br /&gt;Autor(es)- Terezinha de Jesus Abreu de Souza, Marina Bigaton Sabadotto e Naira Silva&lt;br /&gt;Guimarães&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 23 - ENCONTROS NACIONAIS SOBRE ATENDIMENTO ESCOLAR&lt;br /&gt;HOSPITALAR: UMA PRIMEIRA ANÁLISE&lt;br /&gt;Autor(es)- Amanda Carneiro de Oliveira, Bárbara Braga Wepler e Eneida Simões da&lt;br /&gt;Fonseca&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 24 - PRÁTICA PEDAGÓGICA EM CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Suzy de Castro Alves&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 25 - PROGRAMA PROSSEGUIR: EDUCAÇÃO HOSPITALAR NA REGIÃO&lt;br /&gt;METROPOLITANA DE BELÉM/PARÁ.&lt;br /&gt;Autor(es)- Gilda Maria Maia Martins Saldanha e Izabel Cristina Ferreira Oliveira&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 26 - CLASSE HOSPITALAR: UM DIREITO PARA TODAS AS CRIANÇAS&lt;br /&gt;HOSPITALIZADAS?&lt;br /&gt;Autor(es) - Tyara Carvalho de Oliveira, Amélia Escotto do Amaral Ribeiro e Robson&lt;br /&gt;Cavalcante&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 27 -ADAPTAÇÃO CURRICULAR NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Cláudia Pinto Carvalho Araújo; Geane Aparecida de Vasconcelos Yada e&lt;br /&gt;Patrícia Vasconcelos Alves&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 28 - HUMANIZANDO O CUIDAR DA CRIANÇA NO HOSPITAL: UMA&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÃO À EDUCAÇÃO ESPECIAL.&lt;br /&gt;Autor(es)- Maria das Graças Queiroz Machado&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 29 - A ESCOLA HOSPITALAR: UM ESTUDO SOBRE O&lt;br /&gt;ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGOGÓCO E O DESENVOLVIMENTO ESCOLAR&lt;br /&gt;DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS POR TEMPO PROLONGADO&lt;br /&gt;Autor(es)-Francisca Maria de Sousa e José Ribamar T. Rodrigues&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 30 - EDUCAÇÃO FÍSICA EM AMBIENTES HOSPITALARES: INDICATIVOS&lt;br /&gt;PARA O ENSINO NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL&lt;br /&gt;Autor(es)-Lisandra Invernizzi e Alexandre Fernandez Vaz&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 31 - OLHAR SOBRE A CLASSE HOSPITALAR DO CPPHO/UFBA.&lt;br /&gt;Autor(es) - Aline Daiane Nunes Mascarenhas&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 32 - O TRABALHO DA CLASSE HOSPITALAR DO INCA COM CRIANÇAS&lt;br /&gt;SUBMETIDAS A TRATAMENTO PÓS – CIRÚRGICO&lt;br /&gt;Autor (es): Izabel Christina Machado de Oliveira; Gabriela Porto Guedes; Rosane Martins&lt;br /&gt;dos Santos&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;Resumos&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 1 - O PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA NA ENFERMARIA DA&lt;br /&gt;HEMODIALISE DO HOSPITAL ANA NERI&lt;br /&gt;Autor(es) - Janúsia Conceição Teixeira Machado&lt;br /&gt;Sendo a leitura e a escrita essencial a comunicação do ser humano em diferentes meios&lt;br /&gt;culturais, é que após anamnese pedagógica e atividades de diagnóstico foi observada a&lt;br /&gt;necessidade de se criar um projeto voltado para lectoescrita junto aos alunos na enfermaria&lt;br /&gt;da hemodiálise do Hospital Ana Neri a fim de desenvolver e proporcionar a construção de&lt;br /&gt;sistemas que representem reais significados na elaboração de suas hipóteses lingüísticas.&lt;br /&gt;Tendo como objetivo principal o desenvolvimento dos alunos a percepção do legado da&lt;br /&gt;leitura e escrita que os cerca no cotidiano e oportunizá-los para novas modalidades textuais&lt;br /&gt;que podem ser conquistadas através da reconstrução do mundo letrado em que vive.&lt;br /&gt;Ressaltando neste processo outras nuances que lhe serão colocadas como a importância da&lt;br /&gt;leitura, compreensão e interpretação das diversas linguagens estando os mesmos em um&lt;br /&gt;ambiente hospitalar outrora não familiar. A escrita de textos diversos com adequação a cada&lt;br /&gt;realidade, expressando idéias, conhecimentos e pensamentos através do registro escrito e&lt;br /&gt;sua compreensão de funcionalidade nos diversos usos da linguagem. Em sua metodologia&lt;br /&gt;utilizou-se a diversidade histórica cultural como eixo articulador na ação da lectoescrita&lt;br /&gt;como uma habilidade adquirida de poder ler e escrever interpretando criticamente.&lt;br /&gt;Temáticas suscitadas pelo grupo irão ocorrer através de uma análise e reflexão a qual estará&lt;br /&gt;interligada a interdisciplinaridade diante de diferentes conhecimentos. Assim o professor&lt;br /&gt;fará sua mediação conforme as construções forem emergindo buscando estabelecer uma&lt;br /&gt;relação dialógica, posicionando-se de forma clara e contextualizada. Diante de vários&lt;br /&gt;aspectos observados junto aos alunos é necessário partir de abordagens e instrumentos que&lt;br /&gt;irão além da escola como a contribuição do letramento, já que os mesmos são alunos do&lt;br /&gt;SEJA (Segmento da Educação de Jovens e Adultos) na faixa etária de 21 á 62 anos. Alguns&lt;br /&gt;já haviam desistido de compreender o mundo ou de estudar por acharem que não havia&lt;br /&gt;mais tempo, pois estavam focados em suas enfermidades. A valorização dos diferentes&lt;br /&gt;saberes na elevação da auto-estima e no desenvolvimento de uma consciência critica de sua&lt;br /&gt;cidadania é pertinente neste processo. Antes mesmo de estarem em um ambiente escolar,&lt;br /&gt;em seu meio social já faziam leituras e interpretações pessoais que são importantes para seu&lt;br /&gt;desenvolvimento e que seu resgate vai contribuir muitas vezes em seu aprendizado. Como&lt;br /&gt;Paulo Freire coloca quando diz que “a leitura do mundo precede a leitura da palavra”.&lt;br /&gt;Dessa forma, esse trabalho fundamenta-se em Ferreiro e Teberosky, e na epistemologia&lt;br /&gt;genética de Piaget e suas teorias psicolingüísticas. Respeitando assim a concepção inicial&lt;br /&gt;do processo de leitura e escrita feita pelo adulto não desvinculado do letramento “o&lt;br /&gt;resultado da ação de ensinar ou de aprender a ler e escrever: o estado ou a condição que&lt;br /&gt;adquire um grupo social ou um individuo como conseqüência de ter-se apropriado da&lt;br /&gt;escrita”, deixando clara a diferença entre a aquisição da leitura e escrita pelo adulto aqui&lt;br /&gt;mencionado tendo como princípio educacional a andragogia, pois o adulto possui um&lt;br /&gt;conhecimento de mundo e dos códigos de sua comunidade ainda que não tenha se&lt;br /&gt;apropriado ainda dos códigos da alfabetização, tanto o letramento como a alfabetização&lt;br /&gt;caminham de forma a um ajudar ao outro na compreensão da leitura e escrita. Estar sensível&lt;br /&gt;as necessidades dos alunos é de fundamental importância, pois nem todos estão no mesmo&lt;br /&gt;nível de aprendizagem embora com necessidades incomuns no que se refere a leitura e a&lt;br /&gt;escrita onde muito embora já escreva ou leia não tem uma compreensão do mesmo e&lt;br /&gt;solicitam esta aquisição onde a relação do grupo na enfermaria interagindo coletivamente&lt;br /&gt;na circulação de diversos saberes ajuda a todos. Foram atendidos 18 alunos entre o período&lt;br /&gt;de abril a dezembro de 2008, com resultados satisfatórios por parte dos alunos, tendo um&lt;br /&gt;deles retornado a escola regular. Conclui-se que cabe ao educador ter bem claro seu papel&lt;br /&gt;de mediador. Sendo assim, se faz pertinente e propício o desenvolvimento deste processo&lt;br /&gt;na enfermaria da hemodiálise em que é fomentado novos saberes dialógicos ultrapassando a&lt;br /&gt;sala de aula convencional e a comunidade, trazendo experiências e levando novas na&lt;br /&gt;interação do sujeito e sua cultura.&lt;br /&gt;Palavras-chaves: Leitura , Escrita, Letramento.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 2 - TUTORIA ENTRE IGUAIS: RESSIGNIFICANDO O PAPEL DO ALUNO E&lt;br /&gt;DO PROFESSOR NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es) - Maria Celeste Ramos da Silva&lt;br /&gt;Ao ser internada, a criança e o adolescente passam a conviver em um espaço&lt;br /&gt;completamente estranho e desconhecido, diferente do qual estão acostumados a interagir,&lt;br /&gt;tudo no hospital se distancia das suas atividades cotidianas e das pessoas com as quais estão&lt;br /&gt;habitualmente acostumadas a se relacionar, como seus amigos, colegas de escola,&lt;br /&gt;familiares, dentre outras atividades. No momento da hospitalização, passa a fazer parte de&lt;br /&gt;uma rotina da qual não estava habituada a seguir. As rotinas hospitalares fazem com que se&lt;br /&gt;sintam desprotegidas e sozinhas, apesar de hoje contarem com a presença de um de seus&lt;br /&gt;familiares, geralmente a mãe. Todavia, mesmo em companhia de alguém que lhe é muito&lt;br /&gt;próximo (como a da sua mãe), nem sempre a criança ou o adolescente, sentem-se&lt;br /&gt;confortavelmente acolhidos em suas diversas necessidades. Muitas vezes, por força do&lt;br /&gt;desconhecimento da família e dos profissionais de saúde, as crianças e os adolescentes não&lt;br /&gt;são estimulados a movimentarem-se ou a praticarem uma atividade que contribua com seu&lt;br /&gt;desenvolvimento biopsicosocial, permanecendo um longo tempo de hospitalização sem&lt;br /&gt;interagir com atividades lúdicas e/ou pedagógicas. A inclusão, não somente da família, mas&lt;br /&gt;também de práticas educativas e recreativas no ambiente hospitalar, é resultado de um olhar&lt;br /&gt;mais acurado às reais necessidades da infância e adolescência em desenvolvimento, além&lt;br /&gt;da percepção destes como indivíduos com interesses e direitos. O currículo e as práticas&lt;br /&gt;pedagógicas, que regem as classes hospitalares no Brasil, são pouco discutidos. No entanto,&lt;br /&gt;há uma necessidade de se verificar, dentro de suas singularidades, meios práticos e&lt;br /&gt;estratégias técnico-pedagógicas que possam assistir essas classes de maneira eficaz e&lt;br /&gt;produtiva, levando-se em consideração três aspectos que as diferenciam das escolas&lt;br /&gt;regulares: a sazonalidade na permanência deste aluno por um curto ou longo período de&lt;br /&gt;freqüência na classe hospitalar, ou seja, uma grande rotatividade dos alunos; a diferença&lt;br /&gt;entre idade/série e a grande variação de diferentes realidades sócio-culturais, melhor&lt;br /&gt;dizendo, de crianças de diferentes localidades. Sendo assim, este trabalho, tem a intenção&lt;br /&gt;de apresentar a proposta de trabalho utilizada como recurso de cooperação entre iguais: a&lt;br /&gt;tutoria, desenvolvida no Projeto Vida e Saúde das Obras Sociais Irmã Dulce,&lt;br /&gt;Salvador/Bahia. Esta proposta tema pretensão de se chegar a uma proposição de princípios&lt;br /&gt;teóricos-metodológicos que contribuam para nortear as práxis vivenciadas nos hospitais,&lt;br /&gt;assim como, possa servir como referência às escolas hospitalares. A tutoria beneficia-se de&lt;br /&gt;dois recursos com freqüência menosprezados pela escola tradicional como o poder de&lt;br /&gt;colaboração entre os alunos e a diferença dos níveis dentro da sala de aula, vista pelos&lt;br /&gt;professores como perturbadora de sua tarefa educativa. Queixam-se da dificuldade que&lt;br /&gt;enfrentam para desenvolver determinadas atividades em uma turma bastante heterogênea.&lt;br /&gt;Assim sendo, como estratégia de ensino de atenção à diversidade, o trabalho cooperativo ou&lt;br /&gt;aprendizagem entre iguais foi destacado como elemento de primeira ordem pelos autores&lt;br /&gt;que defendem a escola inclusiva. Baseado na criação em duplas com uma relação&lt;br /&gt;assimétrica (em função dos respectivos papéis de tutoria e tutorado), o aluno aprende&lt;br /&gt;atuando como mediador de seu colega, assim, de modo cooperativo, ambos aprendem. A&lt;br /&gt;organização do trabalho a partir da Pedagogia de Projetos, que visa ressignificação de&lt;br /&gt;conteúdos, do processo de investigação e da metacognição possibilitou aos alunospacientes,&lt;br /&gt;outras oportunidades e mecanismos para se pensar nas diversas áreas do&lt;br /&gt;conhecimento, pois em face da característica multisseriada, esta proposta conforma uma&lt;br /&gt;riqueza nas interações das crianças que priorizam em suas relações a auto-ajuda. Isto,&lt;br /&gt;portanto, não só ocorre em relação às crianças, mas também entre os adultos, ou seja, entre&lt;br /&gt;as mães/acompanhantes. É necessário, portanto, pensar no processo de cooperação entre a&lt;br /&gt;comunidade que se forma no contexto da escola hospitalar, e, conseqüentemente, em seu&lt;br /&gt;entorno, é uma primeira tentativa de compreender como as diferenças entre os alunos e as&lt;br /&gt;distâncias culturais variáveis e as afinidades eletivas nos permitirão mostrar que, a ação&lt;br /&gt;pedagógica não é indiferenciada, indiferente às diferenças, mas que a maneira como as&lt;br /&gt;conduzimos podem tanto agravar as desigualdades quanto combatê-las. Por isso que no&lt;br /&gt;processo de tutoria e de aprendizagem entre os alunos-pacientes, é necessário que o&lt;br /&gt;professor esteja atento para buscar apoio a todos os alunos, estimulando-os a aprender a&lt;br /&gt;aprender e a construir uma rede significativa por meio de suas interações.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Tutoria entre iguais, Cooperação, Mediação.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 3 - PROJETO QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA!&lt;br /&gt;Autor(es) - Rosana Sousa de Oliveira da Silva&lt;br /&gt;A arte de contar histórias sempre existiu, desde quando o homem começou a falar e&lt;br /&gt;articular palavras. Sendo uma arte, deve ser trabalhada e estimulada desde a mais tenra&lt;br /&gt;idade, e em quaisquer situações, pois além de entreter e encantar, as histórias educam e&lt;br /&gt;trazem lições de vida, dando contexto a situações, sentimentos e valores. A contação de&lt;br /&gt;histórias é uma forma de leitura, por meio dela, as crianças podem entrar no mundo letrado&lt;br /&gt;mesmo sem saber ler convencionalmente e “a volúpia de ler é um jeito de compreender o&lt;br /&gt;mundo”. Ela serve como uma porta aberta para o imaginário, onde a realidade e a fantasia&lt;br /&gt;se sobrepõem, e, como ferramenta de trabalho na tarefa de educar, deve ser utilizada em&lt;br /&gt;seus vários aspectos. A história trás o abstrato ao entendimento, permitindo a aptidão de se&lt;br /&gt;fazer adaptações. Quem não gosta de uma boa história? Quem não se identifica, é empático&lt;br /&gt;e aprende com uma bela fábula? Partindo desse pressuposto e tendo em vista a situação&lt;br /&gt;vivenciada na oncologia, quando há certa desmotivação, vômitos e enjôos por conta dos&lt;br /&gt;medicamentos fortes utilizados pelas crianças e com o intuito de promover a escolarização,&lt;br /&gt;a expressividade, o lazer, o sentir-se feliz, envolvido, vivenciando momentos lúdicos e&lt;br /&gt;prazerosos mesmo no ambiente hospitalar é que foi pensado em se trabalhar o projeto&lt;br /&gt;Quem Quiser Que Conte Outra!, pois como afirma Ceccim, uma pedagogia que busca a&lt;br /&gt;atenção integral à vida manifesta em sua práxis o sentir, como princípio de vida. As&lt;br /&gt;histórias, os contos, as fábulas, os mitos e outros textos literários serviram como “pano de&lt;br /&gt;fundo” para a introdução de conteúdos didáticos curricular. O foco do projeto foi estimular&lt;br /&gt;à imaginação, o lazer, a arte e o prazer pela leitura, favorecendo assim, a comunicação, bem&lt;br /&gt;como a pseudo-leitura, ampliação da expressividade e enriquecimento do vocabulário. Para&lt;br /&gt;isso, foi utilizada uma metodologia variada, valendo-se da narrativa com diversos recursos&lt;br /&gt;como livros, livros vivos, textos, fantoches, desenhos ampliados personagens de E. V. A.,&lt;br /&gt;além de dramatizações e recontos de forma criativa. Durante o projeto, foi estimulada a&lt;br /&gt;participação dos pais que acompanhavam os pacientes, criando situações para que eles&lt;br /&gt;lessem para seus filhos. Esses, além de serem momentos de aprendizagem para ambos,&lt;br /&gt;foram momentos de troca de afeto, de bem-estar e de descontração. Isso foi muito&lt;br /&gt;importante, pois estar o dia todo, todos os dias, observando e participando do tratamento do&lt;br /&gt;filho, na maioria das vezes, deixava-os tristes, preocupados e irritados. Todo o processo&lt;br /&gt;aconteceu com a participação ativa dos alunos-pacientes que embora às vezes estivessem&lt;br /&gt;debilitados, ouviam atentamente e produziam atividades dentro das suas limitações.&lt;br /&gt;Atividades estas através de desenhos, colagens, escritos e exposições de painéis. As aulas&lt;br /&gt;eram ministradas dentro das enfermarias onde as crianças recebiam a quimioterapia e&lt;br /&gt;outros medicamentos como também no corredor, para aqueles que estavam esperando&lt;br /&gt;resultados de exames, e tinham como suporte metodológico, as portas das enfermarias, que&lt;br /&gt;se tornaram murais. Toda a avaliação foi processual observando-se interesse, estado físico,&lt;br /&gt;desejo e participação dos alunos. Não acreditamos que o processo de leitura se encerrou&lt;br /&gt;com a culminância do projeto, mas que a “semente” da leitura foi semeada para aquelas&lt;br /&gt;crianças e pais que tiveram a oportunidade de vivenciá-lo. O eixo temático foi a lectoescrita&lt;br /&gt;e avaliamos que o objetivo foi alcançado á partir do momento que presenciamos os&lt;br /&gt;alunos-pacientes produzindo as atividades com prazer, apesar de todo contra tempo e dos&lt;br /&gt;rigores da vida que eles estavam enfrentando. Conclui-se que ao educando cabe a leitura&lt;br /&gt;nas entre linhas de um olhar para que a aprendizagem aconteça, pois na arte de contar&lt;br /&gt;histórias se educa. Quando receberam o portfólio das suas atividades, o brilho no olhar e&lt;br /&gt;alegria demonstrados disseram que valeu apena acreditar no prazer da leitura. Alguns dos&lt;br /&gt;alunos que acompanhei no processo já faleceram, mas tiveram o direito e a oportunidade de&lt;br /&gt;continuarem estudando enquanto puderam e tiveram forças.&lt;br /&gt;Palavras-chaves: Leitura, Contação de histórias, Ludicidade.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 4 - A ESCRITA APLICADA NO DIA-A-DIA DO DESENVOLVIMENTO DA&lt;br /&gt;ATIVIDADE PROFISSIONAL DE DIFERENTES PROFISSIONAIS DO HIJG –&lt;br /&gt;GÊNEROS TEXTUAIS&lt;br /&gt;Autor(es) - Rosângela Benta de Souza da Silveira&lt;br /&gt;Justificativa: Ministrar aulas de língua portuguesa na sala de aula de uma classe hospitalar&lt;br /&gt;para alunos do 6º ao 9º ano é um desafio diário, pois pensar o ensino de português para&lt;br /&gt;turmas multisseriadas compostas por alunos dos quais não conhecemos sua história de&lt;br /&gt;aprendizagem, os conhecimentos que já possuem (uma vez que é como se todo o dia fosse&lt;br /&gt;o primeiro dia de aula do ano letivo), requer um grande exercício de reflexão da minha&lt;br /&gt;prática e estudos sobre o ensino da língua materna. Para fazer um trabalho em grupo e não&lt;br /&gt;apenas trabalhar atividades diferenciadas conforme a série do aluno, é essencial planejar&lt;br /&gt;aulas que contemplem todas as séries finais do ensino fundamental e que favoreçam a todos&lt;br /&gt;os alunos um avanço no seu processo de construção do aprendizado da língua. Além disso,&lt;br /&gt;a proposta desse trabalho é evidenciar ao aluno a linguagem como organismo vivo,&lt;br /&gt;fazendo-o refletir e analisar o uso da escrita e leitura em situações reais, para finalidades&lt;br /&gt;profissionais. Objetivos gerais: desenvolver um conteúdo de LP com atividades de&lt;br /&gt;aprendizagem significativa que envolva o cotidiano do HIJG e aproxime o estudo da língua&lt;br /&gt;à vivência dos alunos nesta Instituição. Apropriar o conceito de texto, linguagem verbal e&lt;br /&gt;não verbal e de gênero textual. Objetivos específicos: verificar a aplicabilidade da língua&lt;br /&gt;portuguesa nas atividades profissionais; observar os vários tipos de textos produzidos no&lt;br /&gt;interior do HIJG; reconhecer que um texto pode ser produzido utilizando a linguagem&lt;br /&gt;verbal, a linguagem não verbal ou ambas; apresentar os diferentes formatos de texto;&lt;br /&gt;perceber que um texto não tem, necessariamente, que ter início, meio e fim; compreender&lt;br /&gt;que as diferentes estruturas de texto são gêneros textuais distintos. Metodologia/estratégias:&lt;br /&gt;ativação de conhecimentos prévios: conversa em sala sobre o que é um texto; aula&lt;br /&gt;expositiva sobre linguagem verbal e não-verbal; percorrer os corredores do HIJG&lt;br /&gt;fotografando todo o tipo de informação encontrada (placas de porta, cartazes, indicação de&lt;br /&gt;serviços, murais, extintor de incêndio, etc.); fazer vídeo dos alunos explicando os tipos de&lt;br /&gt;linguagens encontradas em alguns textos; elaboração coletiva do conceito de texto;&lt;br /&gt;entrevistar alguns profissionais do HIJG sobre o que escrevem para exercer suas funções no&lt;br /&gt;hospital e recolher amostras dessas escritas; produção de cartaz com tabela para&lt;br /&gt;agrupamento (em gênero textual) dos textos produzidos pelos funcionários entrevistados;&lt;br /&gt;análise e agrupamento dos textos recolhidos nos gêneros textuais correspondentes;&lt;br /&gt;elaboração coletiva do conceito de gênero textual. Conclusão: O resultado deste trabalho&lt;br /&gt;foi muito rico. Os alunos que participaram (5ª à 8ª séries), inicialmente, não sabiam&lt;br /&gt;conceituar texto e ligavam a palavra texto à leitura, interpretação e compreensão (atividades&lt;br /&gt;do livro didático). Verbalizaram que texto tem que ter início, meio e fim e deram como&lt;br /&gt;exemplo, após não conseguirem conceituá-lo, as redações que eles costumam produzir em&lt;br /&gt;sala de aula sobre dengue, meio ambiente, etc. Descobriram que as faixas coloridas&lt;br /&gt;pintadas no piso do corredor do HIJG e que indicam serviços e saídas também são textos,&lt;br /&gt;transmitem informação. Aprenderam o que é linguagem verbal e não verbal e entenderam&lt;br /&gt;que cada estrutura textual é um gênero diferente e que existem inúmeros gêneros textuais.&lt;br /&gt;A participação de alguns profissionais do HIJG foi muito interessante, pois, ao participarem&lt;br /&gt;da aula, a técnica de enfermagem teve outra função para o internado, extrapolando o fazer&lt;br /&gt;os procedimentos e dar medicamentos. Este planejamento foi realizado várias vezes durante&lt;br /&gt;o ano e em todas as vezes os alunos ficaram encantados com as suas descobertas. Após a&lt;br /&gt;aula realizou-se uma auto-avaliação em que os alunos verbalizaram a aprendizagem dos&lt;br /&gt;conteúdos trabalhados e o avanço que tiveram.&lt;br /&gt;Palavras chaves: Classe hospitalar, Língua portuguesa, Gêneros textuais.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 5 - A VOZ DAS CRIANÇAS COMO INSTRUMENTO METODOLÓGICO&lt;br /&gt;PARA REPENSAR A EDUCAÇÃO NO CONTEXTO HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)-Tania Mª F. Geremias&lt;br /&gt;A partir da década de 80 pesquisadores se votam a discutir e pesquisar a infância. No&lt;br /&gt;campo das Classes Hospitalares (CH) poucos estudos investigam quem são as crianças&lt;br /&gt;hospitalizadas e como percebem os espaços de convivência hospitalar. Por serem os&lt;br /&gt;hospitais contextos com proposta de atendimento pedagógico educacional ainda se&lt;br /&gt;consolidando e se constituindo com o próprio movimento das suas práticas, e a maioria das&lt;br /&gt;classes hospitalares atenderem sujeitos que habitam diversas regiões e lugares, isso implica&lt;br /&gt;numa diversidade cultural grande e importante de ser apreendida. Investigar as vozes&lt;br /&gt;vindas destas crianças que habitam diferentes espaços geográficos e culturais nos&lt;br /&gt;possibilitará conhecer e ampliar os estudos sobre este tema, favorecendo a reflexão e a&lt;br /&gt;visibilidade necessária sobre a prática pedagógica que se realiza nos hospitais.&lt;br /&gt;Conheceremos outras visões de mundo - as das crianças - coerentes com o contexto em que&lt;br /&gt;atuamos. Ceccim respalda a valorização da singularidade das expressões de vida de cada&lt;br /&gt;criança, de estar atento ao que a criança quer dizer através de suas expressões e de seus&lt;br /&gt;silêncios, perpassando o atendimento escolar e manifestando-se em todo o discorrer da&lt;br /&gt;internação. Para ele “a escuta pedagógica deve transcender o físico e ser um meio de&lt;br /&gt;agenciar conexões, necessidades intelectuais, emoções e pensamentos, numa perspectiva de&lt;br /&gt;atenção integral como escuta à vida”. Essa competência é para Fontes um ofício do&lt;br /&gt;professor no hospital que emerge da disponibilidade de estar com o outro e para o outro.&lt;br /&gt;Diferencia a escuta pedagógica das demais escutas realizadas no hospital pelo Serviço&lt;br /&gt;Social e Psicologia por considerar que a pedagógica ‘traz a marca da construção do&lt;br /&gt;conhecimento sobre aquele espaço, aquela rotina, as informações médicas ou aquela&lt;br /&gt;doença, de forma lúdica e, ao mesmo tempo, didática. Na realidade não é uma escuta sem&lt;br /&gt;eco. É uma escuta da qual brota o diálogo, que é a base de toda a educação’. Muito se tem&lt;br /&gt;produzido e publicado sobre educação, criança e infância e as pesquisas têm contribuído&lt;br /&gt;para redimensionarmos o cotidiano das instituições escolares. Conhecer esse cotidiano,&lt;br /&gt;saber o que pensam as crianças, ingressar no mundo real das práticas educativas, por que&lt;br /&gt;agem de determinada forma, é imprescindível para atuarmos nela. Sarmento refere à&lt;br /&gt;possibilidade de captar os mundos sociais e culturais da infância, construindo elementos&lt;br /&gt;para a análise das relações entre infância e escola. Perceber a criança necessita desafiar-se a&lt;br /&gt;outros olhares, romper com perspectivas culturais adultocêntricas, alfabetizar-se nas&lt;br /&gt;múltiplas linguagens pelas quais se expressam, aprender a escutar, registrar e representar as&lt;br /&gt;suas vozes e movimentos. Estudos recentes trazem a perspectiva das crianças como seres&lt;br /&gt;atuantes, que contribuem na construção de suas próprias realidades e não como apenas&lt;br /&gt;reprodutores do que lhes é conferido pelos adultos. Dar voz ao aluno será o principal&lt;br /&gt;objetivo desta pesquisa: o que as crianças pensam sobre a prática pedagógica desenvolvida&lt;br /&gt;na Classe Hospitalar do Hospital Infantil Joana de Gusmão – HIJG – Florianópolis- SC.&lt;br /&gt;Conseqüentemente será inevitável dar visibilidade à dinâmica de trabalho desta classe&lt;br /&gt;hospitalar, identificando nas falas das crianças, o que pensam sobre esse espaço situado&lt;br /&gt;num ambiente que cuida da saúde; revelando o significado cotidiano das suas ações. Esta&lt;br /&gt;pesquisa destacará as experiências de aprendizagem de crianças que freqüentam as séries&lt;br /&gt;iniciais: o encontro da criança com os espaços da CH, a relação da criança com a&lt;br /&gt;professora, com os colegas, suas opiniões sobre os espaços e atividades desenvolvidas,&lt;br /&gt;valendo-se destas informações para compreender como eles percebem e expressam suas&lt;br /&gt;vivências escolares. Não existem muitas pesquisas que possam nos dar indícios de&lt;br /&gt;estratégias metodológicas, onde seja considerada a voz da criança como material empírico&lt;br /&gt;de pesquisa. O olhar das crianças das séries iniciais, freqüentadoras da Classe Hospitalar&lt;br /&gt;do Hospital Infantil Joana de Gusmão, de Florianópolis - SC, a respeito do significado&lt;br /&gt;cotidiano das ações pedagógicas realizadas neste espaço, é a busca desta pesquisa que por&lt;br /&gt;meio de diferentes linguagens (fotografias, filmagens, depoimentos, desenhos,&lt;br /&gt;dramatizações, utilização de áudio, etc), buscará revelar o que elas pensam sobre a prática&lt;br /&gt;pedagógica desenvolvida naquele espaço. Conforme Minayo “a importância dessa técnica&lt;br /&gt;reside no fato de podermos captar uma variedade de situações ou fenômenos que não são&lt;br /&gt;obtidos por meio de perguntas, uma vez que, observados diretamente na própria realidade,&lt;br /&gt;transmitem o que há de mais imponderável e evasivo na vida real.” Se são essas as mais&lt;br /&gt;adequadas estratégias metodológicas para dar conta dessa finalidade, ainda não sabemos. O&lt;br /&gt;processo é que nos indicará se serão necessários outros caminhos.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Criança hospitalizada, Vozes, Classe hospitalar.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 6 - RELATO DE EXPERIÊNCIA JORNAL “NOTÍCIAS DA CLASSE&lt;br /&gt;HOSPITALAR”&lt;br /&gt;Autor(es)- Angela Maria Sanchez e Maria Aparecida de L R.Roveran&lt;br /&gt;O desenvolvimento físico, emocional, social e educacional é afetado em crianças adoecidas&lt;br /&gt;e hospitalizadas. A situação causa mudanças sensíveis em seu cotidiano, podendo acarretar&lt;br /&gt;traumas devido à natureza do evento e ao ambiente adverso a que é submetido. Pode-se&lt;br /&gt;observar que muitas crianças em tratamento ficam ansiosas para retornar às atividades&lt;br /&gt;escolares. A Classe Hospitalar é importante visto que é reconhecida dentro da proposta de&lt;br /&gt;humanização da assistência hospitalar e inserida como compromisso assumido pelo&lt;br /&gt;Ministério da Educação, por meio da Secretaria da Educação Especial, com a finalidade de&lt;br /&gt;assegurar a inclusão de alunos que apresentam necessidades especiais. Não obstante a&lt;br /&gt;situação de hospitalização, uma questão crucial se fez presente: Como motivar a criança a&lt;br /&gt;produzir textos dentro deste contexto diferenciado? No atendimento diário, observa-se que&lt;br /&gt;as dificuldades pedagógicas são evidentes em relação à escrita, ortografia e entendimento&lt;br /&gt;de texto sejam eles convencionais ou não e a necessidade de um trabalho envolvente,&lt;br /&gt;divertido e que promova a leitura, a escrita, organização e socialização dos conhecimentos.&lt;br /&gt;Decidiu-se, então, partir de uma realidade diferenciada (a situação de internação) e propor&lt;br /&gt;às crianças hospitalizadas a produção de textos, poesias, entretenimento e receitas&lt;br /&gt;culinárias, considerando as funções e o funcionamento da escrita, bem como as condições&lt;br /&gt;nas quais são produzidas: para que, para quem, onde e como se escreve, auxiliando-as a&lt;br /&gt;entender fatos e construir conceitos, procedimentos, valores e atitudes relacionadas ao ato&lt;br /&gt;de escrever, além de utilizar uma ferramenta motivadora: o “computador”. As atividades&lt;br /&gt;precisam fazer sentido aos alunos-pacientes, com começo, meio e fim, e em tempo&lt;br /&gt;determinado dentro da rotina diferenciada na qual estão inseridos. Objetivo: Relatar a&lt;br /&gt;vivência da criação do Jornal “Notícias da Classe Hospitalar”. O presente estudo é do tipo&lt;br /&gt;qualitativo, descritivo, a partir de um relato de experiência desenvolvido pelas pedagogas&lt;br /&gt;da classe hospitalar de um hospital infantil estadual da zona leste da cidade de São Paulo,&lt;br /&gt;junto com os alunos/pacientes, vindos de diferentes comunidades e escolas. Neste Jornal as&lt;br /&gt;crianças, através da escrita, registram o momento vivenciado durante a doença e a dor. A&lt;br /&gt;produção do jornal faz parte de um projeto didático, ou seja, uma modalidade de trabalho&lt;br /&gt;em que há uma atividade com vistas a um produto final. Desde o inicio as crianças sabem&lt;br /&gt;que irão escrever textos para compartilhar e expor para comunidade hospitalar. Essa é a&lt;br /&gt;diferença mais relevante do projeto para outras formas de organizar os saberes, quer dizer,&lt;br /&gt;as crianças compartilham o objetivo do jornal, sabem por que estão realizando as&lt;br /&gt;atividades, sabem qual é a funcionalidade desta atividade e com isso se esforçam e se&lt;br /&gt;envolvem, pois atribuem sentido, condição determinante para uma relação favorável com o&lt;br /&gt;aprendizado. Num primeiro momento consideram-se os saberes das crianças sobre a escrita&lt;br /&gt;e a motivação para produzirem os textos, sendo muitas vezes necessário a intervenção das&lt;br /&gt;professoras. No segundo momento, enfatiza-se o objetivo do jornal, que os relatos e as&lt;br /&gt;histórias escritas serão compartilhados com a comunidade hospitalar, para diversão dos&lt;br /&gt;leitores. Alguns alunos escrevem, outros apenas desenham, pois uma das características da&lt;br /&gt;classe hospitalar é a diversidade, isto é, o ritmo de aprendizagem é diferente, apresentando&lt;br /&gt;desafios ajustados a cada um. A heterogeneidade faz parte da vida escolar e a nós cabe&lt;br /&gt;respeitar e planejar situações de aprendizagem para todos. Para finalizar, após as&lt;br /&gt;produções, são feitas as leituras e revisões levando-os a situações de reflexão, identificando&lt;br /&gt;as dificuldades tanto discursivas, textuais e ortográficas e fazendo os ajustes necessários&lt;br /&gt;partindo assim para o produto final o “Jornal”. A tarefa permite desencadear uma&lt;br /&gt;discussão mais geral sobre o cuidado que precisamos ter ao escrever. Resultados: Ao&lt;br /&gt;aproximarmo-nos dessa experiência percebemos a capacidade criadora e a apropriação da&lt;br /&gt;linguagem escrita como forma de expressão. A exposição dos relatos é uma amostra da&lt;br /&gt;competência escritora destes pequenos estudantes, que revelam a cada instante a capacidade&lt;br /&gt;de transformar seu conhecimento em diversão e ao retornar ao seu dia-a-dia, dar&lt;br /&gt;continuidade ao seu processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, criamos um ambiente&lt;br /&gt;positivo e estimulante dentro do espaço hospitalar. Conclusões: O trabalho envolvendo as&lt;br /&gt;TIC´s (TECNOLOGIAS de INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO) é uma importante&lt;br /&gt;ferramenta de aprendizagem, na melhoria da qualidade de vida da criança hospitalizada,&lt;br /&gt;proporcionando, muitas vezes, a melhora do quadro clínico. Acreditamos que tal&lt;br /&gt;possibilidade minimiza os problemas decorrentes das necessidades de internação,&lt;br /&gt;colaborando com a reinserção da criança na rotina escolar. Outro aspecto que merece&lt;br /&gt;destaque é a possibilidade da iniciação digital, seja ela lúdica, pedagógica ou até mesmo&lt;br /&gt;como recurso terapêutico do aluno-paciente.&lt;br /&gt;Palavras-chaves: Classe hospitalar, Motivação, Aprendizagem.&lt;br /&gt;TRAB. 7 - O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO HOSPITALAR E A SUA&lt;br /&gt;FORMAÇÃO: EXPERIÊNCIAS COM ESTUDANTES NA ALA DA ENFERMARIA DO&lt;br /&gt;HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE&lt;br /&gt;Autor(es)- Myrian Soares de Moraes e Carla Daniela Kohn&lt;br /&gt;A pedagogia hospitalar, ramo da pedagogia voltado para a educação dentro do ambiente&lt;br /&gt;hospitalar, exige tanto do professor, graduado na área de educação como do aluno,&lt;br /&gt;graduando em processo de aquisição de conceitos, uma metodologia, avaliação, atividades&lt;br /&gt;próprias para serem trabalhadas com a criança em processo de tratamento no hospital. A&lt;br /&gt;internação é um momento doloroso para a criança, a qual deixa de freqüentar ambientes de&lt;br /&gt;socialização como a escola, a própria família, entre outros, deixa de estar com os amigos e&lt;br /&gt;passa a viver uma realidade bastante nova e sofrida. Esta que deixa a criança ansiosa,&lt;br /&gt;ociosa, querendo a presença dos pais sempre ao seu lado, fazendo de tudo para chamar a&lt;br /&gt;atenção dos que estão ao seu redor de alguma forma. Nesse sentido, Matos e Mugiatti&lt;br /&gt;afirmam que os pais devem participar de forma que estejam presentes no cenário que as&lt;br /&gt;crianças criam quando estão internadas, pois estes ocupam lugar de destaque na realidade&lt;br /&gt;pela qual estão passando. Diante de tudo isso, a exigência de uma formação específica para&lt;br /&gt;os profissionais que atuam na área é imprescindível a partir do instante que vai lidar com&lt;br /&gt;pais e crianças ao mesmo tempo. Como estudantes, temos percebido, com muita freqüência&lt;br /&gt;que os profissionais saem das universidades com aporte teórico muito restrito no sentido de&lt;br /&gt;estar voltado mais para os princípios básicos sem conhecerem e serem formados para áreas&lt;br /&gt;mais específicas, como é o caso da formação para os profissionais que atuam na pedagogia&lt;br /&gt;hospitalar, na pedagogia empresarial, entre outros ramos que a grade curricular do curso&lt;br /&gt;não oferece. Para atuar no campo da pedagogia dentro do hospital é necessário que, antes&lt;br /&gt;de tudo, o profissional queira ter a iniciativa de fazer do hospital um ambiente diferente aos&lt;br /&gt;olhos do aluno hospitalizado. Ou seja, um ambiente humanizador onde os alunos aprendem&lt;br /&gt;a mudar seu conceito de hospital, a partir de sua doença, manuseando alguns instrumentos&lt;br /&gt;utilizados por eles que os fazem sentir dor, criando, assim, uma outra perspectiva: a do&lt;br /&gt;brincar. Dessa forma, a criança vai percebendo que o processo de hospitalização passa do&lt;br /&gt;sofrimento da dor para o prazer em brincar e socializar-se com outras crianças que também&lt;br /&gt;estão passando pela mesma situação. Além disso, ao pensar num ambiente humanizador&lt;br /&gt;pensa-se num trabalho a partir do lúdico, fazendo com que a criança expresse seus&lt;br /&gt;sentimentos a partir de jogos, brincadeiras, pinturas entre outras atividades realizadas que&lt;br /&gt;são convidativas para as crianças por deixarem-nas menos ansiosas e ocuparem seu tempo&lt;br /&gt;e, ao mesmo tempo, estimulam nos seus processos de desenvolvimento e de aprendizagem&lt;br /&gt;à medida que nas brincadeiras aprendem a contar, a diferenciar cores, formas, medidas&lt;br /&gt;entre outras a depender da idade e da situação de saúde em que se encontram. Como&lt;br /&gt;atuantes em uma experiência desenvolvida na ala da pediatria do Hospital Universitário da&lt;br /&gt;Universidade Federal de Sergipe durante os últimos três anos, temos sentido a importância&lt;br /&gt;da formação do pedagogo no hospital que vai além das teorias ensinadas na área da&lt;br /&gt;educação, mas que precisa passar por fundamentações da psicologia para entender a criança&lt;br /&gt;na situação que está passando e por algum suporte no que se refere ao conhecimento de&lt;br /&gt;doenças pouco conhecidas para leigos na área de saúde. Intrínseco a tudo isso, o papel de&lt;br /&gt;escuta pedagógica tem sido evidenciado como papel fundamental dentro da realidade&lt;br /&gt;hospitalar pelo fato de as crianças sentirem a necessidade de expressarem o que estão&lt;br /&gt;passando. Ceccim (1997) apresenta a escuta pedagógica do desenvolvimento infantil como&lt;br /&gt;uma escuta diferenciada da psicológica e da biológica. Essa parte das vivências dos alunos,&lt;br /&gt;trazendo assim as perspectivas de cada um como desejos de cura, expectativas ao voltar&lt;br /&gt;para onde reside, entre outros. Podemos afirmar que a formação para o profissional da&lt;br /&gt;educação hospitalar é fundamental para formar o aluno-paciente da melhor forma possível,&lt;br /&gt;respeitando os limites da doença, trabalhando a sua motivação e contribuindo para que, a&lt;br /&gt;partir das atividades haja uma melhor recuperação. Para que isso aconteça é necessário que&lt;br /&gt;haja espaços de troca e de formação dentro e fora dos meios acadêmicos a fim de&lt;br /&gt;possibilitar o desenvolvimento teórico nessa área que ainda é muito pouco conhecido.&lt;br /&gt;Apesar da pouca informação, estamos em constante aprendizagem através de um&lt;br /&gt;aprimoramento cada vez maior das referências bibliográficas que dão suporte a nossa&lt;br /&gt;prática com crianças em processo de hospitalização. Isso nos faz entender melhor o mundo&lt;br /&gt;da criança e interagir com elas em suas particularidades.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Formação, Hospital, Pedagogia.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 8 - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ESPAÇO HOSPITALAR:&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÕES DE TESES E DISSERTAÇÕES 2000 A 2008&lt;br /&gt;Autor(es)- Elismara Zaias e Ercília Maria Angeli Teixeira de Paula&lt;br /&gt;O presente trabalho apresenta uma análise das principais teses e dissertações defendidas&lt;br /&gt;entre os anos de 2000 a 2008 a respeito de práticas pedagógicas em contextos hospitalares.&lt;br /&gt;A metodologia utilizada nesta pesquisa foi qualitativa e quantitativa. Os procedimentos&lt;br /&gt;utilizados foram: sistematização de teses e dissertações sobre a educação em contexto&lt;br /&gt;hospitalar; análise dos resumos das teses e dissertações e levantamento de categorias;&lt;br /&gt;análise aprofundada das contribuições dos trabalhos que abordam especificamente as&lt;br /&gt;práticas pedagógicas na classe hospitalar. A sistematização das teses e dissertações resultou&lt;br /&gt;num total de 38 trabalhos produzidos entre os anos de 2000 a 2008. Estas pesquisas foram&lt;br /&gt;distribuídas nos seguintes Programas de Pós-Graduação: em Educação (30 trabalhos),&lt;br /&gt;Psicologia (4 trabalhos), Educação Científica e Tecnológica (3 trabalhos) e Enfermagem (1&lt;br /&gt;trabalho). Cabe destacar que nos anos de 2000 e 2004 foram produzidos apenas um&lt;br /&gt;trabalho por ano sobre o assunto. Já no ano de 2008 observou-se o maior número de&lt;br /&gt;produções totalizando 10 dissertações e 2 teses, o que evidencia um maior reconhecimento&lt;br /&gt;e preocupação com esta forma de educação. Os 38 trabalhos analisados foram&lt;br /&gt;sistematizados em 13 categorias: possibilidades e limites da relação entre saúde e educação&lt;br /&gt;(1 dissertação); formação de professores (6 dissertações e 1 tese); papel e formação do&lt;br /&gt;pedagogo no hospital (3 dissertações); reinserção da criança hospitalizada na escola regular&lt;br /&gt;(1 dissertação e 1 tese); sentido da escolaridade hospitalar para a criança hospitalizada (2&lt;br /&gt;dissertações e 1 tese); o currículo na classe hospitalar (1 dissertação); a compreensão da&lt;br /&gt;escola regular sobre a escola no hospital (1 dissertação); processo organizacional da classe&lt;br /&gt;hospitalar (1 dissertação); as TICs na educação hospitalar (4 dissertações); percepções da&lt;br /&gt;família com relação à distância da escolaridade da criança hospitalizada (1 dissertação);&lt;br /&gt;análise do processo de implantação de classe hospitalar (2 dissertações); processo de&lt;br /&gt;exclusão escolar da criança hospitalizada (1 dissertação); práticas pedagógicas no hospital&lt;br /&gt;(10 dissertações e 1 tese). Nesta pesquisa, optou-se pela análise dessa última categoria,&lt;br /&gt;práticas pedagógicas no contexto hospitalar, tendo em vista o maior número de produções e&lt;br /&gt;a necessidade de conhecimento mais aprofundado com relação às ações educacionais em&lt;br /&gt;ambientes hospitalares. Diante disso identificou-se que a maioria das pesquisas apontam&lt;br /&gt;que: a) a classe hospitalar tem um grande desafio de construir uma prática diferenciada da&lt;br /&gt;escola regular, considerando o estado da criança hospitalizada; b) o acompanhamento&lt;br /&gt;pedagógico no ambiente hospitalar proporciona a continuidade dos estudos sem defasagens&lt;br /&gt;no retorno para a escola regular; c) muitas vezes a classe hospitalar não considera as&lt;br /&gt;particularidades das crianças nem a doença, pois o professor age como se estivesse em uma&lt;br /&gt;classe regular; d) necessidade de discussões que possam apontar caminhos para a melhora&lt;br /&gt;da aprendizagem neste ambiente; e) necessidade de reconhecimento desta modalidade de&lt;br /&gt;educação como parte integrante do sistema oficial de ensino. A análise dessas produções&lt;br /&gt;evidencia também que o direito e acesso à educação para todos têm suscitado o&lt;br /&gt;reconhecimento e a necessidade de uma educação em diferentes contextos, extrapolando os&lt;br /&gt;muros escolares. Em geral, os pesquisadores destacam que as crianças hospitalizadas&lt;br /&gt;durante muito tempo foram consideradas incapazes de dar continuidade aos seus estudos,&lt;br /&gt;ocasionando defasagens no aprendizado ao retornarem para a escola regular. Perante isso,&lt;br /&gt;os autores enfatizam que a pedagogia hospitalar procura atender essas crianças e&lt;br /&gt;adolescentes hospitalizados que permanecem longe do seu processo de escolaridade,&lt;br /&gt;garantindo, desta forma, a continuidade e democratização do acesso ao conhecimento.&lt;br /&gt;Portanto, ficou evidente na análise dos trabalhos as contribuições para se pensar a prática&lt;br /&gt;pedagógica no hospital e refletir os elementos e fenômenos que a constituem para a&lt;br /&gt;efetivação do ensino dentro do espaço hospitalar. Ainda são poucos os trabalhos que&lt;br /&gt;focalizam a educação em contexto hospitalar, por isso a maioria das produções acadêmicas&lt;br /&gt;tendem a apontar estudos mais aprofundados nessa área para a compreensão da pedagogia&lt;br /&gt;hospitalar.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Classe hospitalar, Práticas pedagógicas, Revisão de Literatura.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 9 - PEDAGOGIA HOSPITALAR E RESILIÊNCIA: ORIENTAÇÕES&lt;br /&gt;CURRICULARES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL VARELA&lt;br /&gt;SANTIAGO DE NATAL&lt;br /&gt;Autor(es)- Cláudia Regina Silva de Azevedo, Antonino Condorelli, Simone Maria da&lt;br /&gt;Rocha&lt;br /&gt;O conceito de resiliência e o papel do educador na sua promoção: alguns indivíduos&lt;br /&gt;conseguem ter um desenvolvimento psíquico e social “saudável” – com relação ao seu&lt;br /&gt;contexto sócio-histórico de referência e/ou ao equilíbrio entre dimensão cognitiva, afetiva,&lt;br /&gt;corporal e relacional - após golpes que estilhaçaram o seu universo sensorial e simbólico.&lt;br /&gt;Esta faculdade tem sido batizada pelas ciências humanas de resiliência. Boris Cyrulnik&lt;br /&gt;mostra que para que se produza um trauma é necessário que um acontecimento – uma&lt;br /&gt;saliência significativa, que se torna tal em virtude das predisposições sensoriais de cada&lt;br /&gt;indivíduo - destrua o universo de sentido estruturado pela pessoa a partir das interações&lt;br /&gt;construídas nos seus primeiros anos, e sucessivamente que a representação deste&lt;br /&gt;acontecimento lhe confira um significado doloroso. As principais chaves para a promoção&lt;br /&gt;da resiliência são vínculo e sentido. Este último é sempre o produto de uma construção&lt;br /&gt;intersubjetiva, alheia a qualquer determinismo ou causalidade linear, na qual intervêm&lt;br /&gt;múltiplos fatores: a presença ou ausência de figuras de apego significativas, a possibilidade&lt;br /&gt;de expressar ou encenar a própria experiência para ressignificá-la, entre outros. A&lt;br /&gt;hospitalização e a improvisa irrupção na vida da criança de procedimentos invasivos&lt;br /&gt;representam uma ruptura dramática de seu universo de sentido estruturado, até então, ao&lt;br /&gt;redor da vida familiar e um começo de vida escolar e comunitária. Sendo o encontro a&lt;br /&gt;principal condição estruturante de nossas representações e emoções, o educador pode&lt;br /&gt;desenvolver um papel determinante na promoção de resiliência na criança, inclusive a&lt;br /&gt;hospitalizada, se souber construir com ela vínculos afetivos significativos e fornecer-lhe a&lt;br /&gt;oportunidade de representar sua história para ressignificá-la. Promovendo a resiliência com&lt;br /&gt;a educação em ambiente hospitalar: O atendimento pedagógico hospitalar se torna um fator&lt;br /&gt;promotor de resiliência ao gerar a percepção de que o hospital e a sociedade acreditam na&lt;br /&gt;volta ao mundo da criança enferma. A continuidade da escolarização cria esperança, uma&lt;br /&gt;perspectiva de vida. Cyrulnik mostra que uma simples atitude do educador pode modificar&lt;br /&gt;a trajetória de um educando. A experiência da equipe pedagógica do Centro de&lt;br /&gt;Oncohematologia Infantil (COHI) do Hospital Varela Santiago de Natal, Rio Grande do&lt;br /&gt;Norte, mostra que e a brincadeira, a capacidade das educadoras de manter a alegria no fazer&lt;br /&gt;educacional e o estabelecimento de vínculos afetivos com as crianças internadas, ao avivar&lt;br /&gt;nestas últimas a chama da esperança de cura, incentivam a resposta positiva do organismo&lt;br /&gt;aos tratamentos, amenizam o sofrimento físico e psíquico e aumentam a vontade de viver,&lt;br /&gt;de brincar e de aprender. O planejamento pedagógico da equipe do COHI tem considerado&lt;br /&gt;a situação individual de cada educando, tendo em conta sua escolaridade e procedência.&lt;br /&gt;Exploraram-se temas cognitivos diferentes com cada criança, a partir de uma avaliação da&lt;br /&gt;zona de desenvolvimento proximal delas, isto é, dos conteúdos que cada uma tem a&lt;br /&gt;potencialidade de aprender. Este respeito pelas potencialidades de cada aluno reforçou&lt;br /&gt;sensivelmente a auto-estima dos educandos. Atualmente, está sendo planejada uma&lt;br /&gt;atividade inspirada em Freinet: o incentivo à redação de um “livro da vida” por parte de&lt;br /&gt;cada criança, não apenas como ferramenta para estimular o desenvolvimento da escrita e da&lt;br /&gt;leitura, mas como possibilidade de ressignificar a própria experiência e socializar os&lt;br /&gt;próprios relatos. Considerações finais: A partir da nossa experiência, acreditamos que&lt;br /&gt;a organização curricular do trabalho pedagógico com crianças hospitalizadas necessite&lt;br /&gt;incorporar fatores promotores de resiliência tais como a escrita de si e a ludicidade e deixar&lt;br /&gt;ampla autonomia aos educadores, para que possam analisar as potencialidades de cada&lt;br /&gt;aluno e planejar estratégias cognitivas o mais possíveis individualizadas.&lt;br /&gt;Palavras-Chave: Resiliência, Pedagogia Hospitalar, Currículo.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 10 - O SIGNIFICADO DO ABANDONO ESCOLAR PARA ADOLESCENTES&lt;br /&gt;COM CÂNCER&lt;br /&gt;Autor(es)- Cristina Bressaglia Lucon&lt;br /&gt;O câncer na adolescência condensa em um grande emaranhado os subterrâneos das&lt;br /&gt;histórias familiares, os fantasmas de um corpo em transformação, a inibição da sexualidade,&lt;br /&gt;a presença sombria da morte, a descoberta do mundo dos hospitais, o afastamento da&lt;br /&gt;família, dos amigos, dos objetos pessoais e da vida escolar. O adoecimento por câncer neste&lt;br /&gt;período do desenvolvimento humano constitui um fenômeno caracterizado por um&lt;br /&gt;acontecimento, que comporta uma série de modificações de ordem objetiva e subjetiva que&lt;br /&gt;pode representar para o adolescente um não ser igual. Neste sentido, com as lentes do&lt;br /&gt;hospital ele passa de uma condição de saudável ou normal para portador de uma doença ou&lt;br /&gt;anomalia reconhecida e legitimada por um diagnóstico médico. A hospitalização do&lt;br /&gt;adolescente gera mudanças dolorosas em todos os aspectos de sua vida. O diagnóstico&lt;br /&gt;médico é, ao mesmo tempo, esperado e temido por ele e sua família. São situações novas e&lt;br /&gt;difíceis, nas quais o número de informações é grande e seu conteúdo é, por vezes, doloroso.&lt;br /&gt;Frente a esta realidade tem-se como objetivo neste artigo discutir por meio de uma pesquisa&lt;br /&gt;bibliográfica qual é o significado do abandono escolar para esses adolescentes. A pesquisa&lt;br /&gt;destaca que os adolescentes denunciam a escola, pois esta não entende o momento o qual&lt;br /&gt;estão vivenciando e queixam-se de não poderem realizar atividades, trabalhos e provas no&lt;br /&gt;próprio hospital. A importância desse estudo encontra-se em demonstrar as possíveis&lt;br /&gt;contribuições que a classe hospitalar pode trazer para esses adolescentes doentes, pois a&lt;br /&gt;escola no contexto hospitalar significa dar continuidade aos seus estudos escolares, a fim de&lt;br /&gt;que não percam seu curso, não se convertam em repetentes e não venham a interromper&lt;br /&gt;seus estudos e, principalmente, uma questão de respeito ao ser humano, à sua dignidade, à&lt;br /&gt;sua liberdade e aos seus inalienáveis direitos. Essa iniciativa também, dentro do contexto&lt;br /&gt;hospitalar, pode beneficiar a saúde mental do paciente-aluno e refletir positivamente nos&lt;br /&gt;aspectos da sua saúde física e contribuir, sensivelmente, para diminuir seu tempo de&lt;br /&gt;internação e melhor acompanhamento curricular na volta à escola regular. Por sua vez, a&lt;br /&gt;classe hospitalar é uma modalidade emergente que, apesar do amparo legal, sofre para&lt;br /&gt;estabelecer, em amplitude nacional, seu estatuto educacional, tanto nos contratos de ensino&lt;br /&gt;quanto hospitalares. Importante lembrar que o câncer é apenas uma das doenças que&lt;br /&gt;obrigam crianças e adolescentes a se ausentarem da escola. Há inúmeras outras que também&lt;br /&gt;prejudicam a vida escolar como: asma, problemas renais crônicos, diabetes, cardiopatias,&lt;br /&gt;epilepsia, hemofilia, desnutrição, problemas ortopédicos, entre outros. Assim, reconhecer&lt;br /&gt;que a oportunidade de aprender no hospital, obviamente passível de erros e acertos, como&lt;br /&gt;em qualquer outro ambiente escolar, aberto a novas alternativas, e, principalmente,&lt;br /&gt;fundamentada em princípios humanizadores e científicos, é uma excelente forma de ajudar&lt;br /&gt;o escolar enfermo. Dessa forma, se torna fundamental a necessidade da união de interesses&lt;br /&gt;da Saúde e da Educação, pois a falta de comunicação entre essas duas áreas pode&lt;br /&gt;comprometer os direitos básicos de crianças e adolescentes doentes. A pesquisa&lt;br /&gt;bibliográfica realizada neste estudo evidenciou por intermédio da discursividade dos&lt;br /&gt;adolescentes com câncer o que para eles significa o abandono escolar. Por meio dos seus&lt;br /&gt;relatos percebe-se o problema do excesso de faltas e da perda de provas e trabalhos, a falta&lt;br /&gt;de compreensão da escola com relação à situação a qual estão vivenciando e&lt;br /&gt;principalmente, sentem falta da escola. O problema do adolescente com câncer mostra o&lt;br /&gt;quão é insidiosa e corrosiva a influência das circunstâncias adversas que imperam nos&lt;br /&gt;sistemas de educação e saúde, tanto na vida presente como futura do paciente-aluno. A&lt;br /&gt;sociedade encontra-se em débito com esses alunos-pacientes, pois são seus direitos: saúde e&lt;br /&gt;educação. Enfim, as soluções vão muito além, de uma simples necessidade de escolarização&lt;br /&gt;no ambiente hospitalar, pois abrangem instâncias que requerem novas alternativas práticas&lt;br /&gt;integradas de aprendizagem, com o envolvimento de todos os aspectos: cognitivos,&lt;br /&gt;afetivos, corporais e sociais, é uma visão integral do ser humano. Visão esta que possa&lt;br /&gt;estrategicamente redefinir novas condições de vida que representem o verdadeiro elo para&lt;br /&gt;um viver e conviver dignamente que todo cidadão merece.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Adolescentes com câncer, Abandono escolar, Classe hospitalar.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 11 - PROJETO PEDAGÓGICO “RODAS DE LEITURA”&lt;br /&gt;Autor(es)- Cristiane de Jesus Silva, Priscila Amorim Santos e Valnice David de Souza&lt;br /&gt;O presente projeto surgiu a partir da aplicação e análise da anamnese pedagógica com os&lt;br /&gt;alunos-pacientes envolvidos neste processo. O trabalho com a leitura é compreendido como&lt;br /&gt;algo que atravessa todas as áreas do conhecimento e não apenas centrada nas competências&lt;br /&gt;/ habilidades da leitura, escrita e linguagem oral da Língua Portuguesa. Este projeto busca&lt;br /&gt;que a leitura se constitua em uma via de acesso à aprendizagem nas disciplinas do&lt;br /&gt;currículo, no atendimento aos interesses e necessidades das diferentes faixas etárias e níveis&lt;br /&gt;de escolaridade e à diversidade cultural de seus leitores, no sentido de qualificá-los para o&lt;br /&gt;acesso, com competência e autonomia, às diferentes linguagens em variados suportes&lt;br /&gt;textuais. Como objetivo geral almejamos promover a melhoria da qualidade da&lt;br /&gt;aprendizagem e a descoberta do prazer pela leitura dos alunos das classes hospitalares do&lt;br /&gt;Hospital Roberto Santos, através do fortalecimento da prática da leitura como condição&lt;br /&gt;indispensável à sua formação integral e ao exercício da cidadania. O projeto está sendo&lt;br /&gt;desenvolvido com variadas estratégias para estimular os alunos na prática da leitura e da&lt;br /&gt;escrita e para atender às especificidades de cada aluno (deficiências: visual, auditiva,&lt;br /&gt;motora e mental), tais como: Utilização das estratégias de leitura (a saber: antecipação,&lt;br /&gt;verificação, inferência, constatação); “Hora do conto”; “Leitura itinerante” (textos&lt;br /&gt;andantes); Atividades lúdicas, campeonatos, recontos, saraus e dramatizações; Organização&lt;br /&gt;e exposição de todo material produzido (no mural do hospital, nas mostras pedagógicas, no&lt;br /&gt;portfólio, entre outros); Poesia fora da estante (produções cotidianas); A arte de ver e de&lt;br /&gt;ouvir (TV, som , DVD, gravuras); “Produção escrita” .A avaliação está sendo processual e&lt;br /&gt;formativa. A observação do desenvolvimento dos alunos e a análise das produções&lt;br /&gt;permitirão o desenvolvimento de novas atividades que procurem atingir as dificuldades que&lt;br /&gt;irão surgindo durante as produções. Para isso a avaliação será feita da seguinte forma:&lt;br /&gt;observação da participação ativa dos alunos; interesse e disposição no desenvolvimento das&lt;br /&gt;atividades; Acompanhamento e análise de atividades; Apreciação e leitura dos trabalhos&lt;br /&gt;expostos em murais; Relatórios bimestrais; Ficha específica de acompanhamento do aluno&lt;br /&gt;(elaborada pelas docentes).&lt;br /&gt;Palavras-chave: Leitura, Conhecimento, Prazer.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 12 - A CLASSE HOSPITALAR E A PROMOÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA&lt;br /&gt;Autor(es)- Edson Vanderlei Zombini , Maria Cecília Focesi Pelicioni&lt;br /&gt;A promoção da saúde é definida como o processo de capacitação da comunidade para atuar&lt;br /&gt;na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle&lt;br /&gt;deste processo. As estratégias da promoção da saúde incluem uma ação coordenada entre&lt;br /&gt;diferentes setores e segmentos da sociedade visando realizar ações para a obtenção de&lt;br /&gt;condições conducentes à saúde; bem como assegurar a oportunidade de conhecer e&lt;br /&gt;controlar os seus fatores determinantes. O desenvolvimento de habilidades e atitudes&lt;br /&gt;pessoais favoráveis encontra-se entre os campos de ação da promoção da saúde. Para tanto,&lt;br /&gt;é importante difundir informações corretas e implementar a educação em saúde em&lt;br /&gt;diferentes ambientes, garantindo assim a aquisição de poder técnico e consciência política.&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde, em 2001, criou o Programa Nacional de Humanização da&lt;br /&gt;Assistência Hospitalar - PNH destinado a estimular uma nova cultura de atendimento à&lt;br /&gt;saúde. Humanizar compreende principalmente restabelecer valores como a cidadania e o&lt;br /&gt;direito à participação social e à saúde como qualidade de vida. É uma forma de assistência&lt;br /&gt;que valoriza a qualidade técnica do cuidado associado ao reconhecimento da singularidade&lt;br /&gt;e integralidade do indivíduo. Dentre as diretrizes da PNH está o incentivo às práticas de&lt;br /&gt;promoção da saúde. A Sociedade Brasileira de Pediatria, no biênio 2001/2003, elaborou as&lt;br /&gt;recomendações para a atenção hospitalar humanizada à criança e ao adolescente buscando&lt;br /&gt;minimizar os efeitos negativos, físico, emocional e social da internação hospitalar e garantir&lt;br /&gt;o respeito e a cidadania. Um dos passos preconizados é a promoção do acolhimento&lt;br /&gt;hospitalar que orienta, dentre outras coisas, estimular a participação da criança em&lt;br /&gt;atividades lúdicas, culturais e educacionais, durante a sua hospitalização, quando o seu&lt;br /&gt;estado de saúde assim o permitir. Atividades educativas realizadas durante a internação&lt;br /&gt;reduz a ansiedade inerente à hospitalização, minimizam a dor, o medo, e a desconfiança;&lt;br /&gt;além de dar a oportunidade de a criança atualizar suas necessidades e desvincular-se&lt;br /&gt;mesmo que momentaneamente das restrições que um tratamento hospitalar impõe. A&lt;br /&gt;criação de ambientes favoráveis à promoção da saúde é uma das cinco recomendações da&lt;br /&gt;Carta de Ottawa, elaborada a partir da I Conferência Internacional de Promoção da Saúde.&lt;br /&gt;Atendendo aos interesses das crianças, os hospitais devem buscar estratégias para manter&lt;br /&gt;um espaço reservado para o desenvolvimento destas atividades: a classe hospitalar.&lt;br /&gt;Vivenciar uma classe hospitalar é um determinante favorável à melhoria da qualidade de&lt;br /&gt;vida durante a hospitalização sendo, portanto, um importante coadjuvante na promoção da&lt;br /&gt;saúde. Objetivos: Verificar as contribuições de um trabalho pedagógico-educacional em&lt;br /&gt;classe hospitalar para a promoção da saúde das crianças; identificar as percepções,&lt;br /&gt;opiniões, representações sociais e práticas das crianças internadas que freqüentam a classe&lt;br /&gt;hospitalar bem como de seus pais e/ou responsáveis e educadores em relação a essa&lt;br /&gt;experiência; promover oficinas de educação continuada para os educadores especializados.&lt;br /&gt;Metodologia: O trabalho pedagógico desenvolvido por professores em classe hospitalar&lt;br /&gt;previamente capacitados utilizando como material de apoio um manual de saúde ocular&lt;br /&gt;com ênfase à saúde global do indivíduo em desenvolvimento e ao seu meio ambiente,&lt;br /&gt;visando a promoção e educação em saúde. O manual lançado em 2009 foi submetido à&lt;br /&gt;avaliação prévia de profissionais da saúde e educação por meio da técnica de grupo focal.&lt;br /&gt;Como recurso complementar há um material de multimídia contendo informações sobre&lt;br /&gt;promoção da saúde apresentado de uma forma bastante lúdica. A avaliação do recurso&lt;br /&gt;pedagógico é feita pela capacidade de estimular as crianças à elaboração de material&lt;br /&gt;relacionado ao assunto em períodos relativamente curtos de internação. Serão realizadas&lt;br /&gt;entrevistas semi-estruturadas com os pais das crianças e com os educadores avaliando suas&lt;br /&gt;percepções em relação a esta experiência. Práticas e comportamentos dos alunos durante as&lt;br /&gt;atividades serão analisadas. Resultados parciais: O estudo em andamento tem mostrado a&lt;br /&gt;importância da utilização de um manual visando à saúde integral da criança como apoio nas&lt;br /&gt;ações de educação continuada aos educadores, para a construção de conhecimentos na área&lt;br /&gt;de promoção e educação em saúde, incorporando-se às atividades em classes hospitalares&lt;br /&gt;mesmo em breves períodos de internação; as atividades da classe hospitalar podem&lt;br /&gt;contribuir para que a internação seja uma experiência positiva na vida destas crianças,&lt;br /&gt;melhorando a sua auto-estima e suas possibilidades de relacionamento humano; assim&lt;br /&gt;como diminuir a tensão dos pais e a preocupação em relação à ruptura do cotidiano das&lt;br /&gt;crianças.&lt;br /&gt;Palavras- chave: Promoção da Saúde, Humanização, Classe hospitalar.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 13 - AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS HOSPITALARES: PERSPECTIVAS PARA&lt;br /&gt;UMA AÇÃO EDUCATIVA EFICAZ&lt;br /&gt;Autor(es) - Patrícia Trindade Nakagome, Fabiana Aparecida DE MELO Oliveira E&lt;br /&gt;Graciella Watanabe&lt;br /&gt;Avaliação é uma das palavras de ordem no debate atual sobre educação. Entre tantas&lt;br /&gt;polêmicas que cercam seu amplo uso sistêmico e as dificuldades de se trabalhar com o tema&lt;br /&gt;como parte do processo de aprendizagem escolar, há um aspecto fundamental: seu caráter&lt;br /&gt;informativo, que permite tomadas de ação menos improvisadas e intuitivas. Em relação ao&lt;br /&gt;atendimento pedagógico em âmbito hospitalar, há que se ressaltar a flexibilidade da&lt;br /&gt;legislação e o descaso do poder público, fatores que favorecem uma significativa variedade&lt;br /&gt;de iniciativas de intervenção pedagógica que, por vezes, dificultam a análise de seus&lt;br /&gt;resultados objetivos e subjetivos. A avaliação das ações pedagógicas hospitalares, seja em&lt;br /&gt;seus projetos de intervenção concretos, seja na produção acadêmica, ainda é incipiente.&lt;br /&gt;Consideramos, no entanto, que o desenvolvimento de critérios que orientem a área&lt;br /&gt;possivelmente se dará em concomitância com a ampliação do atendimento e de pesquisas&lt;br /&gt;sobre o tema, algo crescente nesta década. Refletir sobre a avaliação da aprendizagem e&lt;br /&gt;seus principais impasses, bem como problematizar e apontar parâmetros acerca dos&lt;br /&gt;processos de avaliação no cotidiano da prática pedagógica hospitalar são nossos objetivos&lt;br /&gt;ao longo desse artigo. Nesse sentido, almejamos entrar em contato com parte do polêmico&lt;br /&gt;debate acerca do papel da avaliação no processo de aprendizagem e, por outro lado, tentar&lt;br /&gt;romper com um discurso que defende a presença do professor no hospital sobretudo com o&lt;br /&gt;objetivo de aliviar tensões inerentes ao processo de internação por meio de atividades&lt;br /&gt;recreativas e terapêuticas. Assim, destacamos certo esvaziamento da função do professor&lt;br /&gt;defendido por alguns pesquisadores, sobretudo no que se refere, em certo sentido, à&lt;br /&gt;garantia do processo de escolarização em ambientes díspares da sala de aula tradicional.&lt;br /&gt;Apoiamo-nos em um referencial teórico-metodológico que incita a investigação e&lt;br /&gt;problematização de questões que comumente são silenciadas e/ou simplesmente preteridas.&lt;br /&gt;Destarte, identificamos que o debate acerca de aspectos propriamente pedagógicos em&lt;br /&gt;âmbito hospitalar, tal como a busca por estratégias para a produção e divulgação de&lt;br /&gt;conhecimento junto aos educandos, a preocupação com um currículo flexível e instigante, a&lt;br /&gt;elaboração/definição de projetos políticos pedagógicos, além da própria avaliação –junto a&lt;br /&gt;tantos outros aspectos essenciais- acabam sendo temas desprezados na grande maioria das&lt;br /&gt;publicações. O papel secundário da avaliação, por exemplo, fica evidente na revisão da&lt;br /&gt;literatura considerada para a elaboração deste artigo. Na produção acadêmica nacional&lt;br /&gt;acerca do papel da escolarização para crianças e adolescentes enfermos, bem como acerca&lt;br /&gt;das experiências pedagógicas desenvolvidas em hospitais, de um total de 45 dissertações de&lt;br /&gt;mestrado, 8 teses de doutorado, 7 livros e aproximadamente 60 artigos, constatou-se que&lt;br /&gt;apenas dois artigos abordavam diretamente a temática da avaliação. Discutir a relevância de&lt;br /&gt;avaliar a aprendizagem representa uma resistência a um discurso e práxis até então&lt;br /&gt;recorrentes em muitas escolas hospitalares, pois coloca o conhecimento, não o tratamento&lt;br /&gt;de saúde, em primeiro plano. A avaliação, por representar um limite concreto da ação&lt;br /&gt;educativa, revela-se como um ponto privilegiado para analisar criticamente os limites e as&lt;br /&gt;possibilidades do sistema que envolve essas iniciativas de educação para os alunos&lt;br /&gt;pacientes. Aprendizagem e avaliação são aspectos que nem sempre apresentam uma&lt;br /&gt;correspondência direta. No caso das experiências em âmbito hospitalar, o distanciamento&lt;br /&gt;entre essas duas facetas educativas é ainda maior, já que estão a cargo de instituições&lt;br /&gt;diferentes. Enquanto o desenvolvimento das atividades pedagógicas cabe à escola&lt;br /&gt;hospitalar, a avaliação, especialmente aquela que define a aprovação / reprovação de um&lt;br /&gt;aluno, acaba recaindo sobre a escola de origem. Como se vê, há diversos pontos pouco&lt;br /&gt;problematizados acerca da avaliação em educação hospitalar. Tentar compreendê-los é uma&lt;br /&gt;forma de revelar o que se oculta atrás de um discurso de tônica terapêutica e de ações&lt;br /&gt;políticas ainda incipientes, que desconsideram a difícil relação entre a escola hospitalar e a&lt;br /&gt;escola de origem, e o trabalho que aquela realiza considerando a especificidade de cada&lt;br /&gt;aluno.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Avaliação, Aprendizagem, Ações pedagógicas.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 14 - IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA PEDAGÓGICOEDUCACIONAL&lt;br /&gt;À BEBÊS PRÉ-TERMOS E COM BAIXO PESO NA CLASSE&lt;br /&gt;HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Jucélia Linhares Granemann, Alexandra Ayache Anache&lt;br /&gt;Estudos que retratam os processos de desenvolvimento e aprendizagem de recém-nascidos&lt;br /&gt;e demais crianças menores têm revolucionado os diferentes setores multidisciplinares,&lt;br /&gt;particularmente os que trabalham com crianças nascidas pré-termo e com baixo peso.&lt;br /&gt;Porém, quanto mais baixo o peso de nascimento, maior a probabilidade de as crianças&lt;br /&gt;terem problemas de desenvolvimento com sequelas de difícil reversão. Crianças pré-termo&lt;br /&gt;com peso abaixo de 1500g tendem a apresentar problemas de deficiência mental e&lt;br /&gt;sensorial. Ampliam-se as técnicas para diagnóstico e terapêutica no atendimento aos bebês&lt;br /&gt;pré-termos, sobreviventes e egressos de UTINs, com necessidade da participação de&lt;br /&gt;diversos profissionais de saúde, educação e assistência social. Assim, a primeira etapa desta&lt;br /&gt;pesquisa será realizada por análise de documento: prontuários de crianças nascidas prétermo&lt;br /&gt;oferecerão subsídios para elaboração dos outros instrumentos desta pesquisa&lt;br /&gt;(entrevistas e questionários, com informações sobre a criança, a mãe, a família estendida,&lt;br /&gt;os profissionais envolvidos e os atendimentos). Para a segunda etapa, dinâmica&lt;br /&gt;conversacional e completamento de frases darão informações sobre o sentido subjetivo da&lt;br /&gt;prematuridade e seu impacto no processo de desenvolvimento e aprendizagem da mãe e das&lt;br /&gt;crianças nascidas pré-termo. As avaliações das condições neonatais registradas nos&lt;br /&gt;prontuários até a sua alta hospitalar fornecerão indicadores de prognóstico no&lt;br /&gt;desenvolvimento da criança. Para acompanhamento do processo de desenvolvimento,&lt;br /&gt;utilizaremos a Escala de desenvolvimento do Comportamento da Criança de Elizabeth&lt;br /&gt;Batista Pinto, Luiz Celso Pereira Vilanova e Raymundo Manno Vieira e o Inventário de&lt;br /&gt;Níveis de Funcionamento Psicossocial, de Maria Rita Mendes Leal. Os registros fornecerão&lt;br /&gt;um banco de dados sobre o desenvolvimento global e a aprendizagem dos sujeitos da&lt;br /&gt;pesquisa. Na primeira etapa, será necessário um estudo exploratório do ambiente hospitalar&lt;br /&gt;para estabelecer vínculos com os profissionais responsáveis pelo atendimento das crianças&lt;br /&gt;pré-termo e com os que trabalham no setor de arquivo médico. A seguir, serão pesquisados&lt;br /&gt;os documentos disponibilizados e construir-se-ão instrumentos de pesquisa a fim de&lt;br /&gt;registrar as informações decorrentes das observações e das intervenções realizadas no&lt;br /&gt;ambiente hospitalar, para construção de indicadores sobre as implicações da prematuridade&lt;br /&gt;e seu impacto no processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças nascidas prétermo.&lt;br /&gt;A primeira etapa desta pesquisa contará com recursos da estatística descritiva para&lt;br /&gt;mapear os fatores determinantes do nascimento de crianças pré-termo no setor de Pediatria&lt;br /&gt;(UTIN, CTI e enfermarias) do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, CG/MS.&lt;br /&gt;Os conteúdos das informações serão agrupados por eixos temáticos para se construir&lt;br /&gt;categorias de análise que permitam a compreensão das implicações de prematuridade em&lt;br /&gt;situações de vulnerabilidade e seu impacto no processo de desenvolvimento e&lt;br /&gt;aprendizagem de crianças nascidas pré-termo. A Epistemologia Qualitativa será o&lt;br /&gt;referencial teórico-metodológico para a construção da informação da temática pesquisada a&lt;br /&gt;qual, por meio da análise construtiva-interpretativa nos possibilitará trabalhar com a&lt;br /&gt;complexidade do objeto deste estudo em seus aspectos relacionados às condições da macroestrutura&lt;br /&gt;e como essa vem contribuindo para o processo de constituição dos sujeitos.&lt;br /&gt;Conclusões e resultados preliminares apontam para a existência de um quantitativo&lt;br /&gt;considerável de tais casos, além da necessidade de assistência educacional nessa faixa&lt;br /&gt;etária.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Bebês pré-termos, Aprendizagem, Classe hospitalar.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 15 - CURRÍCULO DA CLASSE HOSPITALAR DO HOSPITAL REGIONAL DE&lt;br /&gt;MATO GROSSO DO SUL –HRMS&lt;br /&gt;Autor(es)- Simone Paim AlmeidaLMEIDA, Maristela Fernandes Lisboa e Clementina&lt;br /&gt;Oliveira Lourenço&lt;br /&gt;Sendo a Classe Hospitalar um serviço destinado a prover, mediante atendimento&lt;br /&gt;especializado, a educação escolar a alunos impossibilitados de freqüentar as aulas em razão&lt;br /&gt;de tratamento de saúde que implique internação hospitalar ou atendimento ambulatorial, a&lt;br /&gt;atuação do professor depende da realidade do hospitalizado, bem como a orientação da sua&lt;br /&gt;escola de origem. O aluno continua recebendo conteúdos pedagógicos, a priori um&lt;br /&gt;currículo da própria classe hospitalar, baseado nas Leis de Diretrizes e Bases da Educação e&lt;br /&gt;assim que a escola envia os conteúdos, passam a ser estes desenvolvidos. O currículo&lt;br /&gt;desenvolvido pela Classe Hospitalar do Hospital Regional, é o mesmo adotado no Ensino&lt;br /&gt;Regular, flexibilizado e adaptado em seus conteúdos, acrescido de uma complementação&lt;br /&gt;específica de acordo com as necessidades do aluno. O desafio da classe hospitalar consiste,&lt;br /&gt;precisamente, em ser capaz de oferecer a cada aluno a resposta às suas necessidades, com a&lt;br /&gt;ajuda pedagógica que ele necessite, ajustando a intervenção educativa a individualidade do&lt;br /&gt;mesmo. A nossa Proposta pedagógica esta sempre de encontro com as necessidades de cada&lt;br /&gt;hospitalizado, um bom vínculo entre professor e aluno e também entre professor da Classe&lt;br /&gt;Hospitalar e profissionais da escola de origem do aluno. O objetivo principal do trabalho do&lt;br /&gt;professor na Classe Hospitalar é o de restaurar os laços com o cotidiano escolar. Possibilitar&lt;br /&gt;ao aluno hospitalizado uma melhor interação social, valorizando suas aptidões e&lt;br /&gt;respeitando seus limites dentro do quadro clinico. Entre as várias opções de atividades&lt;br /&gt;oferecidas pela classe hospitalar, a que se destaca são os Projetos de Datas Comemorativas.&lt;br /&gt;Já faz parte do currículo da Classe Hospitalar do Hospital Regional. São diversificados:&lt;br /&gt;pesquisas, dicionários, músicas, poemas, poesias, textos informativos, narrativos, jogos,&lt;br /&gt;vídeos, internet, etc. Trabalha-se com a diversidade. Respeita o interesse do aluno pelo&lt;br /&gt;direito de escolha, atendendo sempre às necessidades da aprendizagem. Dentro da proposta&lt;br /&gt;educacional geral, a Classe Hospitalar do Hospital Regional visa uma prática pedagógica&lt;br /&gt;com os contextos sociais e culturais, buscando adaptações quando necessário, para atender&lt;br /&gt;quaisquer aluno independentemente das suas condições de hospitalizado, pois a proposta é&lt;br /&gt;garantir a permanência do aluno com sucesso na escola. Nosso currículo é flexível e&lt;br /&gt;adaptado. Manter o vínculo com as escolas é nosso objetivo, de forma a favorecer o&lt;br /&gt;ingresso ou retorno desses alunos à escola regular e sua adequada integração ou&lt;br /&gt;reintegração ao grupo escolar correspondente. Engajamento em atividades cooperativas e&lt;br /&gt;de pesquisa. Ambientes enriquecedores para o desenvolvimento dos conteúdos. Materiais&lt;br /&gt;escritos que estimulem a criatividade: murais e gráficos, computadores. Os recursos, não&lt;br /&gt;são solução de aprendizagem, mas, adaptações onde visam o aprendizado do educando, é&lt;br /&gt;preciso que se pense nas estratégias de ensino e aprendizagem, bem como na avaliação e&lt;br /&gt;nas atividades que levem em conta as dificuldades dos alunos especiais internados,&lt;br /&gt;eliminando atividades que não sejam possíveis de serem cumpridas por parte do aluno&lt;br /&gt;dentro do hospital; nas adaptações, dentro da programação regular, dos objetivos,&lt;br /&gt;conteúdos, e critérios de avaliação, sempre que necessário. Assim, as atividades diárias&lt;br /&gt;fazem parte do cotidiano do aluno, enquanto hospitalizado. Os conteúdos são&lt;br /&gt;desenvolvidos pelos professores que tem como objetivo proporcionar atendimento&lt;br /&gt;pedagógico adequado ao grau de escolaridade e suas especificidades, procurando&lt;br /&gt;considerar que a criança tem suas necessidades, respeitando a vida acadêmica do aluno.&lt;br /&gt;Busca-se conhecer e descobrir as dificuldades e viabilizar recursos a suas limitações, bem&lt;br /&gt;como esclarecer as dúvidas. Havendo interesse em outras áreas possibilita-se material de&lt;br /&gt;forma que o aluno se sinta produtivo, além da integração entre a equipe pedagógica.&lt;br /&gt;Portanto, irá contribuir para a recuperação escolar e de saúde. A atividade escolar&lt;br /&gt;desenvolvida pela classe hospitalar obedece normas do cotidiano do hospital e dos setores&lt;br /&gt;atendidos de forma organizada e harmoniosa com a equipe multidisciplinar, cumprindo a&lt;br /&gt;proposta curricular.&lt;br /&gt;Palavras Chave: Currículo, Adaptação, Educação.&lt;br /&gt;________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 16 - CLASSE HOSPITALAR: UM DIREITO DO ALUNO HOSPITALIZADO&lt;br /&gt;Autor(es)- Jucélia Linhares Granemann&lt;br /&gt;A abertura de serviços que atendam ao direito à educação de um alunado em situação de&lt;br /&gt;doença e/ou hospitalização se concretizou a partir da Política Nacional de Educação&lt;br /&gt;Especial, em 1994, quando a classe hospitalar surgiu como atendimento que possibilita a&lt;br /&gt;escolarização de crianças e jovens internados que estejam em tratamento de saúde. Essa&lt;br /&gt;iniciativa foi matéria de deliberação pela resolução n. 41 de 13 de outubro de 1995, do&lt;br /&gt;Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente , ao passar a exigir a essa&lt;br /&gt;clientela amparo psicológico, acesso às atividades de recreação, aos programas de educação&lt;br /&gt;para a saúde e ao acompanhamento do currículo escolar de acordo com a fase cognitiva,&lt;br /&gt;durante sua permanência hospitalar. Já na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, n.&lt;br /&gt;9394/96, em seu Capítulo V, Artigo 58 § 2°, ratifica-se que o atendimento pedagógico seja&lt;br /&gt;feito, na impossibilidade de em classes comuns de ensino regular, em classes, escolas ou&lt;br /&gt;serviços especializados. Em Mato Grosso do Sul, esse serviço está estruturado em seis&lt;br /&gt;hospitais e em uma casa de apoio a alunos com patologias diversas, oriundos da educação&lt;br /&gt;infantil, ensino fundamental e médio, de escolas municipais, estaduais, particulares e/ou&lt;br /&gt;especializadas nas áreas das deficiências mental, auditiva, física, visual e/ou múltiplas,&lt;br /&gt;além dos alunos com altas habilidades de Campo Grande, do interior, de estados e países&lt;br /&gt;vizinhos. São atendidos, em média, 1200 alunos por mês, nos diversos espaços (sala de&lt;br /&gt;aula, brinquedoteca, leitos, UTIs, CTIs), com proposta pedagógica sociointeracionista, por&lt;br /&gt;23 professores de diferentes áreas do conhecimento com formação em Educação Especial.&lt;br /&gt;O primeiro hospital a prestar esse atendimento no Estado foi o Hospital Universitário, em&lt;br /&gt;1994, seguido pela Associação Beneficente Santa Casa de Campo Grande, em 1996. Em&lt;br /&gt;1999, surgiu na Associação dos Amigos das Crianças com Câncer - AACC/MS e, em 2001,&lt;br /&gt;nos Hospitais Regional de Mato Grosso do Sul e São Julião. Em Dourados, esse&lt;br /&gt;atendimento é realizado desde 2004, no Hospital Evangélico, sendo, em 2008, transferido&lt;br /&gt;ao Hospital Universitário, juntamente com o setor de Pediatria. Atualmente, tal serviço&lt;br /&gt;encontra-se vinculado à Coordenadoria de Educação Especial/SED/Centro Estadual de&lt;br /&gt;Educação Especial e Inclusiva – CEESpi. Ceccim pontua que esse serviço deve atender às&lt;br /&gt;necessidades desse alunado e não representar um massacre concentrado em seu intelecto. O&lt;br /&gt;aluno hospitalizado, como qualquer outro, deve ser trabalhado integralmente de modo a&lt;br /&gt;dispor de um atendimento que corresponda a seu ciclo vital de desenvolvimento e de&lt;br /&gt;aprendizagem, levando-o ao desejo de cura. A manutenção de suas atividades escolares,&lt;br /&gt;dentro do que era anteriormente ao aparecimento da doença e com a conservação dos&lt;br /&gt;compromissos sociais e a frequência à escola, pode contribuir a um prosseguimento&lt;br /&gt;harmônico de seu processo escolar. Outro fator que também reforça a validade desse&lt;br /&gt;serviço diz respeito à possibilidade de se detectarem aqueles que, apesar de estarem em&lt;br /&gt;idade de obrigatoriedade escolar, já abandonaram ou nunca chegaram a frequentar uma&lt;br /&gt;escola. Nesse processo, a escola de origem ou a que os irá receber após a alta contribuirá&lt;br /&gt;para suavizar sua transição de casa para o hospital e vive-versa, tendo o apoio da classe&lt;br /&gt;hospitalar. Nesse sentido, o aluno hospitalizado pode e deve atuar pedagogicamente de&lt;br /&gt;modo ativo e cooperativamente, desde que lhe sejam oferecidas situações de trocas, em&lt;br /&gt;nível linguístico, motor, intelectual, entre outros, a partir de suas possibilidades,&lt;br /&gt;fortalecendo, assim, seus direitos educacionais. Há perspectivas de ampliação aos&lt;br /&gt;principais municípios do Estado. De modo geral, a clientela atendida nesses hospitais forma&lt;br /&gt;um quadro heterogêneo, com características específicas, tempo de permanência&lt;br /&gt;diversificado, variando de acordo com a idade, sexo, série e/ou fase escolar, interesses,&lt;br /&gt;nível cognitivo, socioeconômico social e patologias apresentadas.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Classe hospitalar, Aluno hospitalizado, Escolarização.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 17 - FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ESPAÇO HOSPITALAR:&lt;br /&gt;PERSPECTIVAS TEÓRICO-PRÁTICAS&lt;br /&gt;Autor(es)- Lauane Baroncelli Nunes e Maria das Graças Siqueira dos Santos&lt;br /&gt;O tema da formação de professores que atuam em espaço hospitalar parece-nos&lt;br /&gt;profundamente imbricada com a evolução histórica deste serviço. Ou seja, refletir sobre&lt;br /&gt;‘como vimos nos formando’ para aturarmos como professores em ambiente hospitalar, se&lt;br /&gt;conecta, a nosso ver, com a discussão sobre ‘como surgiu’ o próprio fazer pedagógico no&lt;br /&gt;hospital. Segundo Vasconcelos, a inclusão dos educadores no hospital tem suas raízes&lt;br /&gt;históricas nas iniciativas de grupos voluntários que imbuídos de solidariedade e&lt;br /&gt;humanitarismo ofereciam apoio educacional para as crianças internadas. Tal origem&lt;br /&gt;histórica, ainda que tenha sofrido transformações ao longo do tempo, parece se aliar com a&lt;br /&gt;perspectiva presente ainda hoje de que basta ter boa vontade e sensibilidade à situação da&lt;br /&gt;criança / adolescente hospitalizado para desenvolver o trabalho pedagógico no hospital.&lt;br /&gt;Além disso, tais origens, baseadas em voluntarismo e mobilização humanitária, precisam&lt;br /&gt;ser problematizadas a fim de que este serviço ganhe o contorno de política pública efetiva,&lt;br /&gt;o que certamente causaria impacto no desenvolvimento de políticas de formação&lt;br /&gt;universitária a respeito do tema. Cabe observar que, ao advogarmos pela inclusão na&lt;br /&gt;formação docente da questão do trabalho pedagógico no hospital, não estamos nos&lt;br /&gt;referindo à necessidade de um ‘especialismo’ para a atuação do professor em ambiente&lt;br /&gt;hospitalar. Na verdade, embora tenhamos o entendimento de que esta prática possui&lt;br /&gt;especificidades a serem consideradas pela academia, acreditamos que o ponto de partida&lt;br /&gt;paradigmático do professor que trabalha no hospital deve ser o mesmo adotado por este&lt;br /&gt;profissional na escola. Compartilhamos, assim, do questionamento apontado por Schilke e&lt;br /&gt;Nascimento: “(...) Seria legitimo pensar em pedagogias diferenciadas ou numa abordagem&lt;br /&gt;pedagógica que ocorra em diferentes espaços? O despreparo do professor para lidar em&lt;br /&gt;espaços outros que não o escolar é real ou a sua formação não o instrumentaliza para atuar&lt;br /&gt;com a criança encarnada? Neste sentido, se acreditamos como Paulo Freire que qualquer&lt;br /&gt;ação educativa deve pautar-se, por princípio, nas necessidades e características específicas&lt;br /&gt;do educando em seu próprio contexto sócio-histórico e cultural, a formação do professor&lt;br /&gt;deverá considerar um educando vivo e contextualizado, quer na escola, quer no hospital.&lt;br /&gt;Para ilustrar como materializamos esta compreensão, descreveremos, a seguir, o processo&lt;br /&gt;formativo vivenciado no Programa Pedagogia Hospitalar, do qual fazemos parte.&lt;br /&gt;Desenvolvemos nossas ações de formação através de reuniões semanais com a equipe.&lt;br /&gt;Nestas reuniões, realizamos o planejamento pedagógico e a formação continuada da equipe&lt;br /&gt;abordando temas pertinentes ao trabalho. Tais temas perpassam não só por especificidades&lt;br /&gt;do ambiente hospitalar, como relação com as equipes médicas, procedimentos adequados,&lt;br /&gt;etc., mas também por temas que dizem respeito ao trabalho pedagógico, como currículo,&lt;br /&gt;avaliação, planejamento, dentre outras questões. Neste sentido podemos entender que a&lt;br /&gt;formação necessária para o trabalho do professor no hospital não se diferencia tanto da&lt;br /&gt;formação do profissional que desenvolverá o seu trabalho educativo em qualquer espaço.&lt;br /&gt;Como analisam Sardinha e Metz : “Encontramos profissionais da educação ávidos por uma&lt;br /&gt;‘especialização’ para atuar em ambiente hospitalar, como se a tarefa destinada a eles nesse&lt;br /&gt;espaço não fosse pedagógica (...) Tem-se a impressão de que iremos fazer uma outra coisa e&lt;br /&gt;não o que nos é específico: ensinar ”.Conscientes de que o trabalho que realizamos como&lt;br /&gt;professores e profissionais de educação junto às crianças e adolescentes hospitalizados se&lt;br /&gt;refere à garantia do direito à educação para todos e não a qualquer outra tarefa ‘inédita’ ao&lt;br /&gt;campo educacional, é justamente a tarefa de ensinar neste contexto - tão único como&lt;br /&gt;qualquer outro - que deve ser focalizada no processo de formação dos professores que&lt;br /&gt;trabalham no hospital.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Formação, Escola, Hospital.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 18- A ARTE COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA&lt;br /&gt;Autor(es)- Ana Lúcia T. Schilke e Simone Botelho&lt;br /&gt;Neste trabalho temos por objetivo discutir a realidade hospitalar vivenciada pela criança e&lt;br /&gt;pelo professor refletindo sobre formas de mediação possíveis de serem desenvolvidas neste&lt;br /&gt;contexto desafiador em que ocorrem significativas relações pedagógicas. Quando a criança&lt;br /&gt;necessita de internação é exposta há um universo novo, cheio de contradições onde estão&lt;br /&gt;presentes, medo, dor, esperança, tristeza e alegria. Da mesma forma que a criança, quando&lt;br /&gt;o professor adentra este novo espaço pedagógico, depara-se com inúmeras ambivalências.&lt;br /&gt;Apesar de ter o reconhecimento legal para desempenhar sua atuação docente, não conhece a&lt;br /&gt;dinâmica hospitalar além de não ter acumulo teórico que sustente a funcionalidade&lt;br /&gt;pedagógica em espaços diferentes da escola convencional. Não é raro, circular em seu&lt;br /&gt;imaginário perguntas que versam sobre o propósito e a legitimidade do trabalho pedagógico&lt;br /&gt;em espaço hospitalar. Um dos caminhos possíveis para compreender a ação pedagógica em&lt;br /&gt;espaço hospitalar é pensar os objetivos e os fins do processo educativo, entendendo este,&lt;br /&gt;como um bem social socialmente construído e posto a serviço da transformação social tanto&lt;br /&gt;individual como coletivamente, ou seja, possível de estar presente em novos cenários&lt;br /&gt;extrapolando o lócus da escola convencional. Assim é imperativo que os sujeitos sociais&lt;br /&gt;presentes no contexto hospitalar protagonize ações pedagógicas trazendo para este processo&lt;br /&gt;suas histórias, suas marcas e suas crenças. Neste sentido, uma das trajetórias a ser trilhadas&lt;br /&gt;é o desenvolvimento de atividades que utilizem as múltiplas linguagens oportunizando&lt;br /&gt;espaços que emirjam os desejos, os anseios e as curiosidades dos alunos hospitalizadas.&lt;br /&gt;Uma das estratégias eficazes utilizadas para garantir o diálogo necessário entre professor e&lt;br /&gt;aluno e que possibilite a escuta de suas expectativas educativas tem sido a utilização de&lt;br /&gt;atividades artísticas como meio de enriquecer a ações pedagógicas realizadas em espaços&lt;br /&gt;hospitalares. Por seu caráter lúdico e educativo, a arte pode ser utilizada como importante&lt;br /&gt;instrumento pedagógico pois motiva o aluno a expressar seu potencial criador,&lt;br /&gt;desenvolvendo sua percepção, sensibilidade e imaginação. Quando apresentamos, por&lt;br /&gt;exemplo, uma tela de determinado pintor de expressão mundial solicitando que aluno&lt;br /&gt;observe, analise e crie desenhos a partir deste estímulo estamos abrindo um canal&lt;br /&gt;diferenciado de diálogo pedagógico com o aluno. Associando ao exercício do olhar&lt;br /&gt;proposto debatemos sobre a história de vida do pintor, localizando em mapas geográficos a&lt;br /&gt;sua origem contrapondo a origem do aluno. Desta forma é possível identificar a&lt;br /&gt;nacionalidade e a naturalidade de ambos, envolvendo o aprendiz numa atmosfera de prazer&lt;br /&gt;pelo tema estudado, oportunizando a exploração de outras áreas de conhecimento ao&lt;br /&gt;valorizar a identidade do aluno, a cultura geral e o conhecimento historicamente delegado a&lt;br /&gt;escola convencional. A partir das linguagens artísticas, a mediação pedagógica ocorre de&lt;br /&gt;forma lúdica e prazerosa possibilitando a produção do conhecimento, a aquisição de novos&lt;br /&gt;conceitos, a troca de idéias e a criatividade. Assim, a criança constrói novos&lt;br /&gt;conhecimentos, realiza descobertas, ampliando seu universo cultural. Pautado no diálogo e&lt;br /&gt;na interação entre os alunos é possível observamos a criação, interpretação, reflexão e&lt;br /&gt;socialização. A arte procura encaminhar a formação do gosto, estimular a inteligência e&lt;br /&gt;contribuir para a formação da personalidade do indivíduo, sem ter como preocupação única&lt;br /&gt;e mais importante à formação de artistas. Nesta perspectiva a construção do conhecimento&lt;br /&gt;se dá de forma prazerosa e significativa proporcionando uma educação emancipatória.&lt;br /&gt;Desta forma, destacamos a arte como significativo recurso de mediação pedagógica capaz&lt;br /&gt;de fortalecer o vínculo com o educando. Compreendemos as linguagens artísticas como&lt;br /&gt;elemento de integração das diversas disciplinas, que favorece a ampliação da visão do&lt;br /&gt;mundo, realça a complexidade da realidade e evita a fragmentação do conhecimento.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Mediação pedagógica, Espaço hospitalar, Atividades artísticas.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 19- A PRÁTICA AVALIATIVA EM CONTEXTO HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Fátima Julia Martins da Silva e Patrícia Ponte Metz&lt;br /&gt;A prática avaliativa é um tema que tem sido bastante explorado pelos profissionais da área&lt;br /&gt;de educação, e este se torna ainda mais desafiador quando sai do espaço físico da escola&lt;br /&gt;passando a ser discutido e pensado em contexto hospitalar. No senso comum a avaliação é&lt;br /&gt;entendida como uma forma de se medir o conhecimento, ou um procedimento burocrático&lt;br /&gt;ao qual o/a aluno/a é submetido e que revela o seu desempenho, se este conseguiu ou não&lt;br /&gt;aprender os conteúdos que foram abordados em determinado período. Compreendemos que&lt;br /&gt;a prática avaliativa muito tem a ver com o tipo de sociedade que temos ou queremos e, é&lt;br /&gt;claro, com o tipo de concepção de educação que acreditamos. Sendo assim, em uma&lt;br /&gt;sociedade hierarquizada, com práticas excludentes, certamente terá uma escola reprodutora&lt;br /&gt;de valores, uma concepção bancária de educação e, conseqüentemente, uma avaliação&lt;br /&gt;classificatória, que tenta mensurar o conhecimento construído, que enquadra e rotula o/a&lt;br /&gt;aluno/a, que aprova ou reprova, que apenas verifica se os conhecimentos transmitidos&lt;br /&gt;pelo/a professor/a foram “arquivados” por este/a. Porém, se pensarmos na sociedade como&lt;br /&gt;produtora de conhecimento, se acreditarmos, assim como Freire, que o conhecimento se&lt;br /&gt;constrói na relação com o outro, provavelmente teremos um concepção de educação&lt;br /&gt;libertadora, onde o conhecimento se constrói no diálogo entre educador/a e educando. Aqui&lt;br /&gt;a avaliação, como nos diz Romão, “deixa de ser um processo de cobrança para se&lt;br /&gt;transformar em mais um momento de aprendizagem, tanto para o aluno como para o&lt;br /&gt;professor...”Atualmente, diversos teóricos defendem que a avaliação tem como função&lt;br /&gt;nortear o/a aluno/a e situar o/a professor/a quanto às ações que deverão ter no processo de&lt;br /&gt;ensino-aprendizagem. O/a professor/a que entende a avaliação como uma estratégia em&lt;br /&gt;suas aulas, a fim de rever as atividades desenvolvidas, como possibilidade de observar se os&lt;br /&gt;objetivos propostos estão sendo alcançados, certamente terá uma prática avaliativa&lt;br /&gt;cotidiana, tendo como intenção a compreensão da situação posta, o que o/a ajudará a&lt;br /&gt;executar o planejamento ou re-planejamento das próximas aulas, e não a usando como&lt;br /&gt;ferramenta contra o/a aluno/a. É no processo reflexivo que o/a professor/a vai manter ou&lt;br /&gt;mudar o curso de suas aulas, vai dar continuidade ou interromper as ações que vem&lt;br /&gt;desenvolvendo, avaliando, portanto, o processo de ensino-aprendizagem e não o aluno em&lt;br /&gt;si. Como já vimos a concepção de avaliação tem sofrido mudanças conceituais e práticas.&lt;br /&gt;Entendemos que não é possível ocorrer aprendizagem sem avaliação. Então nos é posto um&lt;br /&gt;desafio: Que estratégias o professor pode lançar mão para perceber o processo, os avanços&lt;br /&gt;e os entraves? Se na escola regular, que tem como aliado o convívio diário é tão complexo&lt;br /&gt;e difícil avaliar, imagine no hospital onde os grupos são flutuantes, as rotinas diferenciadas&lt;br /&gt;e a organização espaço-temporal bem peculiar. Neste cenário, algumas questões tem nos&lt;br /&gt;acompanhado: o que, como e para que avaliar em contexto hospitalar? Nós, da Escola no&lt;br /&gt;hospital, percebemos a avaliação como um instrumento para a reavaliação e reestruração do&lt;br /&gt;processo ensino-aprendizagem, e consideramos o registro fundamental. É por meio deste&lt;br /&gt;registro que temos a possibilidade de refletir sobre a ação pedagógica, de compartilhar&lt;br /&gt;dúvidas e pensar soluções, construindo, assim, conhecimento. Ao registrar, também&lt;br /&gt;deixamos marcas de nossa história profissional. Registrar significa sistematizar as&lt;br /&gt;vivências, os avanços, as dificuldades, oferecendo subsídios à avaliação e objetivando as&lt;br /&gt;intervenções necessárias. Esta deve ser constante e concomitante ao desenvolvimento das&lt;br /&gt;atividades, já que no hospital o tempo é outro. Os registros de avaliação da Escola no&lt;br /&gt;hospital têm como base os objetivos gerais que foram desenvolvidos pela Fundação&lt;br /&gt;Municipal de Educação de Niterói em consonância com os objetivos específicos criados por&lt;br /&gt;nossa equipe, levando em consideração, também, os diferentes aspectos contidos nos&lt;br /&gt;projetos que desenvolvemos. A dinâmica da Escola no hospital é diferente de uma escola&lt;br /&gt;regular e avaliar nesse contexto requer um tempo e meios diferentes. Neste sentido, não há&lt;br /&gt;lugar para listas de comportamento e/ou critérios uniformes de desempenho para&lt;br /&gt;classificações conceituais destes comportamentos ou para relatórios a partir de roteiros préfixados.&lt;br /&gt;Um recurso que consideramos importante para fazermos o acompanhamento&lt;br /&gt;pedagógico durante o período de internação é a coleção das produções das crianças e da&lt;br /&gt;mediação realizada com estas. Já os/as alunos/as reincidentes, portadores de patologias&lt;br /&gt;crônicas, possuem um portfólio que nos permitem a análise de seu avanço ao longo do&lt;br /&gt;processo. É nesta lógica que desenvolvemos o trabalho pedagógico e, conseqüentemente, a&lt;br /&gt;avaliação na Escola no hospital: planejando semanalmente as ações pedagógicas,&lt;br /&gt;registrando e dialogando diariamente sobre o trabalho realizado, os avanços e/ou as&lt;br /&gt;dificuldades encontradas tanto pelos/as alunos/as como por nós e, por fim, revisitando o&lt;br /&gt;planejamento e verificando se está de acordo com a realidade posta.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Avaliação, Contexto hospitalar, Planejamento.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 20- PEDAGOGIA HOSPITALAR: O DIÁLOGO EDUCAÇÃO E SAÚDE&lt;br /&gt;REDIMENSIONANDO A FORMAÇÃO DOCENTE&lt;br /&gt;Autor(es)- Leda Virgínia Alves Moreno e Regina Lucia Gifoni Luz de Brito&lt;br /&gt;Objetiva-se com este estudo compreender o processo de constituição profissional de&lt;br /&gt;professores que atuam em ambiente hospitalar, caracterizando as possíveis transformações&lt;br /&gt;que ocorreram em sua ação docente e em seu papel. Destaca-se a premência de (re)visitar a&lt;br /&gt;formação dos profissionais pedagogos, reconsiderando questões de ordem ética e inclusivosocial,&lt;br /&gt;sobretudo junto aos que atuam no âmbito hospitalar, com vistas à compreensão da&lt;br /&gt;constituição de seus saberes, à identificação de possíveis defasagens em sua&lt;br /&gt;formação/atuação e à identificação de elementos que possibilitem a análise e reconceptualização&lt;br /&gt;da relação educação-currículo, a partir da consideração de outros espaços&lt;br /&gt;não-formais de atuação docente. Referencial teórico: A imersão neste universo ancora-se na&lt;br /&gt;concepção de que o discurso dos sujeitos são fundamentais para a análise deste estudo e&lt;br /&gt;imprescindível também para compreender histórica e socialmente a construção da prática&lt;br /&gt;da pedagogia hospitalar.Neste presente processo de estudo, destacam-se, dentre as correntes&lt;br /&gt;pós-modernistas as proposições de Michel Foucault. Da analítica proposta de Foucault,&lt;br /&gt;emerge uma possibilidade de ver a história e compreender seu processo de funcionamento,&lt;br /&gt;sobretudo pela ótica do poder, poder este que se materializa em “sujeitos” que o exercitam&lt;br /&gt;pela palavra e pela ação. Tem-se a demonstração de que, ao considerar a prática com o&lt;br /&gt;“saber da esfera do hospital”, obtém-se a produção de “doenças”, “preconceitos” e&lt;br /&gt;“classificações”. Indicadores no campo hospitalar evidenciam que na situação do doente&lt;br /&gt;hospitalizado a atenção no atendimento propriamente dito apresenta-se unilateral, com&lt;br /&gt;ênfase exclusiva ao aspecto físico e material da enfermidade, distanciando-se da concepção&lt;br /&gt;de que a doença também é revestida de características psicossociais. Se, por um lado&lt;br /&gt;espera-se dos profissionais que atuam no âmbito hospitalar rupturas em relação à visão e&lt;br /&gt;entendimento da relação saúde / doença, profissional / paciente, há, por outro, a real ruptura&lt;br /&gt;vivenciada por alguém que, na condição de enfermo, para com o ambiente no qual&lt;br /&gt;encontrava-se inserido. Do ponto de vista da criança hospitalizada em tempo maior ocorre o&lt;br /&gt;afastamento do ambiente escolar, do ambiente familiar e social, fazendo-a, no entender de&lt;br /&gt;Matos e Mugatti (2006), sentir-se excluída pela imposição da enfermidade. Este hiato, sob&lt;br /&gt;diversos aspectos, pode constituir-se em profundas marcas que afetam o processo de&lt;br /&gt;aprendizagem, de socialização, de desenvolvimento de potencialidades e capacidade de&lt;br /&gt;comunicação. Metodologia: O objeto desta pesquisa são os professores em movimento, se&lt;br /&gt;transformando, se constituindo no trabalho e pelo trabalho docente, tendo como espaço para&lt;br /&gt;interlocução o hospitalizado e o hospital. Objetiva-se aproximar, também, dos docentes&lt;br /&gt;com o intuito de saber como “os saberes são mobilizados e construídos em situação de&lt;br /&gt;trabalho”, os quais podem refletir as categorias conceituais e práticas, que são construídas&lt;br /&gt;no e por meio do trabalho cotidiano, em situações concretas e complexas.Esta investigação&lt;br /&gt;se circunscreverá na esfera de instituições hospitalares públicas e privadas da cidade de São&lt;br /&gt;Paulo que desenvolvem práticas educativas/classes hospitalares com a presença de&lt;br /&gt;pedagogos, por mais de dez anos. Opta-se para o desenvolvimento desta investigação pelo&lt;br /&gt;caminho da pesquisa qualitativa. A estrutura interpretativa sob a perspectiva qualitativa é&lt;br /&gt;como uma colcha, um texto de performance, uma sequência de representações que ligam as&lt;br /&gt;partes ao todo. Conclusões: A consideração para com a pluralidade e a necessidade de&lt;br /&gt;superação da exclusão são indicativos do mundo contemporâneo e parecem constituir um&lt;br /&gt;dos pilares mais fortes da identidade educacional em nosso país e no mundo.As&lt;br /&gt;experiências educativas fora do espaço escolar tradicionalmente delimitado procuram&lt;br /&gt;responder às mudanças e às perplexidades de nosso tempo, uma vez que as práticas também&lt;br /&gt;tradicionalmente instituídas já não dão mais conta de responder aos desafios desse&lt;br /&gt;admirável “mundo novo” da tecnologia, da informação, da semiótica e de outras mudanças&lt;br /&gt;sociais. O papel do pedagogo hospitalar vislumbra a reconstrução da história da&lt;br /&gt;hospitalização por um mundo mais humanizado. O direito a um trabalho pedagógico de&lt;br /&gt;qualidade em âmbito hospitalar nasce atrelado ao movimento de humanização que objetiva&lt;br /&gt;um atendimento mais igualitário e menos excludente, a permitir considerar “o paciente”&lt;br /&gt;não como em “partes anatômicas”, mas concretamente como sujeito em sua inteireza e&lt;br /&gt;singularidade.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Pedagogia hospitalar, Formação de professores, Currículo.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 21 - A INTERDISCIPLINARIDADE COMO PROPOSTA AO TRABALHO&lt;br /&gt;DOCENTE EM AMBIENTE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Patrícia Trindade Nakagome, Fabiana Aparecida de Melo Oliveira E Graciella&lt;br /&gt;Watanabe&lt;br /&gt;O conhecimento científico, que visa à formação do espírito crítico, fundamenta-se na&lt;br /&gt;necessidade de o homem interagir com seu ambiente. Essa é uma premissa que deve ser&lt;br /&gt;considerada no desenvolvimento da práxis educativa na contemporaneidade. Como a&lt;br /&gt;realidade não se oferece de maneira fragmentada, algo erroneamente sugerido pelas&lt;br /&gt;tradicionais divisões de conteúdos e disciplinas, partimos da idéia de uma formação crítica&lt;br /&gt;que dialoga com as diversas áreas do conhecimento a fim de consolidar uma educação&lt;br /&gt;deveras de qualidade. Consideramos essencial que a formação e atuação docente dentro de&lt;br /&gt;escolas hospitalares também priorizem a interdisciplinaridade. Este fator é de suma&lt;br /&gt;importância para que a capacidade de interação dos alunos com o mundo que o cerca seja&lt;br /&gt;ainda mais significativa.Para tanto, questionamos parte considerável do debate nacional&lt;br /&gt;produzido acerca do atendimento pedagógico em hospitais. A saber, a representação de&lt;br /&gt;aluno, de professor e o próprio sentido que é atribuído, em grande parte, à finalidade da&lt;br /&gt;educação desenvolvida em ambiente hospitalar. Por fim, buscamos problematizar o que&lt;br /&gt;significa interdisciplinaridade na atividade docente. Assim, pretendemos contrariar o&lt;br /&gt;discurso - até então recorrente em muitas das pesquisas sobre pedagogia hospitalar - que&lt;br /&gt;apregoa a interdisciplinaridade como sinônimo da apropriação de conceitos de áreas como&lt;br /&gt;Psicologia, Medicina, Enfermagem, etc., a fim de fomentar o diálogo entre professor e&lt;br /&gt;‘paciente’, estimulando a adesão deste ao tratamento médico e a participação daquele no&lt;br /&gt;auxílio da equipe de saúde. Entendemos a interdisciplinaridade como a necessidade do&lt;br /&gt;professor ter acesso e domínio de saberes de distintas áreas do conhecimento. O trabalho&lt;br /&gt;em equipe, nessa perspectiva, é fundamental e se justifica também mediante a peculiaridade&lt;br /&gt;do desenvolvimento das atividades pedagógicas em hospitais, que implicam em constante&lt;br /&gt;rotatividade de alunos e variações de lócus e períodos devido à concomitância do&lt;br /&gt;atendimento pedagógico e terapêutico. Daí a importância de produzir conhecimentos a&lt;br /&gt;partir de perspectivas complementares e/ou até mesmo distintas, a fim de tornar este&lt;br /&gt;momento ainda mais significativo.Nesse sentido, o desenvolvimento de atividades a partir&lt;br /&gt;de temas geradores parece ser uma opção profícua, e é importante que os docentes&lt;br /&gt;elaborem propostas conjuntamente. A título de exemplo, pensamos na temática Universo,&lt;br /&gt;que os professores de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e os de Ciências Humanas e&lt;br /&gt;suas Tecnologias poderiam abordar a partir de diversos aspectos, tais como a diversidade de&lt;br /&gt;gêneros textuais que a contemplam, a perspectiva mítica, suas influências e formas de&lt;br /&gt;reconhecimento na sociedade ao longo da história, entre tantas outras possibilidades. Longe&lt;br /&gt;de esgotar o tema, os professores de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias&lt;br /&gt;também teriam inúmeros recursos para abordar, produzir e veicular saberes junto aos&lt;br /&gt;alunos.Defendemos, portanto, que a interdisciplinaridade deve fazer parte da formação&lt;br /&gt;continuada e da atuação do professor. Ressaltamos que esse profissional deve sim integrar a&lt;br /&gt;equipe multiprofissional e contribuir, evidentemente, com o que é próprio de seu campo de&lt;br /&gt;atuação. Além disso, é importante conhecer as patologias e tipos de tratamentos oferecidos&lt;br /&gt;no espaço em que atua, sobretudo, a fim de planejar e consolidar um atendimento&lt;br /&gt;pedagógico voltado a uma escolarização de qualidade. As fontes que servem como subsídio&lt;br /&gt;para o desenvolvimento desta investigação contemplam uma análise de 45 dissertações de&lt;br /&gt;mestrado brasileiras, produzidas entre 1989 e 2008, que versam sobre aspectos relacionados&lt;br /&gt;à escolarização de crianças e adolescentes enfermos, em diversos casos mais&lt;br /&gt;especificamente sobre o atendimento pedagógico realizado em hospitais. Além disso,&lt;br /&gt;apoiamo-nos em referenciais sobre a formação e educação continuada de professores&lt;br /&gt;buscando romper com a perspectiva que enfatiza a dicotomia entre teoria e prática.&lt;br /&gt;Finalmente, almejamos desmistificar o papel do professor, cujo objetivo e compromisso&lt;br /&gt;ético deve ser o de romper com o caráter assistencialista e missionário em prol de uma&lt;br /&gt;atuação realmente capaz de subsidiar conhecimento por meio de sua interação com o aluno.&lt;br /&gt;Desse modo, favorecer-se-á a interação deste com o mundo que o cerca, incluindo-se aí,&lt;br /&gt;evidentemente, referências ao próprio ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Educação continuada, Interdisciplinaridade e Escolarização em ambiente&lt;br /&gt;hospitalar&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 22 - METODOLOGIA EDUCACIONAL NO CENTRO DE TRATAMENTO DE&lt;br /&gt;QUEIMADOS&lt;br /&gt;Autor(es)- Terezinha de Jesus Abreu de Souza, Marina Bigaton Sabadotto e Naira Silva&lt;br /&gt;Guimarães&lt;br /&gt;Ao longo do cotidiano do trabalho de atendimento pedagógico, tem sido possível sentir a&lt;br /&gt;carga emocional que acompanha a relação da criança hospitalizada, principalmente a&lt;br /&gt;queimada, com a aprendizagem. O apelo das necessidades vence a todos os profissionais e&lt;br /&gt;propõe-se um desafio: como incorporar a emoção, a afetividade, na relação com a&lt;br /&gt;aprendizagem, sem banalizá-la? Como utilizá-las em favor da recuperação do paciente e da&lt;br /&gt;aceleração da aprendizagem? Percebe-se o vínculo professor-aluno como uma interação&lt;br /&gt;social com conotação afetiva que relaciona conhecer e viver, fazendo do conhecimento uma&lt;br /&gt;relação dialética entre o cognitivo e o afetivo, em que a educação se vincula ao prazer de&lt;br /&gt;aprender, à alegria de viver, ao amor, à felicidade e onde o papel do educador é desvelar,&lt;br /&gt;ampliar e propor desafios estéticos, desenvolvendo atividades lúdicas e cognitivas,&lt;br /&gt;sensíveis e afetivas. Busca-se aqui, mais do que em outras atividades educacionais, o&lt;br /&gt;suporte na Psicologia, Psicomotricidade, Psicanálise, Neuropsicologia, além da própria&lt;br /&gt;Educação e demais áreas afins. Em cada uma recolhe-se um pouco do conhecimento para&lt;br /&gt;seguir na busca do sucesso do trabalho que, literalmente, fascina. A função do educador é&lt;br /&gt;considerar, como ponto de partida para a aprendizagem da criança, os conhecimentos que&lt;br /&gt;ela já traz das mais variadas experiências sociais, afetivas e cognitivas a que foi exposta.&lt;br /&gt;Entretanto, não é fácil detectar os conhecimentos prévios da criança. Aborda-se uma&lt;br /&gt;aprendizagem significativa, objetivando o desenvolvimento de conceitos e vivências&lt;br /&gt;contextualizadas que possam ser elaboradas no grupo e transferidas para fora do hospital.&lt;br /&gt;Para dar conta das fraturas no aprender, necessita-se atender a dinâmica, ao movimento, as&lt;br /&gt;tendências do processo educativo. Não há aprendizagem que não esteja registrada no corpo.&lt;br /&gt;A aprendizagem implica prazer de saber, de conhecer, de domínio do objeto e sua&lt;br /&gt;utilização na prática. Poder dispor do corpo dá ao ato de aprender a alegria sem a qual não&lt;br /&gt;há a verdadeira aprendizagem. A participação do corpo no processo de aprendizagem do&lt;br /&gt;paciente queimado se dá pela ação e pela representação. Na visão do lugar do corpo no&lt;br /&gt;aprender, o paciente queimado fica mais aberto ao conhecimento integral – tanto no que é&lt;br /&gt;interior quanto no que é exterior. Dentro de uma visão holística, é possível promover uma&lt;br /&gt;educação que tenha como objetivo a interação e a integração do paciente no processo de&lt;br /&gt;aprendizagem e mantendo vínculos afetivos. Observa-se que, por meio da expressão&lt;br /&gt;corporal, as crianças resgatam e desenvolvem as possibilidades inerentes ao movimento.&lt;br /&gt;Não se pode esquecer desta contribuição, principalmente para o domínio da importante&lt;br /&gt;função de coordenação dos movimentos. Um criança que cria, colore e recorta suas&lt;br /&gt;próprias figuras fica mais confiante no que faz. Ao se contar uma história, são feitas&lt;br /&gt;freqüentes interrupções para pedir à criança que se integre no comportamento de uma das&lt;br /&gt;personagens, pois esta conduta favorece à expressão criadora. A equipe médica observa que&lt;br /&gt;o trabalho corporal exercita, entre outros aspectos, a respiração e melhora a oxigenação do&lt;br /&gt;corpo, o que é muito importante na recuperação do queimado. As transformações internas&lt;br /&gt;no desenvolvimento da criança ocorrem em conseqüência do brinquedo. O&lt;br /&gt;acompanhamento pedagógico para crianças que já estão em idade escolar mantém o vínculo&lt;br /&gt;das mesmas com a aprendizagem, deixando-as menos ansiosas com o retorno à escola.&lt;br /&gt;Apesar de serem estabelecidas algumas atividades, existe uma flexibilidade considerada&lt;br /&gt;pelo momento do grupo. Diante do medo de uma criança andar, esta foi convidada a jogar&lt;br /&gt;bola, colocando-se a mesma junto a seu pé. Com o primeiro chute da criança, a bola rolou&lt;br /&gt;para a frente e ela se animou. Um dos maiores desafios para o atendimento é o dos&lt;br /&gt;chamados grandes queimados, que são crianças que tentam sobreviver, com grande parte do&lt;br /&gt;corpo atingido por queimaduras e falência de alguns órgãos. Estes pacientes permanecem&lt;br /&gt;no Centro de Tratamento Intensivo, dentro de um box, em isolamento, sendo este um dos&lt;br /&gt;momentos mais sofridos para uma criança. Estas crianças recebem do pedagogo, um&lt;br /&gt;atendimento de estimulação visual, auditiva e tátil (caso o material possa ser desinfetado).&lt;br /&gt;A criança nesta situação tenta racionalizar e entender a ausência da mãe, mas pode-se sentir&lt;br /&gt;claramente seu sofrimento. Ao voltar à enfermaria, vinda do CTI, a criança, às vezes, não&lt;br /&gt;identifica o pedagogo que a atendeu. Tratando-se de paciente queimado, que perde o seu&lt;br /&gt;referencial corpóreo, deve ser compreendido por ele que a construção do conhecimento está&lt;br /&gt;interligada ao seu corpo, à sua inteligência, ao seu organismo e ao seu desejo.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Queimadura, Metodologia, Aprendizagem.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 23 - ENCONTROS NACIONAIS SOBRE ATENDIMENTO ESCOLAR&lt;br /&gt;HOSPITALAR: UMA PRIMEIRA ANÁLISE&lt;br /&gt;Autor(es)- Amanda Carneiro de Oliveira, Bárbara Braga Wepler e Eneida Simões da&lt;br /&gt;Fonseca&lt;br /&gt;O atendimento escolar no ambiente hospitalar é uma modalidade que tem como finalidade&lt;br /&gt;oferecer e garantir às crianças e aos adolescentes, que se encontram afastados da escola por&lt;br /&gt;motivo de doença ou internação hospitalar, a continuidade dos seus processos de&lt;br /&gt;desenvolvimento e de aprendizagem, segundo a legislação vigente. Partir do ano 2000,&lt;br /&gt;através de uma iniciativa pioneira, estabeleceu-se a realização de encontros nacionais&lt;br /&gt;voltados para a temática de atenção escolar à criança hospitalizada. Esta iniciativa fez com&lt;br /&gt;que muitos dos professores das escolas em hospitais se conhecessem, se aproximassem e&lt;br /&gt;estabelecessem parcerias. Dúvidas e certezas foram compartilhadas assim como esforços se&lt;br /&gt;somaram no intuito de, de fato, garantir o direito à educação para a criança ou jovem&lt;br /&gt;doente, hospitalizados ou não. Desde então, cinco destes encontros já se realizaram em&lt;br /&gt;cidades distintas do território brasileiro. Buscando compreender como estes encontros vêm&lt;br /&gt;abordando o atendimento escolar hospitalar é que elaboramos este estudo. Uma vez que o&lt;br /&gt;presente estudo ainda não está concluído, aqui apresentamos uma análise preliminar&lt;br /&gt;dos encontros já realizados. O estudo aqui apresentado foi desenvolvido em duas etapas. A&lt;br /&gt;primeira fez um levantamento do histórico de realizações de encontros sobre atendimento&lt;br /&gt;escolar hospitalar no Brasil e também buscou acessar a documentação referente aos&lt;br /&gt;encontros. A busca da documentação se deu através de contatos com os profissionais&lt;br /&gt;envolvidos com esta temática, com aqueles que organizaram os encontros e também por&lt;br /&gt;consultas em páginas na internet que abordam o assunto. Na segunda etapa, procedeu-se à&lt;br /&gt;leitura da documentação obtida, compilando seus conteúdos no que diz respeito aos&lt;br /&gt;objetivos, profissionais envolvidos, palestras e trabalhos apresentados. Após esta&lt;br /&gt;compilação, foi feita uma análise que levou ao que denominamos&lt;br /&gt;indicadores preliminares dos rumos dos Encontros e que aqui apresentamos resumidamente&lt;br /&gt;uma vez que, como já evidenciamos anteriormente, este estudo ainda está em fase de&lt;br /&gt;conclusão. Para este estudo obtivemos os anais de três dos cinco encontros sobre&lt;br /&gt;atendimento escolar hospitalar até então realizados no Brasil. São eles: os do primeiro&lt;br /&gt;Encontro que foi realizado no ano de 2000, na cidade do Rio de Janeiro (RJ); os do terceiro&lt;br /&gt;Encontro realizado no ano de 2004, na cidade de Salvador (BA) e os do quinto Encontro&lt;br /&gt;realizado no ano de 2007 na cidade de Curitiba (PR). Não conseguimos a documentação&lt;br /&gt;referente aos dois outros encontros (o de 2002, realizado em Goiânia e o de 2005, em Porto&lt;br /&gt;Alegre) não foi concluída e não tivemos acesso à ela, mesmo tendo contatado pessoas que&lt;br /&gt;estiveram diretamente envolvidos com a organização dos mesmos. Decidimos então que,&lt;br /&gt;para não atrasar o andamento de nossa pesquisa, realizaríamos a análise da documentação&lt;br /&gt;que nos estava disponível. Os resultados preliminares apontam que, na medida em que&lt;br /&gt;foram se realizando as edições dos Encontros, os objetivos foram se ampliando e na última&lt;br /&gt;edição vemos que o mesmo se propunha a mostrar o atendimento escolar hospitalar como&lt;br /&gt;mais uma área de atuação do profissional de educação. Entretanto temos que considerar que&lt;br /&gt;tendo o 5º Encontro ocorrido dentro de um evento sistemático da área de educação&lt;br /&gt;(EDUCERE), a programação foi única e não cabiam objetivos muitos específicos de&lt;br /&gt;qualquer que fosse a área de conhecimento. O atendimento escolar hospitalar é uma área de&lt;br /&gt;atuação propícia para o profissional de educação. Mas, dada a condição em que esta&lt;br /&gt;atuação se estabelece é importante que o profissional de educação tenha clara que sua&lt;br /&gt;atuação no ambiente hospitalar se dará pelo viés da docência e ele, o professor, já terá que&lt;br /&gt;ser concursado da área de educação (secretaria estadual/municipal) para que possa ser&lt;br /&gt;cedido ao hospital e lá exercer sua função de professor. Concluímos que, desde a realização&lt;br /&gt;da primeira edição de encontros sobre atendimento escolar hospitalar, esta área específica&lt;br /&gt;do conhecimento vem se consolidando uma vez que passou a contar com legislação&lt;br /&gt;específica respaldada no âmbito federal. Mas, mesmo contando com uma definição que&lt;br /&gt;estabelece que ao atendimento escolar hospitalar compete acompanhar os processos de&lt;br /&gt;desenvolvimento e de aprendizagem da criança ou jovem doente ou hospitalizado, outras&lt;br /&gt;abordagens têm sido apresentadas tanto em relação às reais necessidades da criança ou&lt;br /&gt;jovem em tratamento médico quanto às atribuições do profissional a atuar nesta área do&lt;br /&gt;conhecimento.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Escola Hospitalar, Atendimento escolar domiciliar, Mapeamento.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 24 - PRÁTICA PEDAGÓGICA EM CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Suzy de Castro Alves&lt;br /&gt;Este estudo é fruto da experiência de orientação acadêmica na Disciplina de Prática de&lt;br /&gt;Ensino, do Curso de Pedagogia, da Universidade do Vale do Itajaí, na Classe Hospitalar, do&lt;br /&gt;Hospital Infantil Joana de Gusmão, iniciada no segundo semestre de 2007 até final de 2008.&lt;br /&gt;O estudo teve como eixo central a prática pedagógica com crianças dos anos iniciais&lt;br /&gt;hospitalizadas e foi realizado na Classe Hospitalar do Hospital Infantil Joana de Gusmão&lt;br /&gt;em Florianópolis, que atende crianças de vários municípios de Santa Catarina. A classe&lt;br /&gt;hospitalar é um espaço pedagógico que funciona dentro do hospital, com propostas&lt;br /&gt;educativo-escolares voltada ao atendimento de crianças e adolescentes internados.Em 1999&lt;br /&gt;firmou-se convênio entre as Secretarias de Educação e Saúde do Estado de Santa Catarina.&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado da Educação baixou a Portaria nº 30, SED, de 05/03/2001 que&lt;br /&gt;“Dispõe sobre a implantação de atendimento educacional na Classe Hospitalar para&lt;br /&gt;crianças e adolescentes matriculados na Educação Infantil e no Ensino Fundamental,&lt;br /&gt;internados em hospitais” Porém a primeira classe hospitalar, foi implantada no Hospital&lt;br /&gt;Infantil Joana de Gusmão (HIJG), Florianópolis em Setembro de 1999. A Portaria nº. 30,&lt;br /&gt;vem regulamentar esse atendimento no estado. Para o desenvolvimento do projeto foi&lt;br /&gt;necessário observar o espaço da sala de aula e principalmente o contato e aproximação com&lt;br /&gt;as crianças que freqüentavam a classe hospitalar. O processo de hospitalização é um&lt;br /&gt;período da vida em que ocorrem inúmeras mudanças no contexto de vida de uma criança&lt;br /&gt;e/ou adolescente. O sujeito acometido pela necessidade de recursos hospitalares é um ser,&lt;br /&gt;em geral, fragilizado pelo medo, angústia, ansiedade, pela dor e/ou pelos procedimentos&lt;br /&gt;dolorosos, além da distância da rotina familiar. A experiência de adoecimento e&lt;br /&gt;hospitalização implica em mudar a rotina vivida pela criança/adolescente. Reorganizar a&lt;br /&gt;assistência hospitalar, para que dê conta desse conjunto de experiências, significa assegurar,&lt;br /&gt;entre outros cuidados, o acesso ao lazer, ao convívio com o meio externo, às informações&lt;br /&gt;sobre seu processo de adoecimento e cuidados terapêuticos e ao exercício intelectual. Na&lt;br /&gt;impossibilidade de freqüentar a escola e durante o tratamento de saúde, as crianças e&lt;br /&gt;adolescentes necessitam de alternativas para a organização e oferta de ensino de modo a&lt;br /&gt;cumprir com os direitos à educação e saúde. As práticas desenvolvidas nas classes&lt;br /&gt;hospitalares estão em sua maioria centradas nos encaminhamentos pedagógicoeducacionais,&lt;br /&gt;trabalhados de forma lúdica e atraente. O estudo foi organizado de maneira a&lt;br /&gt;apresentar para a professora da classe hospitalar, um planejamento com base numa&lt;br /&gt;intervenção a partir de uma linguagem artística, tendo as artes visuais como área de&lt;br /&gt;conhecimento que dialoga com as outras áreas de conhecimento, não somente como&lt;br /&gt;recurso. Esta proposta de intervenção considerou a rotatividade das crianças hospitalizadas,&lt;br /&gt;umas internadas por um tempo prolongado e outras um período menor. Nesse sentido,&lt;br /&gt;torna-se imprescindível à organização de um planejamento para a classe hospitalar traz&lt;br /&gt;novos significados para a prática pedagógica e deve seguir a premissa de que as atividades&lt;br /&gt;devem ter início, meio e fim no mesmo dia da aula, pois é praticamente diária a mudança&lt;br /&gt;das crianças que freqüentam a classe. Nesta perspectiva, um trabalho diversificado se&lt;br /&gt;articula ao ambiente sendo fundamental para o aprendizado de cada criança, que através da&lt;br /&gt;mediação da professora e das interações com os demais colegas, tem assegurado a&lt;br /&gt;continuação de seu processo de escolarização. O dialogo, entre artes visuais e as outras&lt;br /&gt;áreas do conhecimento possibilitou o desenvolvimento do trabalho através de leituras e&lt;br /&gt;releituras de artistas catarinenses como Tercília dos Santos e Luciano Martins. Partindo do&lt;br /&gt;pressuposto que a expressão artística é uma forma de linguagem e organização do&lt;br /&gt;pensamento que contribui na construção de sínteses e na apropriação de novos saberes. O&lt;br /&gt;estudo permitiu a produção de artigo e relatório buscando contribuir nas reflexões do grupo&lt;br /&gt;de trabalho da Coordenadoria de Educação Especial da Secretaria de Estado da Educação,&lt;br /&gt;com o objetivo subsidiar novos significados para as práticas pedagógicas. Sendo a classe&lt;br /&gt;hospitalar um ambiente diferenciado de aprendizagem, deve-se priorizar um planejamento&lt;br /&gt;que contemple a continuação dos estudos das crianças e a construção de novos saberes,&lt;br /&gt;aliado as vivências e experiências que cada criança traz.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Classe hospitalar, Artes visuais, Prática pedagógica.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 25 - PROGRAMA PROSSEGUIR: EDUCAÇÃO HOSPITALAR NA REGIÃO&lt;br /&gt;METROPOLITANA DE BELÉM/PARÁ.&lt;br /&gt;Autor(es)- Gilda Maria Maia Martins Saldanha e Izabel Cristina Ferreira Oliveira&lt;br /&gt;O Prosseguir é um Programa educacional da Secretaria de Estado de Educação do Pará&lt;br /&gt;destinado a prover atendimento educacional especializado a alunos em tratamento de saúde&lt;br /&gt;em quatro hospitais públicos e uma unidade especial de ex-hansenianos, na Região&lt;br /&gt;Metropolitana de Belém, estado do Pará. No Hospital Ophir Loyola são atendidas crianças&lt;br /&gt;e adolescentes em tratamento oncológico; na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará&lt;br /&gt;a maior clientela e de meninas vítimas de escalpelamento; na Fundação Hospital de&lt;br /&gt;Clínicas Gaspar Viana há o atendimento a pacientes infantis com cardiopatias e&lt;br /&gt;hemodiálise e no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência crianças&lt;br /&gt;politraumatizadas e queimadas. Já na Unidade Especial Abrigo João Paulo II são atendidos&lt;br /&gt;adultos e idosos ex-hansenianos. Durante o ano de 2009, em seu planejamento curricular, o&lt;br /&gt;programa se propôs trabalhar de modo interdisciplinar os conteúdos relacionados pelo&lt;br /&gt;sistema regular de ensino, tomando como eixo temático principal a preservação do meio&lt;br /&gt;ambiente com ênfase no tema: “somos instrumentos de transformação do planeta.” No&lt;br /&gt;primeiro semestre, a cada mês, um elemento essencial entrou como gerador de debates,&lt;br /&gt;reflexões e discussões sobre a temática proposta. Assim a família, o homem, o trabalho, a&lt;br /&gt;cultura amazônica foram temas essenciais para a realização de atividades curriculares e&lt;br /&gt;extra-curriculares. Cada hospital desenvolveu em suas salas de aula, atendimento no leito e&lt;br /&gt;nas brinquedotecas, os temas propostos por meio de pesquisas, oficinas, filmes, aula&lt;br /&gt;expositiva, passeatas no interior do hospital, exploração de músicas regionais e visitas&lt;br /&gt;monitoradas a museus, parques e praças da cidade de Belém. No Hospital Ofir Loyola as&lt;br /&gt;crianças contaram com o apoio do fotógrafo ribeirinho Hely Pamplona que realizou oficina&lt;br /&gt;de fotografia e disponibilizou seu acervo que retrata a fauna, flora e o homem amazônico.&lt;br /&gt;Todo esse acervo foi utilizado nas mais diversas atividades pedagógicas, tanto na sala de&lt;br /&gt;aula, como na brinquedoteca. As crianças dos demais hospitais trabalharam com a ajuda do&lt;br /&gt;professor, arte-educador e profissionais da terapia ocupacional levando em consideração a&lt;br /&gt;utilização de recursos que mais se adaptavam as especificidades de cada clientela.&lt;br /&gt;RESULTADOS: Como a maioria das crianças são oriundas dos mais diversos municípios&lt;br /&gt;do interior da Amazônia, trabalhar com temas e atividades que resgataram as vivências de&lt;br /&gt;suas realidades proporcionou alegria e prazer nas realizações das tarefas da escola&lt;br /&gt;hospitalar. A utilização de práticas lúdicas como: bingos temáticos, danças regionais e&lt;br /&gt;confecção de brinquedos populares locais estimulou a liberdade de expressão e a&lt;br /&gt;criatividade das crianças e adolescentes em cada hospital atendido. Toda essa produção&lt;br /&gt;culminou em uma Mostra Cultural com o título: Somos Instrumento de Transformação do&lt;br /&gt;Planeta- Um olhar sobre a Amazônia.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Currículo, Escola Hospitalar, Cultura.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 26 - CLASSE HOSPITALAR: UM DIREITO PARA TODAS AS CRIANÇAS&lt;br /&gt;HOSPITALIZADAS?&lt;br /&gt;Autor(es) - Tyara Carvalho de Oliveira, Amélia Escotto do Amaral Ribeiro e Robson&lt;br /&gt;Cavalcante&lt;br /&gt;Um grande avanço tem sido observado na legislação brasileira em termos das garantias dos&lt;br /&gt;direitos de cidadania. A repercussão desse avanço se faz notar em múltiplos segmentos e&lt;br /&gt;setores da sociedade. Em termos de acesso à educação escolar, o direito de manter e dar&lt;br /&gt;continuidade às aprendizagens desenvolvidas pela escola estende-se ao contexto hospitalar.&lt;br /&gt;Denomina-se essa modalidade de atendimento educacional de classe hospitalar e a sua&lt;br /&gt;finalidade é atender pedagógico-educacionalmente as necessidades cognitivas e psíquicas&lt;br /&gt;de crianças e adolescentes que se encontram impossibilitados de freqüentar a escola e de&lt;br /&gt;partilhar as experiências sócio-intelectivas do seu grupo social. A internação hospitalar não&lt;br /&gt;impede de que novos conhecimentos sejam adquiridos pela criança e adolescente.&lt;br /&gt;Considerando a existência de um atendimento pedagógico hospitalar existir a algum tempo&lt;br /&gt;no Brasil – em agosto de 1950 no Hospital Municipal Jesus, localizado no Rio de Janeiro –&lt;br /&gt;a sua normalização ocorreu entre os anos de 2001 e 2002 com os documentos do MEC&lt;br /&gt;intitulados de: Diretrizes Especiais para Educação Especial na Educação Básica e Classe&lt;br /&gt;Hospitalar e Atendimento pedagógico domiciliar: orientações e estratégias. Embora a&lt;br /&gt;Política Nacional de Educação Especial – Um Direito assegurado, também um documento&lt;br /&gt;do MEC, tenha feito alusão a classe hospitalar em 1994. Atualmente através de um&lt;br /&gt;mapeamento nacional feito pela UERJ sob a coordenação da professora Eneida Fonseca,&lt;br /&gt;mostra que o Brasil tem hoje classes hospitalares em 101 hospitais, sendo 16 infantis,&lt;br /&gt;localizados em 17 Estados e no Distrito Federal. Desse total 45% dos alunos freqüentam a&lt;br /&gt;Educação Infantil e 51% ao Ensino Fundamental. Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro&lt;br /&gt;são os que têm maior concentração de classes hospitalares seguidos pelos Estados da Bahia,&lt;br /&gt;Distrito Federal e Santa Catarina. Porém, através de observações realizadas em pesquisas&lt;br /&gt;anteriores a esta proposta, encontra-se casos em que apesar dos documentos de&lt;br /&gt;normatização e implementação das classes hospitalares parece existir uma seleção dentro&lt;br /&gt;das Unidades Hospitalares dos pacientes/alunos que irão ser atendidos por essa modalidade&lt;br /&gt;de educação. Tem-se observado a diferenciação de critérios de seleção de crianças que&lt;br /&gt;possuem doenças mais graves, crônicas ou congênitas (ex: Câncer, HIV, diabetes, febre&lt;br /&gt;reumática, etc.) das menos graves. Neste caso as crianças consideradas menos graves são&lt;br /&gt;atendidas por outros setores como: Brinquedoteca, Doutores da Alegria, Contadores de&lt;br /&gt;Historias, etc. Será que essa diferenciação ocorre por falta de conhecimento ou má&lt;br /&gt;interpretação das leis que normatizam a classe hospitalar (como já foi mencionado&lt;br /&gt;anteriormente) ou por um “excesso de zelo” para não expor as crianças menos graves&lt;br /&gt;observando critérios éticos possivelmente decorrentes do artigo 18 do Estatuto da Criança e&lt;br /&gt;do Adolescente que cita- “ È dever de todos velar pela dignidade da criança e do&lt;br /&gt;adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante,&lt;br /&gt;vexatório ou constrangedor?”Quanto à relevância desse estudo é o resgate do direito a&lt;br /&gt;educação. De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Estatuto da Criança e do&lt;br /&gt;Adolescente de 1990 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira de 1996, a&lt;br /&gt;educação é um direito de TODOS. O objetivo desse trabalho é analisar criticamente os&lt;br /&gt;critérios de encaminhamento das crianças e adolescentes hospitalizadas para o atendimento&lt;br /&gt;pedagógico hospitalar, denominado de Classe Hospitalar. È também investigar se: o tipo de&lt;br /&gt;doença interfere no encaminhamento das crianças e adolescentes para o atendimento&lt;br /&gt;pedagógico hospitalar; investigar se existe um critério paralelo de encaminhamento das&lt;br /&gt;crianças hospitalizadas e descrever e caracterizar os critérios de diferenciação de&lt;br /&gt;encaminhamento das crianças e adolescentes hospitalizados.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Legislação brasileira, Inclusão escolar, Gestão educacional.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 27 -ADAPTAÇÃO CURRICULAR NA CLASSE HOSPITALAR&lt;br /&gt;Autor(es)- Cláudia Pinto Carvalho Araújo; Geane Aparecida de Vasconcelos Yada e&lt;br /&gt;Patrícia Vasconcelos Alves&lt;br /&gt;Sabe-se que o currículo é construído a partir do projeto político pedagógico da escola, para&lt;br /&gt;que haja viabilização da sua operacionalidade, orientando as atividades educativas, as&lt;br /&gt;formas de executá-las e para definir as suas finalidades. Desta maneira o currículo pode ser&lt;br /&gt;visto como um "guia" que sugere sobre o quê , quando e como ensinar e avaliar as&lt;br /&gt;especificidades de cada clientela. Este trabalho está situado na área de Educação Especial&lt;br /&gt;com atendimento as crianças e adolescentes que se encontram hospitalizados no Hospital&lt;br /&gt;Infantil Darcy Vargas e tem por tema a Adaptação Curricular para a Classe Hospitalar,&lt;br /&gt;surge da necessidade de se implantar um modelo de educação de qualidade no âmbito&lt;br /&gt;hospitalar. O currículo expresso é flexível baseando-se nos processos de desenvolvimento&lt;br /&gt;e aprendizagem, tem por objetivo valorizar a aquisição de conhecimento, informação e&lt;br /&gt;atividades de estudo e a capacidade do educando de construir e ampliar conceitos, mesmo&lt;br /&gt;em condições adversas, ou seja, na Classe Hospitalar. Sendo assim entende-se que currículo&lt;br /&gt;inclusivo deve partir de uma perspectiva construtivista, que considere o educando como&lt;br /&gt;centro da aprendizagem. Durante os encontros semanais, HTPC (Horário de Trabalho&lt;br /&gt;Pedagógico Coletivo), realizado no hospital, evidenciou-se a necessidade da elaboração de&lt;br /&gt;um planejamento curricular especifico que contemplasse as necessidades educacionais dos&lt;br /&gt;educandos atendidos. Tendo como base as dificuldades encontradas pelas professoras em&lt;br /&gt;seguir o planejamento elaborado para uma classe regular e por entender o currículo como&lt;br /&gt;um guia necessário para um bom desenvolvimento da prática de qualquer professor,&lt;br /&gt;elaborou-se um Plano de Ensino para a Classe Hospitalar. Este deveria condizer com a&lt;br /&gt;realidade dos nossos educandos, mesmo tendo em vista o caráter subjetivo deste&lt;br /&gt;atendimento pedagógico, uma vez que é preciso buscar neste currículo adequações com o&lt;br /&gt;currículo da escola de origem do educando, de maneira que ao sair do hospital, a criança ou&lt;br /&gt;adolescente sinta-se familiarizada com o ambiente escolar. Utilizou-se as Orientações&lt;br /&gt;Gerais para o Ensino de Língua Portuguesa e matemática publicada pela Secretaria&lt;br /&gt;Municipal da Cidade de São Paulo e os Parâmetros Curriculares Nacionais. O documento&lt;br /&gt;tem a intenção de subsidiar a prática pedagógica das professoras que atendem às crianças e&lt;br /&gt;adolescentes da Educação Infantil e do Ensino fundamental. Nele encontram-se definidas&lt;br /&gt;as bases curriculares,com ênfase nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Na&lt;br /&gt;disciplina de Língua Portuguesa foi contemplado: competências e habilidades para a&lt;br /&gt;construção da base alfabética; competências e habilidades que deverão ser trabalhadas com&lt;br /&gt;os alunos que dominam a base alfabética; habilidades para formar a competência leitora e&lt;br /&gt;escritora. Na disciplina de matemática, a abordagem de conteúdos tais como: números,&lt;br /&gt;operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento de informações. Conscientes&lt;br /&gt;de que o objetivo maior, do Projeto Classes Hospitalares, é que o aprendizado não seja&lt;br /&gt;prejudicado durante o ano letivo. Portanto o atendimento ao aluno não é baseado na série&lt;br /&gt;em que se encontra mas nas necessidades educacionais que apresentam. A atuação na classe&lt;br /&gt;hospitalar requer compreensão para a peculiaridade que se apresenta pois sendo assim não&lt;br /&gt;existe uma receita pronta, um planejamento perfeito, uma cartilha de respostas a ser&lt;br /&gt;seguida, mas sim um desafio de se traçar, a partir de temas geradores, percursos&lt;br /&gt;individualizados respeitando os conhecimentos prévios de cada um. Enfim, a organização&lt;br /&gt;do currículo deve promover um ensino que garanta a concretização da aprendizagem, que&lt;br /&gt;busque contribuir com o desenvolvimento pleno dessa criança ou adolescente&lt;br /&gt;hospitalizado, atendendo suas necessidades de construção do conhecimento através de um&lt;br /&gt;currículo inclusivo.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Adaptação, Currículo, Inclusão.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 28 - HUMANIZANDO O CUIDAR DA CRIANÇA NO HOSPITAL: UMA&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÃO À EDUCAÇÃO ESPECIAL.&lt;br /&gt;Autor(es)- Maria das Graças Queiroz Machado&lt;br /&gt;O texto é uma breve reflexão a partir da compreensão da necessidade de retomada dos&lt;br /&gt;aspectos existenciais e de empoderamento dos sujeitos, desprezados pela modernidade e&lt;br /&gt;discutidos através de novos conceitos e linguagem de um novo paradigma da ciência. Essa&lt;br /&gt;abordagem tem como temática fundante o cuidado, percorrendo caminhos filosóficos,&lt;br /&gt;individuais, coletivos, saudáveis, e outros do imaginário e da vivência da humanidade,&lt;br /&gt;buscando ser revelado em seus diversos aspectos. Ao mesmo tempo em que nos assusta o&lt;br /&gt;contato, diante da conjuntura atual de estar com o outro em momentos em que&lt;br /&gt;representamos à parte carente de cuidados, somos levados, mesmo que sutilmente, a&lt;br /&gt;desconfiarmos de avanços homeopáticos ao contactarmos o percurso histórico da&lt;br /&gt;humanidade quanto ao processo de cuidar. As reflexões buscam contribuir e marcar os&lt;br /&gt;frutos dessa aprendizagem ancestral e da possibilidade de estar com o outro integralmente,&lt;br /&gt;fortalecendo o vínculo de confiança na complexidade do simples existir. É nesse contexto&lt;br /&gt;que o brincar se apresenta como o ligante que ressoa favoravelmente no cuidado à criança&lt;br /&gt;hospitalizada. Assim traremos algumas referências teóricas para embasar e fortalecer a&lt;br /&gt;ludicidade no hospital, permeando o conteúdo com a conquista evolutiva dos direitos da&lt;br /&gt;criança e da educação em seus aspectos de enfrentamento do viver. Estaremos revendo e&lt;br /&gt;atualizando conceitos relativos ao que se apresenta como saudável enquanto resultante de&lt;br /&gt;um equilíbrio na interlocução de sistemas dinâmicos no contexto da humanização.&lt;br /&gt;Apresentaremos, ainda, o conceito de ciência que parece-nos ter sentido de ser resgatado&lt;br /&gt;em nosso exercício profissional enquanto membro de uma equipe de saúde. Acreditamos&lt;br /&gt;que as temáticas abordadas podem contribuir para costurar o olhar do processo de cuidar e&lt;br /&gt;do brincar de forma integrada, ao mesmo tempo em que objetivam favorecer novos fóruns&lt;br /&gt;de discussão. Destacamos, ainda, a experiência vivenciada por turmas de alunos da área de&lt;br /&gt;saúde, especificamente graduandos do curso de enfermagem e do curso de fisioterapia, com&lt;br /&gt;referência ao processo de cuidar e ser cuidado. Essa proposta foi possível numa composição&lt;br /&gt;a uma metodologia teórico-vivencial proposta na disciplina Psicologia da Saúde dos&lt;br /&gt;referidos cursos. A turma era composta por alunos de ambos os cursos citados, objetivando&lt;br /&gt;favorecer, desde a graduação, essa integração humana e profissional no campo de ação&lt;br /&gt;multidisciplinar que corresponde ao constelado no âmbito da intervenção hospitalar. Tal&lt;br /&gt;vivência foi experimentada com quatro turmas, ao longo de dois anos, criando, conforme os&lt;br /&gt;relatos, uma dinâmica significativa para os participantes. Levantamos os aspectos que&lt;br /&gt;favoreceram e os que dificultaram o desenvolvimento da atividade, bem como os&lt;br /&gt;sinalizadores de conflitos internos e externos aos sujeitos. A partir do acompanhamento das&lt;br /&gt;discussões em sala e das repercussões no campo da sensibilização do profissional que atua&lt;br /&gt;em saúde, julgamos relevante empreende-la no contexto da formação do pedagogo&lt;br /&gt;hospitalar. Assim, a proposta foi desenvolvida no curso de extensão em pedagogia&lt;br /&gt;hospitalar, nos anos de 2007 e 2008, na Universidade Federal de Bahia. Essa proposta&lt;br /&gt;inicial foi ampliada, incluindo discussão de conceitos circulantes a realidade hospitalar e&lt;br /&gt;dinâmica de representações dessa realidade. A temática do cuidar abordada, bem como a&lt;br /&gt;metodologia adotada para seu desenvolvimento, revelou ser favorável ao contexto da&lt;br /&gt;formação do professor hospitalar. Tal relevância mostra-se significativa desde quando o&lt;br /&gt;exercício profissional, notadamente nesse contexto de inseguranças e violências, está&lt;br /&gt;permeado de subjetividades. É preciso torná-las presentes como exercício de abertura de&lt;br /&gt;espaços para seu estado consciente, revelando o seu dinamismo, seu alcance, sua força, seu&lt;br /&gt;mecanismo de atuação, e sua reverberação no outro, enquanto paciente e como profissional&lt;br /&gt;da equipe de saúde.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Educação Especial, Ludicidade, Cuidado multidisciplinar.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 29 - A ESCOLA HOSPITALAR: UM ESTUDO SOBRE O&lt;br /&gt;ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGOGÓCO E O DESENVOLVIMENTO ESCOLAR&lt;br /&gt;DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS POR TEMPO PROLONGADO&lt;br /&gt;Autor(es)-Francisca Maria de Sousa e José Ribamar T. Rodrigues&lt;br /&gt;O presente estudo investigou o acompanhamento psicopedagógico, realizado com&lt;br /&gt;crianças/adolescentes em idade escolar, internadas por tempo prolongado no Hospital&lt;br /&gt;Infantil Lucídio Portela - HILP, da rede pública estadual, de Teresina-PI. Esse&lt;br /&gt;acompanhamento psicopedagógico foi realizado com crianças/adolescentes na faixa etária&lt;br /&gt;entre 6 a 14 anos. A forma de participação era a partir de uma visita às enfermarias e, em&lt;br /&gt;seguida realizava-se uma entrevista com a mãe acompanhante, que visava tomar&lt;br /&gt;conhecimento do quadro clínico da criança/adolescente e de sua vida escolar. Após essa&lt;br /&gt;etapa, a criança/adolescente era convidada a participar das atividades psicopedagógicas que&lt;br /&gt;envolviam o lúdico, ou seja, o aprender através do prazer como: jogos educativos, desenhos&lt;br /&gt;e pinturas livres, leituras de historinhas infantis, produção de textos livres ou a partir de&lt;br /&gt;gravuras, recorte e colagem, entre outras. Procurou-se facilitar dessa forma, a evolução do&lt;br /&gt;processo de desenvolvimento afetivo, psicomotor e cognitivo. Essas atividades eram&lt;br /&gt;construídas a partir do conhecimento que as crianças já tinham em seu repertório de&lt;br /&gt;aprendizagem, considerando, ainda assim, seu ritmo e suas singularidades. Esse&lt;br /&gt;acompanhamento busca propiciar um melhor desenvolvimento nos aspectos afetivo,&lt;br /&gt;psicomotor e cognitivo das crianças/adolescentes que, em decorrência de problemas de&lt;br /&gt;saúde necessitam de internação hospitalar por longo período, havendo, assim, uma ruptura&lt;br /&gt;em seus laços sociais como, família, escola entre outros, repercutindo em dificuldades, até&lt;br /&gt;mesmo abandono das atividades escolares. Diante disso, questionamos: Quais as&lt;br /&gt;contribuições do acompanhamento psicopedagógico para minimizar a defasagem de&lt;br /&gt;aprendizagem escolar da criança/adolescente hospitalizada e para a melhoria do quadro&lt;br /&gt;clínico, bem como do desempenho no processo de aprendizagem? Objetivamos, portanto&lt;br /&gt;investigar a importância e os reflexos do acompanhamento psicopedagógico. Na busca de&lt;br /&gt;uma melhor compreensão quanto à aprendizagem da criança/adolescente hospitalizada que&lt;br /&gt;participa do acompanhamento psicopedagógico, recorremos às abordagens teóricas da&lt;br /&gt;psicopedagogia apresentada por Oliveira evolução psicomotora da criança e da educação&lt;br /&gt;hospitalar enfatizada por Ceccim escuta pedagógica à criança hospitalizada. O percurso&lt;br /&gt;metodológico, em razão do envolvimento da pesquisadora, enfatizou abordagem qualitativa&lt;br /&gt;e da pesquisa participante. Por meio da observação participante, principal instrumento&lt;br /&gt;utilizado, foi possível a construção de dois instrumentos importantíssimos na coleta dos&lt;br /&gt;dados, que foram os quadros 1 e 2, intitulados de: Observação do desenvolvimento&lt;br /&gt;psicomotor do aluno hospitalizado em idade escolar e Observação das atividades escolares&lt;br /&gt;relacionadas aos conteúdos de Português e Matemática, segundo a série que a criança&lt;br /&gt;estuda. Foram desenvolvidas atividades relacionadas aos aspectos afetivos, psicomotor e&lt;br /&gt;cognitivo entre as cinco crianças/adolescentes selecionadas, mediante critérios&lt;br /&gt;estabelecidos. E também realizadas entrevistas semi-estruturadas com as crianças e seus os&lt;br /&gt;respectivos pais, professores e profissionais do HILP, os quais assistem a elas. Realizamos&lt;br /&gt;ainda análise de documentos do hospital. Estes instrumentos permitiram evidenciar: o&lt;br /&gt;desempenho demonstrado nas atividades desenvolvidas com as crianças/adolescentes deste&lt;br /&gt;estudo, os reflexos do acompanhamento psicopedagógico com a melhoria do quadro&lt;br /&gt;clínico; a necessidade de que os hospitais trabalhem com a visão da equipe multidisciplinar.&lt;br /&gt;Além destes resultados, foi possível constatarmos também que o acompanhamento&lt;br /&gt;psicopedagógico desenvolvido no HILP, a partir de uma iniciativa voluntária da&lt;br /&gt;pesquisadora, traz em sua essência a certeza de que há uma emergente necessidade de ações&lt;br /&gt;educativas mais sistematizadas em contextos hospitalares, principalmente no estado do&lt;br /&gt;Piauí. Diante da escassez de pesquisas na área hospitalar, este estudo é pioneiro na&lt;br /&gt;realidade educacional do referido estado.&lt;br /&gt;Palavras-chaves: Hospital, Crianças e adolescentes. Acompanhamento psicopedagógico.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 30 - EDUCAÇÃO FÍSICA EM AMBIENTES HOSPITALARES: INDICATIVOS&lt;br /&gt;PARA O ENSINO NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL&lt;br /&gt;Autor(es)-Lisandra Invernizzi e Alexandre Fernandez Vaz&lt;br /&gt;A Educação Física é uma disciplina que trata do corpo e suas expressões, condição presente&lt;br /&gt;também nas estruturas de atendimento pedagógico de crianças e jovens internados,&lt;br /&gt;denominadas de “Classes Hospitalares”. Em função da inserção da Educação Física ser&lt;br /&gt;recente nesses ambientes, coloca-se a necessidade de formular propostas e aprofundar&lt;br /&gt;conhecimentos teóricos e metodológicos visando dar continuidade ao processo de&lt;br /&gt;desenvolvimento de crianças e jovens hospitalizados. O presente texto se refere à duas&lt;br /&gt;experiências de ensino realizadas na turma multisseriada de 1ª a 4ª séries do Hospital&lt;br /&gt;Infantil Joana de Gusmão. Foram elaborados e aplicados exploratoriamente alguns&lt;br /&gt;elementos teórico-metodológicos que se referem ao tempo e à eleição de conteúdos, bem&lt;br /&gt;como à organização das aulas e às atividades programadas. Os resultados parciais têm&lt;br /&gt;mostrado algumas soluções para problemas comuns na Classe: alta rotatividade, falta de&lt;br /&gt;delimitação de conteúdos, legitimidade da disciplina. Na primeira experiência de ensino&lt;br /&gt;realizada em 2005, a pesquisa de campo analisou a organização do tempo pedagógico,&lt;br /&gt;considerando as temáticas Ginástica Geral, Jogos e Brincadeiras Tradicionais e Atividades&lt;br /&gt;Rítmicas e Expressivas. Durante seis semanas a prática foi organizada por ciclos semanais&lt;br /&gt;para cada temática, repetido depois de três semanas. Os dados foram coletados ao longo do&lt;br /&gt;planejamento, docência e avaliação das aulas, que foram observadas e registradas em&lt;br /&gt;caderno de campo. Considerando a análise dos dados coletados sobre a realização dos dois&lt;br /&gt;Ciclos, categorizamos e analisamos a experimentação pedagógica em quatro eixos&lt;br /&gt;temáticos sintetizadores da experiência: Processos de participação e inclusão; Diferenças&lt;br /&gt;nos tempos de ensino e de aprendizagem; Conhecimento prévio das crianças e organização&lt;br /&gt;das aulas; Enfermidades, incertezas, participação. Os resultados apontaram para o sucesso&lt;br /&gt;da experimentação, especialmente no que se referiu à organização por ciclos que&lt;br /&gt;possibilitaram estabelecer simultaneamente continuidade e reelaboração das temáticas&lt;br /&gt;trabalhadas. Os resultados sugeriram também, entre outros aspectos, a possibilidade de se&lt;br /&gt;experimentar diferentes práticas para distintos alunos ou grupos na mesma aula, bem como&lt;br /&gt;para a necessidade de mais conhecimento sobre as especificidades das doenças e dos&lt;br /&gt;dispositivos de controle no ambiente hospitalar. Em 2008 realizamos a segunda experiência&lt;br /&gt;de ensino e visava avançar no desenvolvimento da sistematização experimentada&lt;br /&gt;anteriormente, ampliando-se as temáticas e os Ciclos. Nesta proposta, acrescentaremos a&lt;br /&gt;Temática “Conhecimentos sobre o Corpo” e realizamos os Ciclos quatro vezes, ou seja, no&lt;br /&gt;período total de dezesseis semanas. Do ponto de vista metodológico-instrumental, ambos&lt;br /&gt;estudos partiram do conjunto de experiências pedagógicas, baseados especialmente no&lt;br /&gt;estágio supervisionado e, de alguma forma, nos inspiraramos no que se chama&lt;br /&gt;“pesquisação”, ainda que nem todos os seus elementos, por mais abertos que se apresentem,&lt;br /&gt;tenham sido observados. Neste texto, apresentamos a análise prévia dos dados e que,&lt;br /&gt;posteriormente, as estratégias de ensino delineadas serão analisadas conforme as categorias&lt;br /&gt;que se cruzem entre as perspectivas de ensino da Educação Física e as expressões da&lt;br /&gt;realidade. A análise prévia dos dados aponta que durante a pesquisa, foram realizados 166&lt;br /&gt;atendimentos, sendo que o total foi de 80 crianças que participaram das atividades de&lt;br /&gt;Educação Física na Classe. Um dado importante, é que tivemos 53 participações em um&lt;br /&gt;tema completo, ou seja, em duas aulas na mesma semana. Neste sentido, podemos afirmar&lt;br /&gt;que realização das aulas em dias consecutivos minimizou a rotatividade. Além disto,&lt;br /&gt;nenhuma criança participou de um Ciclo completo, mesmo que tenha participado em mais&lt;br /&gt;de 8 aulas. Neste caso, uma criança repetiu duas aulas e uma duas aulas, no entanto, não foi&lt;br /&gt;questionada a repetição, mas também não foi possível analisar com fins comparativos, já&lt;br /&gt;que o momento e crianças presentes eram distintos. Outras questões levantadas na análise&lt;br /&gt;preliminar do material de campo e que serão mais bem analisados do decorrer do trabalho,&lt;br /&gt;principalmente em relação à participação nas aulas, diz respeito ao fato de em diversas&lt;br /&gt;situações as crianças não aguardavam o convite em seus quartos e iam até a sala antes do&lt;br /&gt;horário previsto; a participação na maioria das atividades, sugerindo e modificando regras;&lt;br /&gt;e ainda, que nem sempre estavam dispostas a participar da proposta central, mas&lt;br /&gt;participavam de outras atividades paralelas. O convite, diálogo e novas proposições foram&lt;br /&gt;importantes para a manutenção da participação das crianças nas aulas, no entanto, em um&lt;br /&gt;caso não convencemos a criança a participar.&lt;br /&gt;Palavras-Chave: Classe Hospitalar, Metodologia de ensino, Educação Física Escolar&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 31 - OLHAR SOBRE A CLASSE HOSPITALAR DO CPPHO/UFBA.&lt;br /&gt;Autor(es) - Aline Daiane Nunes Mascarenhas&lt;br /&gt;A classe hospitalar do CPPHO – Centro Pediátrico Professor Hosahah Oliveira/ UFBA,&lt;br /&gt;atende crianças e adolescentes internados prestando atendimento pedagógico – educacional&lt;br /&gt;no período vespertino. Essa modalidade de educação está respaldada pelo Ministério da&lt;br /&gt;Educação e Desporto desde 1994, através da Política Nacional de Educação Especial que&lt;br /&gt;preconiza as classes hospitalares como uma modalidade de ensino a ser empregada quando&lt;br /&gt;a criança ou adolescentes estiverem hospitalizados, seja por curto ou longo período. Cabe,&lt;br /&gt;nessa perspectiva, pensar as crianças hospitalizadas como alunos temporários da educação&lt;br /&gt;especial que devem ter uma assistência educativa que respeite as suas especificidades,&lt;br /&gt;evitando maiores danos do que aqueles causados nos processos clínicos de internação. Esse&lt;br /&gt;espaço educativo, acima de tudo, deve garantir a continuidade no processo de escolarização&lt;br /&gt;dessas crianças, se configurando como um pressuposto inclusivo que assegure condições&lt;br /&gt;especiais, como direitos a essas crianças. A classe hospitalar do CPPHO vem se&lt;br /&gt;expandindo em termos de recursos humanos e materiais, bem como através de estudos e&lt;br /&gt;reflexões sobre o trabalho docente com o intuito de criar alternativas no atendimento das&lt;br /&gt;especificidades de cada criança. Atualmente é composta por duas estagiárias/bolsistas da&lt;br /&gt;graduação do curso de Pedagogia e duas bolsistas/mestrandas vinculadas ao Programa de&lt;br /&gt;Pós-Graduação stricto-sensu da UFBA que estão vinculadas ao grupo de estudo&lt;br /&gt;CERELEPE – Centro de estudos, recreação, lazer em enfermagem pediátrica e realizam&lt;br /&gt;pesquisas na área da Pedagogia Hospitalar. Tais estágios docentes se preocupam em&lt;br /&gt;desenvolver propostas metodológicas para as diferentes séries, visto que a classe hospitalar&lt;br /&gt;é um espaço multisseriado que conta com crianças que possuem diferentes níveis de&lt;br /&gt;desenvolvimento proximal e precisa de atividades diversificadas. Outro fator característico&lt;br /&gt;desse espaço educativo é a rotatividade constante, onde sempre se formam novos grupos e&lt;br /&gt;por isso a necessidade das atividades terem início, meio e fim. As professoras estagiárias se&lt;br /&gt;encontram uma vez por semana, sempre as sextas-feiras para realizar o planejamento&lt;br /&gt;semanal das diversas áreas do conhecimento (Matemática, Português, Ciências, Historia e&lt;br /&gt;Geografia). São realizadas também oficinas que trabalham com temáticas diferenciadas,&lt;br /&gt;tais como: confecção de brinquedos com sucatas, construção de maquetes, bingo numérico&lt;br /&gt;e outras. Utilizam como estratégia para desenvolver atividades de acordo com a faixa&lt;br /&gt;etária das crianças, os prontuários médicos que indicam a possível alta das crianças e&lt;br /&gt;àquelas que permanecerão em processo de internamento. Alguns conhecimentos se tornam&lt;br /&gt;fundamentais para trabalhar nesse contexto, como por exemplo: conhecer a estrutura&lt;br /&gt;organizacional do hospital e algumas das patologias mais comuns, trabalhar em equipe&lt;br /&gt;multiprofissional, ter flexibilidade, dinamismo, saber escutar e se adaptar as&lt;br /&gt;imprevisibilidades. O atendimento pedagógico educacional ocorre diariamente em uma sala&lt;br /&gt;para as crianças que possuem facilidade na locomoção ou no leito, onde se encontram&lt;br /&gt;crianças impossibilitadas de se locomoverem ou não pode ter contato com outras crianças.&lt;br /&gt;Assim, enquanto algumas professoras estão na sala desenvolvendo o planejamento com&lt;br /&gt;algumas crianças, temos outras, desenvolvendo parte do planejamento no leito com&lt;br /&gt;atividades diversificadas e de acordo com as condições físicas e emocionais das crianças.&lt;br /&gt;Esperamos que este trabalho amplie as discussões em relação a uma área de saber que se&lt;br /&gt;propõe a investigar a educação no hospital, bem como estimule novas produções no meio&lt;br /&gt;acadêmico no intuito traduzir propostas e ações políticas no atendimento educacional de&lt;br /&gt;crianças e adolescentes hospitalizados.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Classe hospitalar, Atendimento pedagógico, Planejamento.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________&lt;br /&gt;TRAB. 32 - O TRABALHO DA CLASSE HOSPITALAR DO INCA COM CRIANÇAS&lt;br /&gt;SUBMETIDAS A TRATAMENTO PÓS – CIRÚRGICO&lt;br /&gt;Autor (es): Izabel Christina Machado de Oliveira; Gabriela Porto Guedes; Rosane Martins&lt;br /&gt;dos Santos&lt;br /&gt;O câncer infantil é uma patologia que, devido à sua gravidade, atinge à esfera emocional e&lt;br /&gt;social dos pacientes levando-os, muitas vezes, a intervenções cirúrgicas. Estimativa&lt;br /&gt;realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o biênio de 2008/2009 revela que&lt;br /&gt;ocorrerão cerca de 9.890 casos por ano em crianças e adolescentes com até 18 anos de&lt;br /&gt;idade. Crianças e adolescentes hospitalizados têm o direito à continuidade de sua&lt;br /&gt;escolarização segundo a legislação brasileira. Essa modalidade de atendimento chama-se&lt;br /&gt;Classe Hospitalar e se destina aos que se encontram em tratamento hospitalar ou&lt;br /&gt;impossibilitados de frequentar sua escola de origem. A Classe Hospitalar INCA iniciou&lt;br /&gt;suas atividades através de convênio firmado em 2000 entre a Secretaria Municipal de&lt;br /&gt;Educação do Rio de Janeiro (SME) e o Instituto Nacional de Câncer. O trabalho da classe é&lt;br /&gt;norteado pelas orientações da SME contando com três professoras que atendem crianças da&lt;br /&gt;Educação Infantil até o 5º ano do Ensino Fundamental. As atividades pedagógicas são&lt;br /&gt;desenvolvidas diariamente no Centro de Quimioterapia Infantil, na sala de aula localizada&lt;br /&gt;nas dependências da enfermaria Onco-Hematológica e no Centro de Transplante de Medula&lt;br /&gt;Óssea (CEMO) e visam suprir e/ou minimizar os efeitos do longo afastamento dos alunos&lt;br /&gt;ao aprendizado formal oferecido pela escola. Em alguns casos, a criança tem seu primeiro&lt;br /&gt;contato com o professor no ambiente hospitalar porque não teve oportunidade de se&lt;br /&gt;matricular numa escola ou por ter iniciado o tratamento muito cedo. Isso mostra a grande&lt;br /&gt;importância e responsabilidade do docente nesse primeiro vínculo do paciente com o&lt;br /&gt;universo pedagógico “formal”. As professoras procuram conhecer as áreas de interesse do&lt;br /&gt;aluno que viabilizem sua expressão e suas possíveis dúvidas acadêmicas. Cria-se, então, um&lt;br /&gt;vínculo positivo com a aprendizagem, fator fundamental para que esta aconteça. A partir&lt;br /&gt;desse contato inicial, são planejadas atividades que possibilitem ao educando superar suas&lt;br /&gt;dificuldades, caso tenham sido detectadas, e se apropriar de novas habilidades e&lt;br /&gt;competências. Quando uma criança é submetida a uma intervenção cirúrgica, imagina-se&lt;br /&gt;que ela não tenha condições de estudar devido a uma série de restrições. Porém, ao receber&lt;br /&gt;o convite do professor, ela se sente incluída, acolhida com a possibilidade de expressar seus&lt;br /&gt;conhecimentos e desejos. Ela percebe que pode dar respostas, mesmo que não sejam&lt;br /&gt;convencionais e caminhar no seu aprendizado. É importante que o professor ofereça à essa&lt;br /&gt;criança a possibilidade de escolha: realizar ou não uma atividade pedagógica. Isso permite&lt;br /&gt;que ela possa dizer o “não” que será aceito, já que a sua vontade não pode ser respeitada&lt;br /&gt;nos momentos de medicação, de exames e de outros procedimentos. O professor e o aluno,&lt;br /&gt;em uma via de mão dupla, irão descobrir de que forma o trabalho poderá ser realizado. A&lt;br /&gt;família, preocupada com a saúde do paciente, diante do convite do professor sente-se&lt;br /&gt;surpresa e aceita a presença dele como um fator positivo para o seu restabelecimento ou&lt;br /&gt;inviabiliza o trabalho, adiando para depois da sua recuperação. Cabe ao professor mostrar&lt;br /&gt;aos familiares a importância do atendimento escolar para o paciente pós-cirúrgico. Nas&lt;br /&gt;situações em que o paciente estiver inserido em uma escola regular, é solicitado aos&lt;br /&gt;responsáveis que tragam para o hospital todo material escolar da criança, a fim de que seja&lt;br /&gt;garantida a continuidade do currículo desenvolvido pela escola de origem. O professor da&lt;br /&gt;Classe Hospitalar, com serenidade e equilíbrio, precisa utilizar o diálogo como estratégia&lt;br /&gt;pedagógica, respeitando a vontade do aluno, valorizando suas escolhas e criando&lt;br /&gt;estratégias para motivá-lo. O ambiente escolar no hospital ressignifica a aprendizagem e faz&lt;br /&gt;com que o aluno se sinta mais próximo do seu cotidiano. A presença do professor pode&lt;br /&gt;atenuar o estresse da criança, levando-a ao desejo de estudar num ambiente hospitalar,&lt;br /&gt;mesmo após uma intervenção cirúrgica.&lt;br /&gt;Palavras-chave: Escola, Hospital, Aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3473018777318958726-5483981608135955971?l=viencontronacional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viencontronacional.blogspot.com/feeds/5483981608135955971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/09/anais-do-vi-encontro-nacional-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/5483981608135955971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/5483981608135955971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/09/anais-do-vi-encontro-nacional-de.html' title='Anais do VI Encontro Nacional de Atendimento Escolar  - Niterói - 2009'/><author><name>Escola no hospital</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3473018777318958726.post-6144901483047540528</id><published>2009-09-18T12:34:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T13:00:38.874-07:00</updated><title type='text'>Construção coletiva de documento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Niterói – 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em plenária do &lt;strong&gt;VI Encontro de Atendimento Escolar Hospitalar&lt;/strong&gt;, realizada no dia 11 de setembro, foi tirada a resolução da construção coletiva de um documento que será encaminhado às autoridades, com o objetivo de tornar pública a posição do grupo que constitui os Encontros Nacionais no que se refere à garantia do direito de crianças e jovens ao acesso à educação.&lt;br /&gt;Segue o documento a partir do qual poderão ser feitas emendas aditivas (em azul), supressivas (em vermelho) ou substitutivas (em verde), tendo como horizonte que tal documento será encaminhado às autoridades federais, estaduais e municipais. Essas emendas poderão ser enviadas eletronicamente (para &lt;a href="mailto:escolanohospital@gmail.com" target="_blank" rel="nofollow" ymailto="mailto:escolanohospital@gmail.com"&gt;escolanohospital@gmail.com&lt;/a&gt;) até o dia 30 de setembro de 2009, para que possam ser sistematizadas pelo Comitê Gestor do VI Encontro e consignado no documento final.&lt;br /&gt;Concluída a sistematização, encaminharemos a versão final do documento, juntamente com a ata da plenária com as resoluções tiradas pelos integrantes do Encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS. Solicitamos que as sugestões sejam remetidas por anexo e arquivo Word, conforme legenda acima: emendas aditivas (em azul), supressivas (em vermelho) ou substitutivas (em verde).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Proposta - Carta de Niterói – 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VI ENCONTRO NACIONAL SOBRE ATENDIMENTO ESCOLAR HOSPITALAR tem como objetivo reunir profissionais da educação básica e do ensino superior, pesquisadores e acadêmicos das áreas de educação, serviço social, psicologia, medicina, enfermagem, dentre outras áreas de conhecimento, para que apresentem, conheçam, troquem e produzam experiências voltadas para a garantia do direito de acesso à escolaridade a todas as crianças e adolescentes em situação de hospitalização ou em tratamento domiciliar.&lt;br /&gt;Os Encontros anteriores foram realizados em 2000, no Rio de Janeiro, 2002 em Goiânia, 2004 em Salvador, 2005 em Porto Alegre, e em Curitiba no ano de 2007. Em 2009 acontece em Niterói - Rio de Janeiro, nos dias 8, 9, 10 e 11 de setembro, na UNILASALLE, situada à Rua Gastão Gonçalves, nº 79, Santa Rosa, Niterói/RJ. O VI Encontro Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar sediará ainda, reuniões e a assembléia geral da REDE LATINOAMERICANA E DO CARIBE PELO DIREITO À EDUCAÇÃO DA CRIANÇA OU JOVEM HOSPITALIZADO OU EM TRATAMENTO, com sede na cidade de Santiago no Chile.&lt;br /&gt;No Brasil, Classe hospitalar é a denominação do atendimento pedagógico-educacional que ocorre em ambiente de tratamento de saúde em circunstância de internação ou ainda na circunstância do atendimento em hospital-dia e hospital-semana ou em serviços de atenção integral à saúde mental. É compreendida na modalidade de Educação Especial por atender crianças e/ou adolescentes considerados com necessidades educativas especiais em decorrência de apresentarem dificuldades no acompanhamento das atividades curriculares por condições de limitações específicas de saúde. Tem por objetivo propiciar o acompanhamento curricular do aluno quando este estiver hospitalizado, garantindo-se a manutenção do vínculo com as escolas por meio de um currículo flexibilizado.&lt;br /&gt;Embora a legislação reconheça o direito da criança de receber esse tipo de atendimento (pedagógico-educacional, durante o período da internação), esta oferta ainda é muito restrita. Desse modo, é de extrema importância que se institua uma Política Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar, com a criação de Unidades de Atendimento Educacional em Ambiente Hospitalar. Esse passo representa um grande avanço na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, garantindo a todas as crianças o acesso ao saber socialmente construído.&lt;br /&gt;Tais Unidades Unidades de Educação em Ambiente Hospitalar - UNEAH devem ser vinculadas às Secretarias de Educação, uma vez que fará parte da rede de Ensino, contando com recursos, equipamentos, profissionais e demais elementos que caracterizam o atendimento como escolar. Devem pertencer, portanto, à rede regular de ensino, sem, contudo, configurar-se como uma escola especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As normas de funcionamento da UNEAH serão consignadas em Regimento Escolar Próprio a ser instituído pela Secretaria de Educação em parceria com a Secretaria de Saúde e com a Secretaria de Assistência Social. Nesse documento ficam estabelecidas as formas administrativas de abordar questões como: modalidade de matrícula; registro, apuração e controle de freqüência das crianças atendidas; elaboração, guarda e expedição de documentos; atribuições das equipes docente e de gestão da unidade; delimitação dos setores que compõe tal unidade; trânsito dos profissionais nos ambientes do hospital, normas de segurança e prevenção, bem como os demais elementos que contém uma unidade de ensino.&lt;br /&gt;As Secretarias de Educação deverão prever em sua proposta pedagógica a forma de organização da escolaridade desenvolvida em ambiente hospitalar. A UNEAH deverá, portanto, construir também seu Projeto Político Pedagógico, construindo um currículo próprio e adotando estratégias didático-pedagógicas compatíveis com suas peculiaridades.&lt;br /&gt;Para que se garantam os recursos para seu pleno funcionamento, a Secretaria de Educação deve ser a mantenedora da UNEAH, inclusive determinando que a equipe docente e a equipe gestora de cada Unidade sejam compostas por profissionais de educação do seu quadro efetivo de servidores.&lt;br /&gt;Quanto a esses profissionais, é necessário que, no âmbito das Secretarias de Educação, seja consolidada uma política de formação continuada em serviço que promova a construção de conhecimentos, valores e práticas que contribuam para sua formação plena. Mas, é igualmente importante que se discutam questões acerca das potencialidades e necessidades específicas atinentes ao seu trabalho cotidiano, lembrando que não há, salvo engano, curso de graduação específico para essa modalidade de atendimento, sendo possível encontrar cursos de Pós-graduação lato sensu, tanto em Educação Especial quanto em Pedagogia Hospitalar.&lt;br /&gt;Como é uma modalidade de atendimento educacional relativamente nova e pouco conhecida, é bom também que se garanta aos profissionais do magistério seus direitos e vantagens, uma vez que quando afastados da escola convencional alguns desses direitos e vantagens são perdidos, como, por exemplo, aposentadoria especial, gratificação por regência de turma, ou mesmo o direito de participar de cursos de capacitação promovidos por órgãos públicos. Nesse caso também é importante que venham a ser garantidos os direitos desses profissionais a receberem adicionais por insalubridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É urgente que se criem condições para que todas as crianças sejam atendidas em seus direitos, todavia sabemos das dificuldades por que passam muitos municípios, por isso é necessário que seja oferecido um prazo para que as Secretarias organizem seus recursos e criem as UNEAHs. Esse prazo não pode ser muito elástico e deve ser o suficiente para as adequações orçamentárias a serem realizadas, bem como para a formação dos profissionais que atuarão na unidade.Por fim, convictos do elevado alcance social da iniciativa, solicitamos a todas as autoridades que mobilizem esforços no sentido de garantir a todas as crianças o direito à educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugestões de textos legais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENSAGEM ou PROJETO DE LEI Nº .............. DE ..............DE................DE 2009&lt;br /&gt;Cria as Unidades Municipais de Educação em Ambiente Hospitalar – UMEAH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prefeito Municipal do Município de ...................................., do Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, sanciona a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Considerando a Constituição Federal;&lt;br /&gt;considerando as determinações legais da Lei Federal nº 9.394 de 20/12/1996;&lt;br /&gt;considerando as disposições da Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990;&lt;br /&gt;considerando o disposto na Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001;&lt;br /&gt;Art. 1º - Ficam criadas as Unidades Municipais de Educação em Ambiente Hospitalar - UMEAH, vinculadas à Secretaria Municipal de Educação, a serem instaladas em cada Unidade Municipal de Saúde que promova internação ou tratamento ambulatorial pediátrico administrada pelo Sistema Municipal de Saúde.&lt;br /&gt;Art. 2º - Cada UMEAH tem como atribuição promover o atendimento educacional às crianças em idade escolar que se encontram em situação de internação, atendimento ambulatorial ou domiciliar, promovido pelo Sistema Municipal de Saúde.&lt;br /&gt;Parágrafo Único - O atendimento educacional às crianças de que trata o caput deste artigo será realizado na modalidade de atendimento domiciliar, mediante avaliação a ser realizada pela Secretaria Municipal de Educação, ficando administrativa e pedagogicamente vinculada à UMEAH mais próxima da residência da criança atendida.&lt;br /&gt;Art. 3º A Secretaria Municipal de Educação deverá estabelecer as diretrizes didático-pedagógicas para o funcionamento da UMEAH.&lt;br /&gt;§ 1º. Cada UMEAH construirá seu Projeto Pedagógico, em consonância com as diretrizes didático-pedagógicas de que trata o caput deste artigo&lt;br /&gt;§ 2º. Cada UMEAH terá seu funcionamento regido por Regimento Escolar, próprio a ser instituído pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.&lt;br /&gt;Art. 4º Aos servidores designados para exercício na UMEAH ou para o atendimento educacional domiciliar, em efetivo exercício da função, ficam assegurados todos os direitos e garantias atinentes ao profissional que desempenha atividades de magistério, bem como aqueles direitos que possa adquirir em função do exercício profissional em ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;Art. 5º- A Secretaria Municipal de Educação deve garantir os recursos materiais e financeiros, bem como a lotação dos servidores necessários ao pleno funcionamento de cada UMEAH.&lt;br /&gt;Parágrafo Único - A equipe docente e a equipe gestora de cada UMEAH serão compostas por profissionais de educação do quadro efetivo da Secretaria Municipal de Educação, que tenham habilitação ou formação em serviço que atenda às necessidades da demanda pedagógica.&lt;br /&gt;Art. 6º A municipalidade terá o prazo de 12 meses a contar da publicação desta Lei para atender às suas determinações.&lt;br /&gt;Art. 7º A presente Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se todas as atribuições em contrário.&lt;br /&gt;......................, .............de.................de.....................Prefeito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENSAGEM ou PROJETO DE LEI Nº .............. DE ..............DE................DE 2009&lt;br /&gt;Cria as Unidades Municipais de Educação em Ambiente Hospitalar – UMEAH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prefeito Municipal do Município de ...................................., do Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, sanciona a seguinte Lei:&lt;br /&gt;Considerando a Constituição Federal;&lt;br /&gt;considerando as determinações legais da Lei Federal nº 9.394 de 20/12/1996;&lt;br /&gt;considerando as disposições da Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990;&lt;br /&gt;considerando o disposto na Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Os Estados e Municípios deverão criar Unidades de Educação em Ambiente Hospitalar - UNEAH nas Unidades de Saúde que promovam atendimento pediátrico, seja na forma de atendimento ambulatorial, internação, hospital-dia, hospital-semana ou em serviços de atenção integral à saúde mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Único – As Unidades de Educação em Ambiente Hospitalar serão vinculadas aos sistemas Estaduais ou Municipais de Ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Aos servidores designados para exercício na UNEAH ou para o atendimento educacional domiciliar, em efetivo exercício da função, ficam assegurados todos os direitos e garantias atinentes ao profissional que desempenha atividades de magistério, bem como aqueles direitos que possa adquirir em função do exercício profissional em ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º Os Estados e Municípios terão o prazo de 12 meses a contar da publicação desta Lei para atender às suas determinações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3473018777318958726-6144901483047540528?l=viencontronacional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viencontronacional.blogspot.com/feeds/6144901483047540528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/09/vi-encontro-de-atendimento-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/6144901483047540528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/6144901483047540528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/09/vi-encontro-de-atendimento-escolar.html' title='Construção coletiva de documento'/><author><name>Escola no hospital</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3473018777318958726.post-7194277520573573503</id><published>2009-06-20T10:21:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T09:47:19.618-07:00</updated><title type='text'>VI ENCONTRO NACIONAL, I ENCONTRO INTERNACIONAL E I ENCONTRO FLUMINENSE DE ATENDIMENTO ESCOLAR HOSPITALAR - Niterói - 2009</title><content type='html'>Apresentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VI ENCONTRO NACIONAL DE ATENDIMENTO ESCOLAR HOSPITALAR tem como objetivo reunir profissionais da educação básica e do ensino superior, pesquisadores e acadêmicos das áreas de educação, serviço social, psicologia, medicina, enfermagem, dentre outras áreas de conhecimento para que apresentem, conheçam, troquem e produzam experiências voltadas para a garantia do direito de acesso à escolaridade a todas as crianças e adolescentes em situação de hospitalização ou em tratamento domiciliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Encontros anteriores foram realizados em 2000 no Rio de Janeiro, 2002 em Goiânia, 2004 em Salvador, 2005 em Porto Alegre, e em Curitiba no ano de 2007. Em 2009 acontecerá em Niterói, Rio de Janeiro, nos dias 8, 9, 10 e 11 de setembro, na UNILASALLE, situada à Rua Gastão Gonçalves, nº 79, Santa Rosa, Niterói/RJ.O VI Encontro Nacional sobre Atendimento Escolar Hospitalar sediará ainda, reuniões e a assembléia geral da REDE LATINOAMERICANA E DO CARIBE PELO DIREITO À EDUCAÇÃO DA CRIANÇA OU JOVEM HOSPITALIZADO OU EM TRATAMENTO, com sede na cidade de Santiago no Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formas de Participação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação no Encontro ocorrerá de duas formas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Participantes sem apresentação de trabalhos;&lt;br /&gt;Ø Participantes com apresentação de trabalhos: palestrantes, conferencistas e expositores de pôster comentado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos poderão ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Comunicações orais realizadas por encomenda e organizadas em conferências ou mesas redondas. Nesta modalidade, profissionais que tenham experiência e/ou saberes reconhecidos no meio acadêmico e/ou profissional serão convidados a desenvolver temáticas específicas definidas pelo Comitê Científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Pôster Comentado a partir de submissão de proposta a ser encaminhada pelo interessado ao Comitê Científico do Encontro. Tal proposta deverá estar circunscrita a um dos cinco eixos temáticos do Encontro (conforme especificado abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Exposição de quadros a partir de trabalhos realizados com as crianças/adolescentes que participaram diretamente de atendimento pedagógico em ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: clique em &lt;a href="http://inscricaonoencontro.blogspot.com/"&gt;http://inscricaonoencontro.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3473018777318958726-7194277520573573503?l=viencontronacional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viencontronacional.blogspot.com/feeds/7194277520573573503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/06/vi-encontro-nacional-i-encontro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/7194277520573573503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3473018777318958726/posts/default/7194277520573573503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viencontronacional.blogspot.com/2009/06/vi-encontro-nacional-i-encontro.html' title='VI ENCONTRO NACIONAL, I ENCONTRO INTERNACIONAL E I ENCONTRO FLUMINENSE DE ATENDIMENTO ESCOLAR HOSPITALAR - Niterói - 2009'/><author><name>Escola no hospital</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
